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	<title>Arquivo de Especialista da Natureza - Trapp</title>
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		<title>Companhia de energia de Boa Vista/RR utiliza triturador TR 2000 da Trapp para otimizar o manejo de resíduos de poda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[marketing@trapp.com.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 18:02:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A manutenção da rede elétrica exige uma rotina constante de poda de árvores, especialmente em áreas onde galhos e vegetação podem interferir na segurança e no funcionamento do sistema. Além da execução do serviço, outro desafio é dar uma destinação adequada ao grande volume de resíduos gerados. Para tornar essa operação mais ágil e eficiente, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A manutenção da rede elétrica exige uma rotina constante de poda de árvores, especialmente em áreas onde galhos e vegetação podem interferir na segurança e no funcionamento do sistema. Além da execução do serviço, outro desafio é dar uma destinação adequada ao grande volume de resíduos gerados.<br />
Para tornar essa operação mais ágil e eficiente, a Âmbar Energia Roraima, companhia do setor elétrico localizada em Boa Vista/RR, adquiriu, em setembro de 2025, um triturador TR 2000 da Trapp.<br />
O equipamento passou a ser utilizado diariamente nas atividades de poda realizadas próximas à rede elétrica. Acoplado a uma caçamba com capacidade para 6 m³, o triturador processa galhos e outros resíduos resultantes da manutenção da vegetação.<br />
De acordo com o gerente do Departamento de Manutenção, Cleudson Silva Viana, são processados, em média, cerca de 10 m³ de resíduos de poda por dia.<br />
“A utilização do TR 2000 trouxe mais agilidade à rotina das equipes. Ao reduzir o volume do material, o equipamento também diminuiu o tempo necessário para o descarregamento e a distância percorrida para a destinação dos resíduos”, afirma.<br />
Antes da aquisição do triturador, os resíduos recolhidos durante as podas eram encaminhados ao aterro sanitário. Atualmente, após serem processados, os materiais são destinados a uma cooperativa localizada mais próxima da área de operação.<br />
Na cooperativa, o material triturado recebe o manejo adequado e é utilizado na produção de compostagem, permitindo o reaproveitamento dos resíduos gerados durante a manutenção da rede elétrica.<br />
A mudança trouxe ganhos para a operação da companhia, reduzindo o volume do material transportado e tornando mais eficiente a logística de descarte. Ao mesmo tempo, a nova destinação permite que os resíduos de poda sejam reaproveitados.<br />
Com o TR 2000, a Âmbar Energia Roraima passou a contar com uma solução para apoiar suas atividades de manejo da vegetação próxima à rede elétrica, aliando produtividade operacional, agilidade e melhor aproveitamento dos resíduos gerados.</p>
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		<title>Transforme seu jardim!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 19:13:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Gramados! Tudo para que eles fiquem lindos. Uma grama bem plantada é sempre agradável aos olhos, além de ser uma aliada importante do ponto de vista ecológico: nada melhor do que ela para fixar a terra em áreas planas vou em declives evitando erosões. Um gramado pode ainda manter os ambientes livres de poeira, diminuir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gramados!</strong></p>
<p><strong>Tudo para que eles fiquem lindos. </strong></p>
<p>Uma grama bem plantada é sempre agradável aos olhos, além de ser uma aliada importante do ponto de vista ecológico: nada melhor do que ela para fixar a terra em áreas planas vou em declives evitando erosões. Um gramado pode ainda manter os ambientes livres de poeira, diminuir o calor (elimina a reverberação do sol) e dar nova vida ao jardim ressaltando o colorido e as formas das flores e de outras plantas.<br />
E o melhor é que para conseguir uma área de grama saudável e vistosa, você não precisa nem de muito tempo nem de muito trabalho. Precisa apenas conhecer algumas regras básicas de plantio e de manutenção.</p>
<p><strong>Acompanhe as etapas:</strong></p>
<p><strong>Correção do solo:</strong></p>
<p>Uma grama precisa de um solo bem equilibrado. Comece medindo o pH de seu terreno para determinar o índice de acidez ou de alcalinidade da terra. Abaixo de 6/6,5, significa que sua terra está ácida e, nesse caso, para aumentