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	<title>Arquivo de Cuidados - Trapp</title>
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	<description>Cultivating love for the earth.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Aug 2024 21:12:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Plantas precisando de cuidados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 21:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Cuidados Essenciais para Plantas: Soluções Rápidas e Eficientes &#160; Pontas das folhas murcham e escurecem? Problema: Falta de água ou nutrição. Solução: Aumente a frequência das regas e faça uma adubação superficial nos primeiros 5 cm do solo. &#160; Folhas inferiores dobram-se e murcham? Folhas velhas amarelam e caem? Problema: Excesso de água. Solução: [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Cuidados Essenciais para Plantas: Soluções Rápidas e Eficientes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pontas das folhas murcham e escurecem?</strong></p>
<p>Problema: Falta de água ou nutrição.</p>
<ul>
<li>Solução: Aumente a frequência das regas e faça uma adubação superficial nos primeiros 5 cm do solo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Folhas inferiores dobram-se e murcham? Folhas velhas</strong> amarelam e caem?</p>
<ul>
<li>Problema: Excesso de água.</li>
<li>Solução: Reduza o volume de água, mas mantenha a frequência das regas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Bordas das folhas queimam e enrolam?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Baixa umidade do ar.</li>
<li>Solução: Pulverize as folhas, coloque os vasos em cachepôs e use esfagno umedecido entre os vasos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Planta murcha e folhas amarelam?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Correntes de ar.</li>
<li>Solução: Mude a planta para um local mais protegido, mas com a mesma luz.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Planta sem crescimento?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Massa compacta de raízes.</li>
<li>Solução: Replante em um vaso maior com terra adubada ou afofe a terra dos canteiros.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sem flores?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Luz insuficiente ou falta de nutrição.</li>
<li>Solução: Mude a planta para um local mais iluminado e adube com húmus de minhoca e farinha de ossos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crosta esbranquiçada na lateral do vaso?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Terra saturada.</li>
<li>Solução: Reduza a água e adube a superfície com matéria orgânica.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lodo na superfície do solo?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Rega excessiva.</li>
<li>Solução: Deixe o solo secar por 5-7 dias ou mude a planta de vaso, garantindo boa drenagem.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Manchas pequenas, crespas e marrons nas folhas?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Pulverizações sob sol intenso.</li>
<li>Solução: Evite molhar a planta sob sol direto.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Folhas curvam-se para baixo, flores fenecem rapidamente?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Terra muito seca.</li>
<li>Solução: Regue a planta adequadamente.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Folhas meio murchas e sem vida, estioladas?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Pouca luminosidade.</li>
<li>Solução: Mude para um local mais iluminado, evitando sol direto.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Buracos nas folhas?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Lesmas, caracóis ou lagartas.</li>
<li>Solução: Retire-os manualmente e ajuste a umidade do solo.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Folhas acinzentadas e sem vida?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Poeira.</li>
<li>Solução: Lave as folhas com água.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Folhas menores que o normal e planta suscetível a pragas?</strong></p>
<ul>
<li>Problema: Falta de fertilizante.</li>
<li>Solução: Adube regularmente e ofereça terra fresca e rica em nutrientes.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Nutrição das Plantas ao Longo do Ano </strong></p>
<p>Outono/Inverno:</p>
<ul>
<li>Adubação: Desaconselhável, exceto para plantas que florescem no inverno (ex.: azaléias, ciclames).</li>
</ul>
<p><strong>Primavera:</strong></p>
<ul>
<li>Adubação: Comece no início de setembro para suportar o crescimento.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Verão:</strong></p>
<ul>
<li>Adubação: Continue, mas evite excessos. A dose certa é crucial.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dicas Básicas para Adubação:</strong></p>
<ul>
<li>Adubos Orgânicos: Preferíveis para uma melhor estrutura do solo.</li>
<li>Molhe o Solo: Antes e depois de adubar para melhor absorção.</li>
<li>Manutenção em Vasos: Substitua um terço da terra da superfície por nova mistura.</li>
<li>Melhores Meses para Adubar: Final de agosto/setembro e novembro/dezembro.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mantenha suas plantas saudáveis e vibrantes com cuidados apropriados!</p>
<p>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRAPP</strong></p>
<p><strong>Cultivando o amor pela terra.</strong></p>
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		<title>Descubra o fascinante universo das abóboras e abobrinhas!</title>
		<link>https://www.trapp.com.br/en/descubra-o-fascinante-universo-das-aboboras-e-abobrinhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2024 17:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aproveite Melhor o Seu Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[Composting]]></category>
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		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais além do que você já sabe! Para os espanhóis, ela é a calabaza. Para os italianos, a zucca. Os franceses a chamam de courge musquée. Para os alemães, a coisa complica e temos a moschuskurbis. Na língua inglesa, vamos de pumpkin&#8230;e no nordeste e no norte brasileiros, a simples jerimum. Conheça agora um montão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mais além do que você já sabe!</strong></p>
<p>Para os espanhóis, ela é a <em>calabaza</em>. Para os italianos, a <em>zucca.</em> Os franceses a chamam de <em>courge musquée.</em> Para os alemães, a coisa complica e temos a <em>moschuskurbis.</em> Na língua inglesa, vamos de <em>pumpkin</em>&#8230;e no nordeste e no norte brasileiros, a simples <em>jerimum.</em></p>
<p>Conheça agora um montão de coisas interessantes sobre essa dona abóbora e sua prima, a abobrinha.</p>
<p><strong>Qual a origem das abóboras e abobrinhas?</strong></p>
<p>O assunto é meio contraditório. Alguns dizem que vieram do sul da Ásia, mas sabe-se que já eram cultivadas na América, antes da chegada dos europeus.</p>
<p><strong>A qual família botânica elas pertencem?</strong></p>
<p>Às Cucurbitáceas. A mesma família da melancia, do pepino, do maxixe, do melão, etc.</p>
<p><strong>Elas têm hábito rasteiro?</strong></p>
<p>As abóboras, sim. Já as abobrinhas têm um crescimento mais ereto. Por isso elas também são conhecidas como abóbora-de-moita ou abóbora-de-árvore.</p>
<p><strong>Existem muitas variedades?</strong></p>
<p>Muitas! Das abobrinhas: caserta, cocozelli, zucchini, clarinda. Das abóboras: menina, caravela, canhão, amarela, baianinha, mini-paulista. E das morangas: coroa, exposição, etc.</p>
<p><strong>Qual o melhor clima e a época certa para plantar?</strong></p>
<p>As abóboras são de clima quente e de clima ameno. O que elas não gostam é de temperatura abaixo de 10 graus.  Assim, o plantio pode ser feito o ano todo em regiões quentes e de agosto a março em pontos mais frios.</p>
<p>Já as abobrinhas vão melhor a temperaturas mais baixas. Em clima quente, os frutos não têm a mesma qualidade. No entanto, não toleram frio excessivo. A melhor época para o plantio em regiões de baixa altitude é de março a julho e de agosto a abril em regiões mais altas.</p>
<p><strong>Quais as exigências de solo?</strong><br />
Não são muito exigentes, mas preferem o argilo-arenoso, bem drenado e leve. Gostam sim, de terra fofa e de adubação orgânica.</p>
<p><strong>Como é feito o plantio e quais os cuidados?</strong></p>
<p>O plantio é feito em covas. Para as abóboras, devem ter um espaçamento de 2 a 3 m. No caso das abobrinhas, basta 1 m. Cada cova deve ter 30 cm de profundidade X 40 cm de diâmetro. Adube as covas uma semana antes do plantio com 5 a 8 litros de esterco de curral bem curtido ou a mesma medida de composto orgânico ou húmus de minhoca ou ainda 2 litros de esterco de aves. Uma semana depois, plante as sementes. Duas a três por cova, a uma profundidade de 2 a 3 cm. Quando as plantas estiverem com 3 a 4 folhas, faça o desbaste, deixando apenas 2 plantinhas por cova.</p>
<p><strong>Água&#8230;muita ou pouca?</strong></p>
<p>A abobreira não é muito exigente quanto à irrigação (procure plantar na época das chuvas – como foi dito). No entanto, no outono e no primeiro mês após o plantio, a irrigação é indispensável. Já a abobrinha é mais exigente e para ela não pode faltar água. Isso resultaria em frutos mal formados.</p>
<p><strong>Quais os insetos que mais as prejudicam e o que fazer com eles?</strong></p>
<p>Os mais frequentes são os pulgões, vaquinhas e brocas, os quais podem ser bastante reduzidos se você cobrir o terreno em volta das plantas com cobertura seca (palha seca, por exemplo). Se ainda assim, os insetos prosseguirem, utilize um inseticida caseiro como a calda de fumo ou de pimenta. Pulverize na parte da tarde, para não prejudicar, sem querer, os insetos polinizadores que preferem a parte da manhã para fazerem seu trabalho.</p>
<p><strong>Depois do plantio, precisa adubar mais?</strong></p>
<p>Sim. Trinta dias depois e por duas vezes mais – com intervalo de 15 dias – aplique mais um pouco de adubo, desta vez em menor quantidade. Pode ser composto, estercos, humus&#8230; conforme descrito em “como é feito o plantio e quais os cuidados”.</p>
<p><strong>Quais os outros cuidados?</strong></p>
<p>Evite o plantio com temperatura próxima aos 15/10 graus C. para evitar o surgimento de fungos. Mantenha o terreno em volta das covas sempre capinado até que as plantas desenvolvam e fechem toda a área com sua ramagem. Por fim, a escolha de boas e selecionadas sementes e a rotação de culturas (não plantar sempre o mesmo tipo de hortaliça no mesmo lugar, mas variar as espécies) são seguros adicionais para a saúde vegetal.</p>
<p>Existem algumas plantas companheiras que plantadas junto às abobreiras repelem, naturalmente, os insetos mais comilões?</p>
<p>Experimente plantar alho, cebola e flores como a calêndula, o gerânio e o tagete. Funciona!</p>
<p><strong>Quanto tempo demoram a dar frutos?</strong></p>
<p>Colhem-se abóboras maduras aos 120, 150 dias após o plantio. As abobrinhas dão mais cedo: 40 a 60 dias após a semeadura na época de primavera-verão e aos 60, 80 dias no outono-inverno.</p>
<p><strong>Como saber a hora certa de colher?</strong></p>
<p>Quando maduros, os frutos apresentam o pedúnculo (cabinho) seco e a casca resistente à penetração da unha. Para colher, basta cortar o pedúnculo com lâmina afiada, deixando uma parte dele no fruto. Isso ajuda as abóboras maduras a se conservarem por até alguns meses.</p>
<p>Já as abobrinhas devem ser colhidas ainda imaturas (verdes). Nesse ponto (cerca de 20 a 30cm de comprimento), a polpa está tenra.</p>
<p>E tanto para uma, quanto para outra, fica uma dica: quanto mais se colhe, mais produzirão.</p>
<p><strong>E quanto elas produzem?</strong></p>
<p>Em média, 8 a 12 frutos por planta. Dependendo da adubação, dos tratos culturais e até da variedade que foi plantada.</p>
<p><strong>Qual o seu valor nutritivo?</strong></p>
<p>São muito ricas em vitamina A e vitamina C. Contêm também vitamina B, cálcio, potássio, sódio, silício e, principalmente, fósforo.</p>
<p><strong>Propriedades medicinais?</strong></p>
<p>As sementes são excelentes contra vermes. O suco das folhas e das flores cura inflamações dos ouvidos, dos rins, da bexiga, do estômago e da próstata. As folhas e a polpa crua entram no preparo de unguentos para aplicação sobre queimaduras e inflamações externas. O chá dos cabinhos (não do pedúnculo) e folhas combate febres e é bom para problemas no aparelho urinário.</p>
<p><strong>Curiosidades?</strong></p>
<p>Muitos sabem que as abobreiras têm flores femininas e masculinas. As masculinas dão o pólen para a polinização das flores femininas que, após fecundadas, darão os frutos. E aí vem uma curiosidade: as flores femininas aumentam em número no outono-inverno, em razão da duração do dia ser menor. E isso não tem nada a ver com a temperatura, mas com a luminosidade do período do ano. Quanto menor for essa luminosidade, mais flores femininas e mais frutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRAPP</strong></p>
<p>Cultivando o amor pela terra.</p>
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		<title>A Árvore Símbolo dos Catarinenses!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 15:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Imbuia]]></category>
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		<category><![CDATA[Unidades de Conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imbuia Ela é imponente. Ela é esplêndida! &#160; Pode atingir 25m de altura e chegar aos 500 anos de idade. Seu nome é imbuia (Ocotea porosa), a árvore que representa o estado de Santa Catarina, devido a sua ampla ocorrência nesse ponto do país. Ou seja, por motivos que só a Mãe Natureza conhece, essa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Imbuia<br />
</strong>Ela é imponente. Ela é esplêndida!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pode atingir 25m de altura e chegar aos 500 anos de idade. Seu nome é imbuia (<em>Ocotea porosa</em>), a árvore que representa o estado de Santa Catarina, devido a sua ampla ocorrência nesse ponto do país.</p>
<p>Ou seja, por motivos que só a Mãe Natureza conhece, essa espécie “escolheu” o estado catarinense para nascer de modo livre e espontâneo e em grande quantidade, especialmente nas florestas dos pinhais (as imbuias adoram a companhia das araucárias).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Considerada uma espécie nobre, a imbuia é daquelas árvores que demoram um pouco mais para crescer quando são plantadas, mas que, em compensação, duram muito mais tempo, acompanhando gerações e mais gerações da vida de nós, seres humanos.</p>
<p>No passado, devido a sua beleza e força, a madeira da imbuia foi bastante utilizada para fazer móveis, assoalhos, portas e janelas. Até na construção civil e nas estradas de ferro, a imbuia serviu por meio de pontes e mourões. Porém, o seu uso desenfreado colocou-lhe na lista das espécies ameaçadas de extinção. Então, atenção catarinenses! Vamos proteger e plantar imbuias. Sabemos que as árvores possuem funções não apenas materiais, mas, no lado mais sutil da vida, elas atuam como protetoras e sua simples presença pode nos trazer paz, equilíbrio e vigor.</p>
<p>Ainda bem que importantes exemplares de imbuia se encontram preservados em Unidades de Conservação (UCs), como os parques e estações ecológicas e em reservas particulares do patrimônio natural.</p>
<p>Maciços florestais de imbuias também ainda são possíveis de serem encontrados e bem conservados em propriedades rurais.</p>
<p>Então, além de buscar viveiros especializados que podem fornecer mudas prontas de imbuia, você pode buscar por suas sementes: preciosos dons e dádivas para a preservação e continuidade da vida.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A ficha da Imbuia</strong></p>
<p><strong>Nome popular:</strong> imbuia, embuia, canela-imbuia</p>
<p><strong>Nome científico:</strong> <em>Ocotea porosa</em></p>
<p><strong>Família:</strong> Lauraceae</p>
<p><strong>Ocorrência:</strong> PR, SC (em especial) e RS</p>
<p><strong>Altura:</strong> de 15 a 25m</p>
<p><strong>Grupo Ecológico:</strong> clímax (não-pioneira).</p>
<p><strong>Utilização: </strong>seus frutos são avidamente procurados por várias espécies de pássaros. É de madeira nobre. Muito ornamental, pode ser utilizada no paisagismo em geral.</p>
<p><strong>Floração:</strong> suas flores de cor amarela, florescem de outubro a novembro.</p>
<p><strong>Frutos:</strong> são de cor roxo-escuro, com pouca polpa, contém uma única semente por fruto. Amadurecem de janeiro a março.</p>
<p><strong>Época de coleta das sementes:</strong> de março a abril.</p>
<p>Colher os frutos diretamente da árvore, quando iniciarem sua queda espontânea ou recolhê-los no chão, após a queda.</p>
<p><strong>Como processar e utilizar as sementes colhidas:</strong></p>
<p>despolpe-as logo que colhidas, lave em água corrente e ponha para secar à sombra, caso deseje guarda-las, tendo presente que o prazo máximo para armazenamento é de 3 meses.</p>
<p>No caso de plantio imediato, semeie os frutos inteiros como se fossem sementes.</p>
<p><strong>Produzindo mudas: </strong>coloque as sementes (ou frutinhos) em embalagens individuais contendo substrato organo-argiloso. Outro método que podemos tentar é coloca-las, sem polpa, em caixas bem drenadas contendo areia úmida. Tanto em um caso como no outro, elas começam a brotar em cerca de 20 dias e continuam brotando por até 6 meses.</p>
<p><strong>Crescimento das mudas:</strong> lento</p>
<p><strong>Obs:</strong> a imbuia é excelente para plantios mistos (junto com outras espécies) em áreas de preservação permanente. Também é recomendada para recuperação de matas ciliares em locais sem inundação.</p>
<p>A dispersão de seus frutos acontece principalmente através das aves e de alguns mamíferos que deixam a semente livre da polpa, fazendo sua disseminação.</p>
<p><strong>Homenagem à Imbuia </strong></p>
<p><strong>A cidade de Imbuia (SC) tem esse nome por causa da árvore que representa o seu estado!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRAPP</strong></p>
<p><strong>Cultivando o amor pela terra!<br />
</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transforme seu jardim!</title>
		<link>https://www.trapp.com.br/en/transforme-seu-jardim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 19:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aproveite Melhor o Seu Jardim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gramados! Tudo para que eles fiquem lindos. Uma grama bem plantada é sempre agradável aos olhos, além de ser uma aliada importante do ponto de vista ecológico: nada melhor do que ela para fixar a terra em áreas planas vou em declives evitando erosões. Um gramado pode ainda manter os ambientes livres de poeira, diminuir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gramados!</strong></p>
<p><strong>Tudo para que eles fiquem lindos. </strong></p>
<p>Uma grama bem plantada é sempre agradável aos olhos, além de ser uma aliada importante do ponto de vista ecológico: nada melhor do que ela para fixar a terra em áreas planas vou em declives evitando erosões. Um gramado pode ainda manter os ambientes livres de poeira, diminuir o calor (elimina a reverberação do sol) e dar nova vida ao jardim ressaltando o colorido e as formas das flores e de outras plantas.<br />
E o melhor é que para conseguir uma área de grama saudável e vistosa, você não precisa nem de muito tempo nem de muito trabalho. Precisa apenas conhecer algumas regras básicas de plantio e de manutenção.</p>
<p><strong>Acompanhe as etapas:</strong></p>
<p><strong>Correção do solo:</strong></p>
<p>Uma grama precisa de um solo bem equilibrado. Comece medindo o pH de seu terreno para determinar o índice de acidez ou de alcalinidade da terra. Abaixo de 6/6,5, significa que sua terra está ácida e, nesse caso, para aumentar o pH, utilize calcário dolomítico em pó (contém cálcio e magnésio) de 200 a 300g por metro quadrado. Espalhe bem e misture-o com a terra revolvida em cerca de 10cm.<br />
O índice ideal do pH para gramas, em geral, é entre 6 e 7.</p>
<p><strong>Implantando um gramado: limpeza e adubação do terreno</strong></p>
<p>Comece revolvendo a terra eliminando cacos, tocos e torrões para deixar o solo bem aplainado. Se a terra for pesada e lamacenta (muito argilosa) seria bom melhorar sua estrutura agregando areia fina (uma parte de areia para cada três de terra).  Para terrenos muito leves e arenosos, adicione composto orgânico ou mesmo terra vegetal de boa qualidade<br />
na proporção de uma parte de terra boa para duas partes da que já existe no terreno.<br />
Em ambos os exemplos, logo em seguida acrescente esterco animal bem curtido para não fermentar e queimar as raízes da grama. Vinte litros para cada m2, serão suficientes. Incorpore o adubo e espalhe a terra, com a ajuda de um ancinho, de forma uniforme e harmoniosa. Aguarde de uma a duas semanas para plantar sua grama.</p>
<p><strong>Formas de plantio</strong></p>
<p>Existem 3 formas de implantar um gramado:</p>
<p>Para locais onde o transporte da grama é difícil, pode-se tentar plantar por sementes. Esse método, porém, não garante uniformidade e os brotos correm o risco de serem abafados por matinhos que crescem mais depressa.</p>
<p>Outro processo de plantio seria por mudas, apresenta bons resultados em áreas pequenas. Essas mudas devem ser plantadas simetricamente, de 8 em 8 cm, em sulcos (pequenas valinhas) com 1 a 3 cm de profundidade e regadas com abundância após o plantio.</p>
<p>Agora, vamos às placas&#8230;sem dúvida o método mais rápido, prático e eficiente. No caso de grandes extensões plante por tapetes ou rolos. Nos dois casos, arrume as placas sobre a terra, forrando todo o terreno e calque-as com uma tábua de forma a uniformizá-las.</p>
<p>Preencha todos os vãos entre as placas com terra ou composto orgânico, sem deixar falhas.</p>
<p>Fixe as raízes socando as placas com um socador ou com as costas de uma pá.</p>
<p>Peneire um pouco de terra sobre todo o gramado e regue bastante, sem encharcar.</p>
<p>Importante: as placas precisam ser plantadas rapidamente. Adquira-as apenas quando seu terreno já estiver preparado.</p>
<p><strong>O Corte</strong></p>
<p>Um gramado bonito depende essencialmente de um bom corte. O primeiro deve ser feito quando a grama estiver bem enraizada e espalhada na superfície do solo. Depois, apare quando ela ultrapassar cerca de 10 cm de altura. É fundamental que o aparador &#8211; mesmo uma tesoura de poda &#8211; esteja bem afiado para que as folhas não sejam “mastigadas” ou até arrancadas.<br />
O corte quando não é bem feito prejudica o tecido dessas folhas deixando a grama com as pontas amarronzadas.</p>
<p>Terminado o corte, retire as aparas do local com uma vassoura metálica e use esses resíduos como adubo ou cobertura vegetal para manter a umidade da terra dos canteiros. Limpe também o aparador para que sua lâmina possa estar sempre em ordem e pronta para novos cortes.</p>
<p><strong>Tirando matinhos&#8230;</strong></p>
<p>Em um gramado saudável, você não terá muitas surpresas&#8230; porém, se surgirem matinhos fora de lugar, o jeito é arrancá-los pela raiz, com a ajuda de uma faca ou com as próprias mãos. O controle químico não deve ser utilizado para não prejudicar a própria grama, o solo e as outras plantas que estão perto, pois todas convivem e trocam substâncias por meio da comunicação viva entre raízes. Herbicidas também prejudicam a água e os pássaros. Tudo na Natureza está interligado ainda que nossos olhos não vejam.</p>
<p><strong>Irrigação</strong></p>
<p>Um pé de grama é constituído por 85% de água . Portanto, água é indispensável para o vigor do seu gramado. Em épocas quentes, se a grama ainda não tiver pegado completamente, regue-a todos os dias. Em casos de um gramado já implantado, basta molhar 2 a 3 vezes por semana, nos meses quentes e no período mais frio, uma vez a cada 10 dias. Use irrigadores de aspersão que forneçam um borrifo lento e uniforme.<br />
Para que as folhinhas não fiquem amarelas, as regas devem ser feitas ao entardecer ou de manhã cedo.</p>
<p><strong>Manutenção ou adubação de restituição.</strong></p>
<p>Com aproximadamente 3 meses de idade a grama já é considerada adulta e você já pode anotar: duas a três vezes por ano, adubá-la com materiais ricos em nitrogênio (indispensável para o desenvolvimento das folhas) como composto orgânico peneirado ou esterco bem curtido.</p>
<p>No caso de utilizar as “bolinhas” de NPK (abreviatura de nitrogênio, fósforo e potássio), experimente a fórmula 20/10/10. Haveria suficiente nitrogênio para as folhas, fósforo para a produção de sementes e potássio ajudando na resistência contra pragas e doenças. Espalhe o fertilizante a lanço sobre a grama, de maneira homogênea, na proporção de 30 gramas por metro quadrado. Mas, cuidado! Esse tipo de adubação só pode ser feito em dias chuvosos para a adubação química não queimar o gramado.</p>
<p>Depois de adubar – seja qual for o fertilizante utilizado – regue a grama generosamente.</p>
<p>Qualquer tipo de adubação deve ser feita, preferencialmente, na primavera ou no verão. No inverno a grama “hiberna” e não assimilaria os bons tratos da nutrição.</p>
<p>Além da adubação, outro cuidado que devemos dispensar aos gramados é cobri-los superficialmente, todos os anos, com uma boa camada de terra vegetal ou de terra de profundidade (retirada com cerca de 50 cm abaixo do nível do solo). Esse procedimento básico corrige depressões, nivela a grama e favorece o surgimento de uma nova camada de raízes.</p>
<p><strong>Escolha agora a grama certa para a função<br />
que vai desempenhar:</strong></p>
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<p><strong>Com esses cuidados simples e de grande efeito você vai ver a resposta do seu gramado: beleza e harmonia<br />
por muitos e muitos anos.</strong></p>
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		<title>A Dança das Culturas</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 19:07:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já colheu as hortaliças que foram plantadas. Agora, os canteiros estão vazios ou quase&#8230;É hora de plantar de novo. E, dessa vez, o que será? Vamos repetir a cenoura que deu lindamente? Vamos plantar alface naquele mesmo canteiro onde ela se deu tão bem? E os tomatinhos&#8230; vale a pena repeti-los naquela parte do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você já colheu as hortaliças que foram plantadas. Agora, os canteiros estão vazios ou quase&#8230;É hora de plantar de novo. E, dessa vez, o que será? Vamos repetir a cenoura que deu lindamente? Vamos plantar alface naquele mesmo canteiro onde ela se deu tão bem? E os tomatinhos&#8230; vale a pena repeti-los naquela parte do terreno?</strong></p>
<p><strong>A resposta é uma só: as hortaliças gostam de variar de lugar. Gostam de se revezar e de “dançar” umas com as outras dentro da saudável técnica da rotação de culturas, tema que você acompanha a seguir.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Primeiro passo:</strong></p>
<p>Após as colheitas deve-se revolver o solo dos canteiros novamente, fazer a adubação e escolher uma nova cultura. Isso porque o plantio contínuo de uma mesma hortaliça, da mesma família, no mesmo lugar, acaba esgotando o solo em relação aos nutrientes específicos que aquela planta exige. Por si, esse ponto já vai tornar o desenvolvimento da planta sucessora, muito mais fraco.</p>
<p><strong>Outra vantagem da rotação:</strong> quando repetimos as famílias de plantas sempre no mesmo lugar, estamos, sem querer, atraindo predadores e doenças também específicas de tais plantas. Como se os insetos já conhecessem aquela “praia” e soubessem qual o “prato do dia” que ali está servido, no caso, aquela planta ou plantas da mesma família botânica de sempre.</p>
<p><strong>E, como planejar essa rotação de forma equilibrada?</strong></p>
<p><strong>Segundo passo:</strong></p>
<p>O melhor é fazer a rotação de cultura com famílias diferentes. <strong>Por exemplo: pimentão e tomate são da família solanácea, então podem se revezar com a família brássica, que tem como membros a couve, o rabanete, a rúcula, etc.</strong></p>
<p>Outro ponto para determinar de forma eficiente essa rotatividade é alternar hortaliças de folhas <strong>(alface, couve, almeirão, etc.), de raízes (beterraba, cenoura, nabo, rabanete, etc.)</strong>  e de frutos ou flores <b>(tomate, ervilha torta, brócolis, couve-flor, etc.) ,</b> tendo sempre presente a qual família pertencem.</p>
<p><strong>Terceiro passo:</strong> <strong>Amigos vem para ajudar.</strong></p>
<p>Os membros da família <strong><a href="https://www.google.com/search?q=fam%C3%ADlia+fab%C3%A1cea&amp;sca_esv=598771579&amp;rlz=1C1GCEU_pt-BRBR1018BR1018&amp;sxsrf=ACQVn0-nmauujH3EuYD05VmNg2mJKn955Q%3A1705403644523&amp;ei=_GSmZZLGH6TC5OUPtaCK2AQ&amp;udm=&amp;ved=0ahUKEwiStLjT4-GDAxUkIbkGHTWQAksQ4dUDCBA&amp;uact=5&amp;oq=fam%C3%ADlia+fab%C3%A1cea&amp;gs_lp=Egxnd3Mtd2l6LXNlcnAiEWZhbcOtbGlhIGZhYsOhY2VhSKYBUABYAHAAeAGQAQCYAQCgAQCqAQC4AQPIAQD4AQL4AQHiAwQYACBB&amp;sclient=gws-wiz-serp">fabácea</a> (feijão, feijão-de-vagem, ervilha, grão-de-bico, lentilha, etc.) </strong>devem ser incluídos pelo meio dos canteiros, nas bordas ou em algum lugar perto das hortaliças. Além de melhorar a estrutura do solo, eles incorporam nitrogênio.</p>
<p>Também é importante a presença de flores na horta para atrair insetos e proteger as hortaliças. Ou mesmo, para atrair certos insetos que se alimentem das “pragas” dos legumes e verduras plantados. Por exemplo, todo mundo conhece a joaninha e sabe que ela é atraída pelas flores e que sua presença entre as plantas faz os pulgões estremecerem&#8230; já que eles são o prato predileto da graciosa joaninha.</p>
<p><strong>Quarto passo:</strong><strong> quando as colheitas terminarem, a vida continua e seus restos podem e devem ser incorporados ao solo para melhorar suas condições físicas.  </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Resumindo&#8230;</strong></p>
<p>A rotação de culturas faz com que a terra seja permanentemente regenerada e restaurada, inclusive por meio das plantas espontâneas, aquelas que nascem sem que ninguém tenha plantado (e que em muitos casos chamamos de <strong>PANCs</strong>). A simples prática de movimentar e trocar as culturas auxilia que os vegetais sejam mantidos com vigor pela renovação natural que as próprias plantas vão trazendo aos canteiros e aos locais onde vão sendo plantadas de forma ordenada, organizada e alternada.</p>
<p><strong>O quadro das Principais Famílias:</strong></p>
<p><strong>ASTERACEAE (antiga Compositae)</strong>: alface, girassol, margarida, etc.</p>
<p><strong>FABACEAE (antiga Leguminosae)</strong>: feijões, ervilha, grão-de-bico, lentilha, jatobás, etc.</p>
<p><strong>APIACEAE (antiga Umbeliferae)</strong>: cenoura, aipo, salsa, erva-doce, etc.</p>
<p><strong>MALVACEAE</strong>: quiabos, hibiscos, etc.</p>
<p><strong>POACEAE (antiga Gramineae)</strong>: milhos, cevada, trigo, etc.</p>
<p><strong>AMARANTHACEAE (antiga Chenopodiaceae)</strong>: beterraba, acelga, espinafre, amaranto, etc.</p>
<p><strong>BRASSICACEAE</strong>: rabanete, nabo, agrião, mostarda, brócolis, couve, couve-flor, rúcula, etc.</p>
<p><strong>SOLANACEAE</strong>: tomate, berinjela, jiló, batata, pimentão, etc.</p>
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		<title>O Poder das Plantas &#8211; Homeopatia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 16:57:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homeopatia: respeito à vitalidade de todos os seres vivos. Uma forma surpreendente de tratar a Natureza é utilizar a homeopatia. E as plantas se dão muito bem com essa prática terapêutica que leva em conta, todo o tempo, a saúde inata que existe em cada vida. Como disse um dedicado médico homeopata: “nosso corpo é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Homeopatia: respeito à vitalidade de todos os seres vivos.<br />
</strong>Uma forma surpreendente de tratar a Natureza é utilizar a homeopatia. E as plantas se dão muito bem com essa prática terapêutica que leva em conta, todo o tempo, a saúde inata que existe em cada vida.<br />
Como disse um dedicado médico homeopata: “nosso corpo é como um barco que se dirige a um destino único de paz, amor e bem, um porto seguro. As doenças e desequilíbrios são as turbulências, as tempestades, os ventos fortes. Tudo o que faz esse barco sair de sua rota, ou se perder. O que precisamos é colocar de novo o barco em seu caminho e isso <strong>se aplica a todas as formas de vida</strong>, pois a homeopatia trabalha com a Energia. É ela que reconduz as coisas”.</p>
<p><strong>E como funciona esse princípio? </strong><strong>Simples assim&#8230;<br />
</strong>A atuação da homeopatia incentiva os processos de cura nos vegetais, animais, seres humanos e sistemas vivos, como o solo, a água e o ar. Se uma determinada forma de vida está enfraquecida e sem resistência poderá apresentar problemas. Como se contraísse uma doença porque está doente e nesse caso é preciso “colocar o barco em seu caminho”. Assim, a homeopatia, por meio de suas dinamizações, restaura ou recupera o equilíbrio da totalidade daquele organismo. Por isso, essa terapêutica secular cuida de acionar a vitalidade inerente ao ser ou ao sistema, trazendo de volta sua saúde sem extinguir qualquer tipo de agente (como insetos, por exemplo), mas, antes, criando condições para que o próprio organismo possa se defender e conviver com as intempéries e com qualquer adversidade.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/1-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-131255" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/1-1-1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS </strong><strong>PARA PLANTAS</strong></p>
<p>Utilize um de cada vez, de acordo com a necessidade. &#8211; <em>Baseado no Caderno de Homeopatia da Universidade Federal de Viçosa- MG</em></p>
<p><strong><em>Achillea millefolium<br />
</em></strong>A homeopatia dessa planta, conhecida como mil-folhas, coloca elementos como o carbono, o nitrogênio e o enxofre no lugar correto e na proporção adequada para compor a molécula proteica, um processo natural e orgânico. Sem falar que ela aumenta o teor de nitrogênio e auxilia a planta a gerar uma fortaleza e estabilidade que a defende dos ataques externos.<em> </em></p>
<p><strong><em>Apis mellifica<br />
</em></strong>Este medicamento vem das abelhas e trabalha a fraqueza da planta causada pela alta produção. Aplica-se também em espécies pouco tolerantes ao calor, cujo pólen apresenta baixa fertilidade, e para casos de queda prematura de flores e frutinhos. Também pode ser utilizada em animais que apresentem alergia a picadas de insetos.</p>
<p><strong><em>Arnica montana<br />
</em></strong>É o preparado homeopático mais indicado em casos de traumas energéticos e físicos que causem estresse (podas, transplantes, desbastes, colheitas que danificam os galhos, deficiência hídrica, clima frio em época de calor ou vice-versa, danos repentinos por ataque de insetos, geadas e traumas causados por incêndios). Também atua em traumas causados aos animais (parto, vacinas, sustos, choques, transtornos).</p>
<p><strong><em>Calcarea carbonica<br />
</em></strong>Uma homeopatia que pode ser dada para todas as plantas, especialmente para aquelas que não respondem à fertilidade do solo ou demoram na emissão de novas raízes. Também para as que estão com desenvolvimento lento (crescimento e florescimento) e/ou apresentam amarelamento das folhas. É indicada nos casos de compostagem lenta, com resíduos de difícil decomposição.</p>
<p><em><strong>Carbo vegetabilis</strong><br />
</em>Quando há fraqueza geral. Após ataque de insetos, desfolhamentos, em condições de deficiência hídrica, fases de alta/baixa temperatura, espaçamento adensado, aborto de flores, morte de gemas e para plantios em solos compactados. Este medicamento funciona como uma espécie de “levante” em qualquer ocasião. Também é recomendado aos animais prostrados e fracos. Tem origem no carvão vegetal obtido do carvalho, que contém potássio e o poder curativo do enxofre.</p>
<p><strong><em>Chamomilla officinalis<br />
</em></strong>Capta o cálcio e o elabora para a saúde das plantas. Aumenta o teor de nitrogênio. É a nossa querida camomila.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/3.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-131269" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/3.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong><em>Cuprum metallicum<br />
</em></strong>Quando as plantas estão intoxicadas com produtos à base de cobre ou ficam sem crescimento, sem desenvolvimento. Essa homeopatia é recomendada na dinamização 30CH.</p>
<p><strong><em>Ferrum<br />
</em></strong>Para folhas amarelando, estresse por mudança de lugar ou em caso de plantio em solos compactados.</p>
<p><strong><em>Magnesia carbonica<br />
</em></strong>Quando uma planta apresenta deficiência na floração ou desprende as flores recém-nascidas, experimente a <em>Magnésia carbonica</em>. Também em casos de sensibilidade a baixas temperaturas, excesso ou deficiência de magnésio ou cálcio e nos cultivos com falta de vigor nas plantas.</p>
<p><strong><em>Melinis minutiflora<br />
</em></strong>Uma homeopatia feita a partir do capim gordura. É um protetor das plantas. Age equilibrando fungos, ácaros, ferrugens. Auxilia no tratamento da sarna e nas erupções cutâneas nos animais.</p>
<p><strong><em>Phosphorus<br />
</em></strong>É recomendado nos casos de excesso de transpiração por intolerância ao calor. Estimula o crescimento das plantas sendo indicada para espécies exigentes quanto à adubação.</p>
<p><strong><em>Pulsatilla<br />
</em></strong>Indicada principalmente para hortaliças que apresentam intolerância ao local de cultivo, ou que estão em áreas onde falta ventilação. Estimula a frutificação.</p>
<p><strong><em>Silicea<br />
</em></strong>Utilizada em plantas raquíticas ou com crescimento estiolado. Beneficia as espécies com ataque de míldio ou de outros fungos. Interrupções no crescimento e atraso na produção também são motivos para o uso deste medicamento.</p>
<p><strong><em>Staphysagria<br />
</em></strong>Quando uma planta recebe agressões e traumas por enxertos ou cruzamentos com outras variedades ou espécies, a homeopatia é <em>Staphysagria</em>. Nos casos de ataques de pulgões, nematoides ou ácaros, esta homeopatia também é indicada, bem como em situações de sombreamento, de frio e após danos por perda de ramos/folhas. Para os animais, podemos utilizá-la nas infestações de pulgas.</p>
<p><strong><em>Taraxacum officinalis<br />
</em></strong>Equilibra o ácido silícico para a estabilidade da planta, reequilibra a capacidade natural de absorver a água sem gerar deficiência hídrica. É o conhecido dente-de-leão.</p>
<p><strong><em>Thuya occidentalis<br />
</em></strong>Nos casos de ocorrência de “calosidades”, “verrugas” (muitas árvores apresentam estas anomalias), em casos de ventos frios/quentes que prejudiquem as plantas. Para os animais, em casos de tumores e após vacinação.</p>
<p><strong><em>Valeriana officinalis<br />
</em></strong>Atua no desempenho do fósforo que na maioria das vezes se encontra preso no solo ajudando a disponibilizá-lo uma vez que ativa as substâncias fosfóricas até mesmo nas ponteiras de brotos novos. Oferece resistência às plantas contra geadas. Vitaliza os micro-organismos e as minhocas.</p>
<p><strong>RESULTADOS PRÁTICOS</strong></p>
<p><strong>ADEUS TRAUMA<br />
</strong>Era uma vez, uma amoreira que reiteradamente tinha que ser podada, pois seus galhos incomodavam o vizinho da casa de uma amiga. Para não estressar a árvore, essa amiga optou pelas aplicações homeopáticas com a Arnica CH6. Assim, a cada poda, a bela amoreira recebia pelo menos sete dias de pulverizações com a medicação. O resultado é que a árvore sempre se recuperou rapidamente, como se as podas não alterassem seu vigor.</p>
<p><strong>CURAR É SIMPLES<br />
</strong>Um amigo comprou um vasinho de manjericão em um supermercado. Logo percebeu que a bela plantinha havia sido criada com adubo químico. Ao transplantá-la para o canteiro, a planta tinha dificuldades para crescer e se adaptar ao ambiente natural. Isso acontece quando desde muito pequena a planta é acostumada a altas doses de químicos para poder crescer rápido. Nesse caso, a prioridade foi desintoxicá-la com o Nux Vomica CH6 por sete dias. Após um descanso de mais três dias, a planta recebeu o Carbo Vegetabilis CH6, por duas semanas. Hoje o pé de manjericão vive tranquilo e sem cobranças. E seu cuidador pode servir-se de suas folhinhas sem prejuízos à saúde.</p>
<p><strong><br />
</strong><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS NO SOLO<br />
</strong></p>
<p><em><strong>Silicea</strong> &#8211; </em>Auxilia a recuperar a fertilidade do solo.</p>
<p><em><strong>Ferrum</strong> &#8211; </em>Ajuda no processo de estruturação do solo. Elementos como ferro, alumínio, mercúrio, arsênio, chumbo, podem estar naturalmente presentes na terra em grandes concentrações ou como resíduos de agroquímicos. A homeopatia destes elementos é útil na desintoxicação da contaminação.</p>
<p><em><strong>Alumina</strong> &#8211; </em> Equilibra o alumínio e reduz a necessidade de calagem.</p>
<p><em><strong>Magnesia carbonica e Calcarea carbônica</strong> &#8211; </em>Atuam na conservação da matéria orgânica e ciclagem de nutrientes.</p>
<p><em><strong>Sulphur</strong> &#8211; </em>Desintoxica o solo, jogando fora seus desequilíbrios.</p>
<p><em><strong>Natrum muriaticum</strong>&#8211; </em>Equilibra os sais minerais no solo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS PARA ÁGUA</strong><strong> </strong></p>
<p><em><strong>Carbo vegetabilis</strong> &#8211; </em>É o remédio da despoluição de resíduos físicos, biológicos e químicos nas águas. No caso dos resíduos biológicos e químicos é preciso associá-la com <em>Nux vomica</em>.  O <em>Carbo vegetabilis</em> (carvão vegetal) também retira os odores fétidos de algumas águas.</p>
<p><em><strong>Nux vômica </strong>&#8211; </em>Principalmente para poluição química.</p>
<p><em><strong>Pyrogenium </strong>&#8211; </em>Eliminação de odores desagradáveis (assim como o <em>Carbo vegetabilis)</em>.</p>
<p><em><strong>Ferrum metallicum e Silicea</strong> &#8211; </em>No caso de excesso de ferro na água.</p>
<p><em><strong>Escherichia colli </strong>&#8211; </em>Equilíbrio dos micro-organismos na água.</p>
<p><strong><u>Como utilizar:</u></strong></p>
<ul>
<li><strong>Nos Rios. </strong>O processo de homeopatia dos rios é extremamente simples e de baixo custo. Basta observar a parte do rio onde existam remansos. Ali, estrategicamente, colocamos as homeopatias gotejando – como descrito no quadro abaixo. Caso o remanso esteja muito estacionado, as virtudes homeopáticas podem gotejar em outros pontos do curso fluvial. Por exemplo, em quedas d´água, vertentes ou cachoeiras de fácil acesso. Ao se adicionar aí as homeopatias, cada gota fará com que todo o volume de água se torne homeopático por meio da sucção gerada pelos movimentos circulares naturais. Além disso, a água corrente desse rio irá percorrendo trajetos até atingir novos afluentes.</li>
<li><strong>Nas Correntes marítimas. </strong>Parece um pouco ousado, mas é possível. Os mares e oceanos podem ser homeopatizados diretamente. Além de terem o continuo movimento das ondas, têm o contínuo movimento das correntezas. Ao identificá-las cartograficamente pode-se manter grupos de pessoas para homeopatizá-las. Com o movimento natural essas correntes irão gradativamente fazendo novas dinamizações, aumentando ainda mais os benefícios para a vida marinha.</li>
<li><strong>Nos Lagos. </strong>Proceder do mesmo modo que se faz com os rios. A diferença é que em lagos ou represas, pode ser mais fácil escolher um ponto para deixar o garrafão.<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong>Preparo da homeopatia no garrafão</strong><strong> </strong></p>
<p>Lave bem um garrafão de vidro ou de plástico (de 5 ou 10 litros) que tenha sido de água mineral. Preencha ¾ do volume com água natural destilada ou mineral e coloque 20 gotas por litro da homeopatia escolhida. Faça de 20 a 100 sacudidas – se possível na horizontal – de um lado para outro, para a água absorver a virtude curativa da homeopatia. Em seguida prepare uma rolha ou a própria tampa de plástico de forma que goteje de meio em meio minuto ou de um em um minuto. Coloque o garrafão de boca para baixo no local desejado, sempre à sombra<strong>.</strong> Dia e noite gotejando, uma despoluição significativa poderá ocorrer.</p>
<p><strong><u><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-131268" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></u></strong></p>
<p><strong><u>HOMEOPATIAS NA PRÁTICA</u></strong></p>
<p><strong>Posologia para todos os casos</strong><strong>: </strong></p>
<p>20 Gotas por litro de água pura e limpa. Você pode adaptar esse número de gotas de acordo com o tamanho do pulverizador, e quantidades de plantas que vão receber a medicação.<br />
A utilização deve ser feita pela manhã, nas primeiras horas do dia, ou ao final da tarde. Utilizar pulverizador ou recipiente novo, nunca utilizado antes com qualquer produto. O ideal é identificá-lo, deixando-o reservado para esse fim. Ao mudar de homeopatia, lave-o cuidadosamente somente com água. Na última lavagem pode-se utilizar álcool.</p>
<p><strong><em>Um ciclo de tratamento leva, em geral, de 7 a 14 dias.</em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>Cuidados especiais para guardar homeopatias:</strong></p>
<p>Deixe-as em locais ventilados, sem umidade e sem calor, sempre longe de aparelhos elétricos ou eletrônicos como TV, geladeira, celular, computador, micro-ondas, etc.<br />
Exija frascos de cor âmbar para maior proteção da luz. Não colocá-las em locais com cheiros fortes (perfumes, inseticidas, incensos, etc.) Nem usar naftalina em casa.</p>
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		<title>A arte de cultivar Plantas dentro de Casa &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 08 May 2023 19:46:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As plantas que vivem em vasos, convivem conosco como um membro da família. Por isso devemos conhecer seus costumes, suas necessidades e também aquilo que elas não gostam. A manutenção correta dessas vidas vegetais se torna uma arte quando, em primeiro lugar fazemos a escolha certa daquilo que vamos cultivar. Para isso precisamos ser conhecedores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As plantas que vivem em vasos, convivem conosco como um membro da família.<br />
Por isso devemos conhecer seus costumes, suas necessidades e também aquilo que elas não gostam. A manutenção correta dessas vidas vegetais se torna uma arte quando, em primeiro lugar fazemos a escolha certa daquilo que vamos cultivar. Para isso precisamos ser conhecedores da planta correta para cada tipo de ambiente.<br />
Nesse mês, você vai ter sugestões e a ficha de exemplares próprios para locais muito acolhedores:</p>
<p><strong>AMBIENTES FRESCOS SEMI-SOMBREADOS:</strong></p>
<p><u>Atenção: essas plantas não devem ser cultivadas em escritórios</u></p>
<p><strong>Antúrio vermelho ou branco</strong> <strong>&#8211;</strong> <em>Anthurium andreanum (vermelho) e Anthurium ornatum (branco)</em></p>
<p>Planta excelente para vasos. É originária da Colômbia. Dá flores na primavera-verão. Durante essa época, adube o vaso pelo menos por 3 vezes. A cada dois ou três anos, o antúrio precisa mudar de recipiente.  Reenvase-o, utilizando a seguinte mistura de substrato: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal, 2 partes de composto orgânico acrescido de húmus de minhoca. É planta de meia-sombra, mas precisa de luz, não de sol forte. O ideal é pegar o solzinho ameno logo de manhã A luminosidade deve sempre incidir sobre o vaso. Gosta de clima úmido. É planta perene mas precisa ser bem cuidada.<br />
Regue 2X por semana, sem nunca encharcar. Para garantir-lhe umidade constante, coloque o vaso sobre um prato forrado com seixos ou turfa sempre úmidos. Porém não deixe água nesse pratinho para não apodrecer as raízes. Multiplica-se por divisão de touceira. Para favorecer o surgimento de flores novas, retire as murchas e as folhas amareladas, pique e deixe no solo para alimentar a planta.<strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-130045" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/1-3.jpg" alt="" width="231" height="300" /></a></p>
<p><strong>Lírio-da paz ou bandeira-branca &#8211; </strong>(Spathiphyllum wallisii)</p>
<p>Ele parece um antúrio branco, mas não é! É que os dois são da mesma família botânica: aráceas. O conhecido lírio-da-paz também tem sua origem na América do Sul, especialmente Colômbia e Venezuela e é associado a qualidades como tranquilidade, harmonia, paz, otimismo, pureza. Do ponto de vista científico, essa planta ajuda a eliminar as toxinas do ar. Planta de meia-sombra, não foge à regra de precisar de luminosidade por algumas horas por dia, e nunca ficar sob sol direto. Gosta de clima úmido e é perene, vivendo por muito tempo quando bem tratado. Gosta de solo úmido, sem encharcamento. Excesso de umidade leva ao apodrecimento das raízes. Substrato ideal rico em matéria orgânica: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal, 2 a 3 partes de composto orgânico acrescido de húmus de minhoca. Pode-se acrescentar um pouco de areia fina ou de turfa. Adube 3X por ano. Procure manter as folhas sempre limpas (e brilhantes), passando um pano úmido. Multiplica-se por divisão de touceiras. Pode ser encontrado na forma de lírio-da-paz miniatura (com folhinhas mais finas e flores menores) ou como lírio-da-paz gigante, com folhas mais largas e de um verde mais intenso. Seja como for, o lírio-da-paz sempre cresce de forma equilibrada. Quando a “casa” (vaso) estiver muito cheia, é hora de desbastar, dividindo mudas e criando novos e lindos vasos!</p>
<p><strong>Nandina ou bambú-do-céu ou avenca-japonesa &#8211;</strong> <em>(Nandina domestica)</em></p>
<p>Essa planta ornamental possui folhinhas lindas e delicadas que se tornam vermelhas no outono&#8230; Parecida com o bambú, tem longos ramos e folhas estreitas. Em vasos, pode atingir 1,70m. Multiplica-se por brotos, estacas, divisão de touceira ou sementes. Originária da China e do Japão, pode ser cultivada externamente no chão de terra ou em vasos fora e dentro de casa. Quanto maior o tamanho do recipiente, maiores as condições da planta se desenvolver. Vai bem ao sol, mas melhor à meia-sombra. Prefere clima ameno. Regas 2X por semana, mas no verão pode precisar de mais água. Nutra sua nandina com um substrato fértil com boa matéria orgânica na proporção de 1 parte de terra vegetal para 1 parte de terra comum, 2 a 3 partes de húmus de minhoca acrescido de composto orgânico. Adube pelo menos 4X ao ano. Pode os ramos secos. A floração é branca e se transforma em frutinhos vermelhos, com sementes.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/3-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-130046" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/3-1-2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Nertera ou planta-de-contas-de-coral &#8211;</strong> <em>(Nertera depressa – granadensis)</em></p>
<p>Originária de várias regiões banhadas pelo oceano Pacífico (países da Ásia, Oceania e das Américas). Essa plantinha de meia-sombra é perene e rasteira, formando moitas pequenas e arredondadas. Sua altura varia de 5 a 8cm com diâmetro que chega a 50cm. Não tolera calor intenso. Suas folhas são suculentas, arredondadas, de verde vivo. No final do verão, a surpresa! A partir de minúsculas flores, a plantinha se enche de pequenos frutos brilhantes de cor vermelha, coral ou laranja com uma exuberância que dura cerca de 3 meses. Multiplica-se por sementes obtidas dos frutinhos já secos ou por meio de divisão de ramos com raiz. Dizem os especialistas que a nertera é uma planta para “experts”, por causa dos cuidados especiais que ela precisa. O substrato desse gracioso vegetal exige arejamento e boa drenagem ao mesmo tempo que precisa de umidade. Utilize terra vegetal acrescida de composto orgânico e/ou húmus de minhoca, vermiculita ou casca de arroz para dar arejamento, turfa e/ou fibra de coco. De outubro a abril nutra-a uma vez por mês com uma solução de adubo líquido próprio para esse tipo de plantinha (leia atentamente as instruções no rótulo). Regue para manter sempre a umidade, sem água em excesso. Pode-se colocar um prato com pedrinhas e um pouco de água sob o vaso. Mas, tenha cuidado! Água no pratinho pode ocasionar podridão nas raízes. Fique atento. Reenvase-a numa mistura com turfa quando o vaso estiver muito cheio.</p>
<p><strong>Begônias (de vários tipos) &#8211;</strong> <em>Begonia bowerae, begônia masoniana, begônia rex, etc.</em></p>
<p>Existem mais de 1400 espécies de begônias. Dentre elas, as que dão flores, como a begônia rex. Essas plantas tropicais adoram umidade no ar, não gostam de vento e de friagem. Devem ficar à meia-sombra, mas tomando o solzinho da manhã 2h por dia. Já o sol forte, nem pensar! Queima as folhas! Outra coisa com a qual as begônias não se dão bem: maresia. As begônias precisam de água de 2 a 3X por semana. Regue, sem encharcar. Sinal de falta de água: folhas ficam secas, mais crocantes do que já são naturalmente. Excesso de água nas begônias se detecta quando o cabinho das folhas fica marrom e podre. Substrato: composto orgânico, húmus de minhoca, matéria orgânica com o arejamento da vermiculita. Terra vegetal faz a base de tudo. Você também pode utilizar um pouco de substrato comercial próprio para mudas e um pouco de substrato para samambaias. A turfa entra nesse time. Propagação: a partir das próprias folhas ou de estacas (quando a folha tem a haste longa) e por divisão de rizomas.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/2-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-130048" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/2-1-2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Cissus ou cipó-uva ou uva-do-mato &#8211;</strong> (<em>Cissus rhombifolia)</em></p>
<p>Uma planta de brilho próprio! Na sua juventude as folhas são verde-claro e na maturidade atingem um verde-escuro muito brilhante. É da mesma família das parreiras ou videiras e suas belas folhas recortadas, parecem com as da “prima” uva. Seu caulezinho é castanho-dourado e suas gavinhas (órgão que a caracteriza como trepadeira) cobertas de uma penugem muito delicada. Elegante e decorativa, se dá bem tanto em ambientes internos como externos, sendo que à meia-sombra vai ainda melhor, o que não quer dizer que ela não precise de claridade e de um solzinho ameno por umas 2h por dia, porém o sol forte queima suas folhas! Muito versátil, pode ser cultivada em vasos suspensos, pendurados, ou em vasos que fiquem sobre aparadores altos. Isso porque o cissus é uma trepadeira que tanto pode correr por grades e treliças, como pode virar uma planta pendente (com efeito cascata). É originária da América Latina e gosta de temperatura amena. Seu crescimento é rápido. O substrato deve ter boa quantidade de matéria orgânica (composto, húmus, etc.) e boa drenagem. Para isso utilize fibra de coco, vermiculita e tudo o que permita a aeração. O bokashi também é uma forma de fertilização bastante interessante. As indicações de quantidade vêm no rótulo. O cissus gosta de regas regulares (2 a 3X por semana) mas, como toda planta, não suporta o encharcamento. Quando há estiagem, o cissus costuma perder suas folhas. Uma planta que não precisa de podas. Multiplica-se por estacas de galhos.</p>
<p><strong>FIQUE DE OLHO</strong></p>
<ul>
<li>Todas as plantas em vasos gostam e precisam ser adubadas a cada 4 meses, no mínimo. Coloque a “nutrição” própria, afofando, com uma pazinha de jardinagem, os primeiros 5 cm da terra e misture os adubos.</li>
<li>Fundamental: todo vaso precisa ter furos de drenagem na sua base que devem ser cobertos com pedriscos para não entupirem.</li>
</ul>
<p><em>Por: Cynthia de Oliveira Frank</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Histórias Verdes &#8211; Conexão entre Pessoas e Plantas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 22:40:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você acredita que uma planta possa nos inspirar a fazer algo certo para aquele momento? Acredita que sementes possam nos curar de insônia? Acredita que uma árvore desata os nós de nossa consciência e pode ser nossa confidente? No seu íntimo, você tem fé que possamos recuperar consciências humanas salvando árvores? Então, leia essas singelas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.trapp.com.br/en/conexao-entre-pessoas-e-plantas/">Histórias Verdes &#8211; Conexão entre Pessoas e Plantas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.trapp.com.br/en">Trapp</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você acredita que uma planta possa nos inspirar a fazer algo certo para aquele momento?<br />
Acredita que sementes possam nos curar de insônia?<br />
Acredita que uma árvore desata os nós de nossa consciência e pode ser nossa confidente?<br />
No seu íntimo, você tem fé que possamos recuperar consciências humanas salvando árvores?</p>
<p>Então, leia essas singelas histórias, cada uma vivenciada por uma pessoa diferente, mas todas com algo em comum: dizer ao Universo que aqui na Terra ainda tem gente sensível diante da profunda amizade que emana da Natureza!</p>
<p><strong>O pinheiro confidente</strong><br />
“Conheci aquele pinheiro (Pinnus elliotti) há muitos anos atrás. Seu porte é esguio, sua ramificação suave, mas que força ele traz como guardião do pequeno espaço onde mora! Certa vez, cansada de buscar soluções para meus problemas, sentei-me sob seus ramos e encostei a cabeça no tronco, lembrando dos povos antigos que consultavam as árvores e as tinham como confidentes. Perguntei-lhe, então, o que deveria fazer para sair de tal situação e veio-me a resposta. Algo inusitado que vinha ao encontro de minha aspiração mais profunda: &#8211; Procure tal pessoa e partilhei com ela tal coisa&#8230; Foi tão claro que pensei tratar-se de minha imaginação ou que fosse uma resposta vinda de meu próprio interior. Sim! Era isso. Mas, a resposta interna só pôde emergir quando me sentei sob o pinheiro guardião e confiei inteiramente meu problema, de meses, a ele.<br />
As árvores mexem com o nosso interno e puxam de lá as respostas para nossa vida. Precisamos apenas amar e confiar”.<br />
<em>Bruna G., 42 anos</em></p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/baixa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-129722" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/baixa.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a></p>
<p><strong>Questões urbanas, Compreensão cura indiferença<br />
</strong>“Um dos principais problemas sofridos pelas árvores hoje é a falta de interesse. As árvores são tratadas como uma ‘coisa’ que está ali em pé. Há uma indiferença, uma falta de atenção. Outro dia o faxineiro do prédio onde moro sugeriu que cortássemos o belo<em> jacarandá-mimoso</em> que está na porta do edifício, pois suas flores ao caírem na calçada estavam dando mais trabalho para ele varrer. Imediatamente chamei pela inteligência dele. Não o critiquei, nem julguei. Disse apenas que tinha certeza que ele conhecia um pouco de biologia. Que sabia a importância que uma árvore tem nas grandes cidades no sentido de ajudar a despoluí-la. Que ele sabia que uma flor se transforma em semente e que sem sementes não temos mais árvores no mundo. Chamei também pelo seu senso de beleza. Será que ele preferia áreas totalmente cimentadas, sem um verdinho, ou será que ele gostava de ouvir um pássaro cantar, sentir um aroma agradável de flor e sentar-se sob uma sombra refrescante em dia de calor intenso? Ele parou, pensou e ficou tão orgulhoso por se sentir inteligente que esqueceu um pouco da vassoura”.<br />
<em>Sonia Maria O., 54 anos</em></p>
<p><strong>Irmã de sangue<br />
</strong>“Pouca gente sabe, mas a estrutura molecular do pigmento verde da clorofila é idêntica a estrutura molecular do pigmento vermelho da hemoglobina do sangue humano. A única diferença está em um átomo: na clorofila ele é de magnésio e no sangue ele é de ferro. Talvez por isso quando tomamos um suco verde pela manhã ou fazemos uma caminhada junto ao verde nos sentimos tão bem. O nosso sangue deve ficar numa felicidade enorme, pois ele está recebendo alguma coisa que o complementa. Ou seja, ele está recebendo o verde que no fundo é ele mesmo. É interessante notar que na arte as cores verde e vermelho são complementares. Sabemos agora que essa união não acontece só na arte. Nós precisamos do verde para viver porque o nosso sangue precisa de oxigênio. As árvores mais uma vez se fazem vitais”.<br />
<em>Ana Maria S.,67 anos</em></p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-129724" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/2.jpg" alt="" width="300" height="277" /></a></p>
<p><strong>Um encontro restaurador</strong><br />
“Contou-me uma amiga que estava passando por uma fase de insônia que, um dia caminhando por uma trilha arborizada, encontrou um <em>araxixá</em> enorme. Os <em>araxixás</em> ou <em>chichás</em> são árvores de grande porte e beleza. Este exemplar estava em plena fase de frutificação, na qual oferece seus magníficos estojos ou cápsulas que guardam sementes fortes, negras e comestíveis. Esse estojo, ainda no pé, tem uma cor externa vermelho-rubi e internamente apresenta um amarelo-ouro onde descansam as sementes que acaba de construir. Minha amiga ficou tão deslumbrada com o espetáculo que se aproximou ainda mais da árvore e começou a conversar com ela.<br />
Sentia no coração a comunicação com aquela espécie que lhe dizia para ser firme, não titubear, não duvidar, andar com passos firmes no chão e cabeça ereta, digna de quem sabe para onde se dirige. Em seguida, apresentou-lhe um pé de alfavaca, sua vizinha, oferecendo a esta amiga suas pequenas e aromáticas folhas. A árvore a fez perceber que elas cuidariam de seu pulmão, fortalecendo-a. Minha amiga ficou tão grata que chorou, pedindo ao <em>araxixá</em> que a abraçasse. Assim, aquele ser humano e o ser árvore permaneceram alguns minutos. Ao se despedir, a amiga pediu ao araxixá alguns estojos com sementes, pois tinha a intenção de propagar sua espécie e de distribuir os estojos como presentes para os amigos. O <em>araxixá</em> “agradeceu”, e ela foi levada a olhar para o chão – visto que os estojos pendurados nos galhos eram de difícil acesso. Ao olhar para o solo, minha amiga deparou-se com dezenas desses belíssimos aparatos, recolhendo-os todos. Mais uma vez agradecida, ela ia se retirar quando aquela incrível árvore comunicou ao seu coração que colocasse os estojos e as sementes próximos de sua cama e, quando precisasse, lembra-se do araxixá. Como um anjo verde ele iria ajudá-la. Assim fez a amiga e após sete dias, plantou as sementes que trata como preciosas joias. No coração, permaneceu a amizade, o apoio e a certeza de que as árvores são muito mais do que árvores. O amor incondicional que possuem eleva a nossa pessoa a um estado de pura confiança que tudo restaura”.<br />
<em>Natália C., 37 anos</em></p>
<p><strong>Limões socorristas</strong><br />
“ O cheiro que saia do ralo da pia da cozinha era insuportável. De produtos químicos, de removedor. Exalava por toda a casa, refluxo de um sistema de esgoto mal construído. Atiramos água fervente, produtos de limpeza e nada, o odor prosseguia e já era de noite. Como vamos dormir com esse cheiro? Era a pergunta. De repente a inspiração: o reino vegetal respondia e acudia mais uma vez. Peguei todos os limões que tínhamos e fui espremendo um a um dentro do ralo. O cheiro passou quase de imediato. Receita para fortes odores? Mais que isso. Uma constatação de que os vegetais ajudam o homem até em momentos inesperados. Libera situações. Quando você se encontrar em dificuldades, chame por este reino”.<br />
<em>Luiza P. 45 anos</em></p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-129725" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/3.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a></p>
<p><strong>As patas-de-vaca do hospital</strong><br />
“ O grupo de patas-de-vaca de flores brancas mora em uma das mais movimentadas avenidas de Varginha, MG. Elas estão enraizadas na calçada de um grande hospital. Os ônibus passam pertinho, esbarram em seus galhos, enquanto a pavimentação da calçada toca seus troncos empoeirados. Ninguém nota sua presença e os que a notam, lhes são indiferentes. Mas elas estão ali, transformando ao ar, cumprindo seu papel de elevar aos céus o que se passa no local, trazendo do alto energias mais sutis para depositar no carente solo. Passando bem próximo delas senti a presença e o esforço dessas espécies que me brindaram com um espetáculo riquíssimo: após a floração, as patas-de-vaca enchiam o chão com sementes. Uma fartura de possibilidades de novas árvores crescerem&#8230; acolhi todas as que cabiam na bolsa e as levei para casa para semear com as crianças da escolinha onde dou aulas. Com o coração flamejante de amor e alegria, iniciei a aula:<br />
&#8211; As mães dessas sementinhas trabalham em um hospital, contei às crianças.<br />
&#8211; Elas são enfermeiras? Perguntou uma delas.<br />
&#8211; Quase isso ou até mais, elas são guardiãs do hospital.<br />
Expliquei às crianças o que significava uma árvore, quais os seus talentos e sua missão invisível. Falei também sobre seu papel bem físico em relação ao ar, à sombra e à beleza. Contei algo sobre o nascimento das sementes e todas compreenderam.<br />
Dias depois, voltando ao viveiro onde as sementinhas foram plantadas, as crianças puderam assisti-las brotando e as pequenas árvores vindo à tona de forma prodigiosa.<br />
Fizemos um círculo em torno, para agradecer, quando um dos mais sensíveis alunos disse:<br />
&#8211; Mães que estão em frente ao hospital! Suas filhas vão morar na roça. Não vão ter mais fumaça em volta e vão ser muito bem cuidadas.<br />
É isso crianças! Vamos protegê-las para que esse novo destino seja digno da oferta e sacrifício das patas-de-vaca da avenida”.<br />
<em>Rafael R., 24 anos</em></p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-129726" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/04/4.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Em nome da vida</strong><br />
“ Em um local repleto de árvores, verdadeiro oásis em meio a um grande centro urbano, deparei com vários caminhões equipados com guindastes. Enquanto me perguntava que operação seria aquela, ouvi o estrondo do primeiro eucalipto vindo ao chão, apesar de amortecido pelo moderno equipamento de poda. A operação prosseguiu. Vários eucaliptos iam sendo cortados pela metade do tronco. Ver aquilo doía-me. Sem saber como proceder, aquietei-me. Uni-me então, em silêncio, àquelas árvores que tinham prestado tão inestimável serviço – eram árvores gigantescas – e orei, aberta a perceber se havia ainda algo a fazer. Senti de imediato que precisaria agir em direção ao bem, nem que fosse apenas para conscientizar aqueles trabalhadores sobre o que estavam de fato fazendo. Fui até eles e iniciamos um diálogo. Tinham explicações para tudo. Diziam estar zelando pela segurança dos pedestres, pois “aqueles eucaliptos podiam desabar a qualquer momento”. Prossegui conversando, respeitando o seu parecer e vendo neles o que de mais positivo pudessem ter dentro de si. De repente, a conversa começou a mudar de rumo. Falamos sobre a beleza das árvores, do seu valor no equilíbrio da cidade, do clima&#8230; E em dado momento percebi que os caminhões e seus guindastes tinham parado. Algo me disse que não deveria formar juízo, criticar ou mesmo falar sobre o que já havia acontecido ali, mas que deveria tentar evitar o que ainda poderia ocorrer: o corte dos demais eucaliptos. Tentei mostrar que as árvores que ainda estavam de pé exerciam papel importantíssimo e o quanto o local iria ficar “feio” se a poda prosseguisse. Ficamos mais algum tempo juntos e, assim, os largos troncos dos eucaliptos restantes permaneceram intactos. A operação simplesmente não continuou.<br />
Esse acontecimento trouxe grande alegria não só a mim, mas sei que a eles também. Os eucaliptos deram-nos uma lição. Não importa o que foi feito um minuto atrás e, por pior que tenha sido a ninguém devemos julgar. O que importa mesmo é o que ainda podemos fazer ou deixar de fazer. Olhando nessa direção e deixando tudo o que passou entregue a Deus, é que temos verdadeira condição de ajudar”.<br />
<em>Chara F., 59 anos</em></p>
<p><strong>Por: Cynthia de Oliveira Frank</strong></p>
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		<title>Amazônia. Maior reserva de água doce do Mundo.</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 20:18:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Cynthia de Oliveira Frank Alí, sob a maior floresta do mundo, podemos encontrar o maior reservatório de água doce do mundo. Prova irrefutável da união das águas com as árvores, é a presença do aquífero Alter do Chão na região amazônica. Conhecido pelos cientistas há muitos anos, só recentemente comprovou-se o potencial desse grande lago [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por: Cynthia de Oliveira Frank</em></strong></p>
<p>Alí, sob a maior floresta do mundo, podemos encontrar o maior reservatório de água doce do mundo.</p>
<p>Prova irrefutável da união das águas com as árvores, é a presença do aquífero Alter do Chão na região amazônica. Conhecido pelos cientistas há muitos anos, só recentemente comprovou-se o potencial desse grande lago subterrâneo de água potável que representa um quinto da água doce existente no planeta. São 86.000 km3 que percorrem os estados do Amazonas, Pará e Amapá, totalizando uma área de mais de 400.000 km2.</p>
<p>Segundo os estudiosos, a água do Alter do Chão está sob terreno arenoso o que permite sua filtragem natural e maior acessibilidade.<br />
Todo esse manancial divinamente projetado daria para abastecer a população mundial por cerca de 250 anos, desde que suas árvores protetoras sigam paralelamente seu curso de vida.</p>
<div id="attachment_128177" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-128177" class="size-medium wp-image-128177" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p id="caption-attachment-128177" class="wp-caption-text"><strong>Ela está tão perto&#8230;</strong></p></div>
<p><strong>Massa úmida ou rio voador nasce na floresta e gera água para vários estados brasileiros.<br />
</strong>Você que está andando por uma rua do Sudeste ou mesmo do Sul do país em um dia de intenso calor, clamando por uma chuva, sabia que grande parte da água que cai nessa região do Brasil é gerada pela floresta amazônica? Mais de dois mil quilômetros de distância nada significam para o projeto da Criação onde tudo é simples e perfeito.</p>
<p>Para se ter uma ideia, cada árvore adulta da floresta &#8211; ou de qualquer parte do planeta &#8211; tem a função e capacidade de borrifar em seu entorno cerca de 500 litros de água por dia. Agora, imagine esse volume multiplicado por todos os exemplares de uma floresta do tamanho da amazônica&#8230; São nuvens ou núcleos de umidade inimaginavelmente gigantescos que viajam pelo ar. E sabe por que não se perdem nos oceanos? Porque existe um paredão também gigantesco que detém essa massa úmida. Esse paredão chama-se cordilheira dos Andes e tem 7.000m de altitude impedindo que o rio voador formado pela floresta desague no Oceano Pacífico.</p>
<p>A perfeição do projeto prossegue. Essa massa de ar úmido que bateu nos Andes é, como em um jogo, atirada para o nosso lado, o sudeste. Porém, parece que algo está mudando ou já mudou esse fluxo naturalmente adequado.</p>
<p>Os desmatamentos maciços na Amazônia, (que hoje deixam um rastro de  aridez do tamanho da França e da Alemanha juntas), impedem que esses rios voadores sejam tão volumosos e potentes. Eles estão enfraquecendo e diminuindo e, ao chegarem ao paredão andino, não tem a mesma força propulsora para chegar ao sudeste e deságuam por ali mesmo, no Noroeste.</p>
<p>E a situação se desdobra, pois, os desmatamentos não são apenas madeireiros.</p>
<p><strong>Pequena ilha de vegetação resta em meio à devastação da floresta amazônica.</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>E como ajudar essa situação?</strong></p>
<p><strong>Cada um de nós pode fazer alguma coisa, mesmo de longe. Por exemplo, a Ciência Espiritual diz que o que fazemos por uma árvore repercute em todas. Assim como o que fazemos com a água em nossas casas, repercute em toda a água do planeta. Parece incrível, mas por que não tentar?</strong></p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-128178" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Siga algumas orientações básicas que podemos praticar hoje mesmo:</strong></p>
<ul>
<li>Ser grato pela água! Deveria ser tarefa de todo ser humano. Dizem que a gratidão tem o poder de transformar a vida. Especialmente nos países ocidentais onde a água muitas vezes é tida como certa precisamos aprender a ser mais humildes e gratos a ela.</li>
<li>Como vimos, as árvores são a proteção das águas e suas maiores mobilizadoras. As raízes, com 20 ou 30m, puxam a água das profundezas da terra. Os troncos funcionam como tubos e pela transpiração, as folhas se encarregam de espalhar a umidade na atmosfera confortando homens, terras, animais e outras plantas.</li>
<li>Ao abrir a torneira para escovar os dentes, pergunte-se: quantas árvores plantei este ano e de quantas cuidei? Não se trata de exagero: se quisermos continuar a ter água, precisamos plantar árvores e cuidar das que existem.</li>
<li>As árvores ajudam o homem a manter equilíbrio mental. Com certeza nos sentimos melhor em meio ao verde do que na aridez. Plantemos!</li>
<li>As árvores transmitem estabilidade e paz. Convivendo com uma árvore, fraternalmente, podemos passar por curas. Imagine quão importante é lembrar disso em nosso cotidiano e nos momentos de grandes necessidades. Vamos olhar as árvores como nossas amigas. As que estão perto e as que estão longe. Um pensamento de amor ajuda muito&#8230;</li>
<li>As árvores representam também a regeneração da terra. Não pode haver regeneração da terra sem árvores. Portanto, plantar e cuidar de árvores é também pensar no Reino Mineral que está perto ou mais distante.</li>
<li>Os antigos indígenas diziam que a consciência das árvores e a consciência humana estão entrelaçadas, temos um único destino. Essa afirmação nos une à uma sabedoria milenar vinda de seres humanos que foram e são mestres em conservação da Natureza. Portanto, tudo é uma questão de consciência e nem sempre só de proximidade física.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Como começar a preservar as Árvores</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 16:38:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“O desperdício da criação começa onde já não reconhecemos qualquer instância acima de nós, mas vemo-nos unicamente a nós mesmos”.                                                     Imagine: se um milhão de pessoas reaproveitarem o verso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“O desperdício da criação começa onde já não reconhecemos qualquer instância acima de nós, mas vemo-nos unicamente a nós mesmos”.</em></strong><em><strong>         </strong>                                           </em></p>
<p><strong>Imagine:</strong> se um milhão de pessoas reaproveitarem o verso de uma folha de papel que vai para as lixeiras muitas vezes com uma ou duas palavras escritas, a cada mês poderá ser preservada uma área de floresta equivalente a muitos campos de futebol.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-127142" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1-1-1.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a></p>
<p>Um milhão de pessoas? &#8211; você poderá pensar<strong> &#8211;</strong> <strong>e só eu fazendo isso?</strong><br />
Esse <strong>“pensamento”</strong> nos leva a uma <strong>história</strong>: <em>certa vez ao presenciar um grande incêndio florestal, um pequeno beija-flor que estava por perto correu a um riacho para pegar uma gotinha de água que prontamente levou no bico para apagar o fogo. Ao ver tamanha presteza e rapidez, uma ave que o observava perguntou: &#8211; Para que você está fazendo isso? Não percebe que nunca conseguirá apagar o incêndio? Convicto de seu trabalho o beija-flor respondeu: &#8211; Eu estou fazendo a minha parte. E você?  </em></p>
<p>Pequenos gestos, grandes resultados. Para o mundo das árvores, uma única pessoa que pense nelas ao economizar papel pode ter uma repercussão inesperada, pois não é o tamanho da ação o que vale. Trata-se da nossa consciência se ampliar sem ficar cobrando do outro o que ele não faz, mas fazermos nós o que nos cabe.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-127143" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-1-1.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Quando desperdiçamos papel, as árvores que foram sacrificadas para sua fabricação acabam virando 25%* do lixo das casas brasileiras que é composto de papel; material que, além da derrubada de árvores exige muita água para ficar branco e desperdiçado. **</p>
<p><strong>Nesse caso, existem dois passos a dar:</strong> economizar papel e, sempre que possível, optar pelo reciclado. A fabricação de uma única folha que passa pelo processo da reciclagem traz repercussões significativas quanto à economia de água e energia elétrica, sem falar que uma tonelada de suas aparas, nas gráficas, chega a poupar a vida de 15 a 30 árvores.<br />
Os rios também agradeceriam pela opção reciclável. O processo de branqueamento do papel comum produz um resíduo líquido que é descartado nos rios gerando a morte de peixes e da vida que habita as águas, pois eleva muito a sua temperatura.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/3-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-127144" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/3-1-1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>E toda essa conscientização e reciclagem começa na seleção do lixo, em casa, junto com as crianças, com os vizinhos. O importante é esquecer um pouco as necessidades pessoais e pensar mais no planeta, como um ser vivo que sofre as consequências de nossas indiferenças.</p>
<p>Se estivermos pacientes, tudo acaba sendo motivo para ajudar a Terra a respirar melhor e ter um pouco mais de água disponível.</p>
<p>* dado do CNB – Colégio Notarial do Brasil / SP</p>
<p>** na fabricação de uma tonelada de papel comum, são gastos cerca de 100.000 litros de água para apenas 2.000 litros do reciclado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRAPP</strong></p>
<p><strong>Cultivando o amor pela terra.</strong></p>
<p>Por: Cynthia de Oliveira Frank</p>
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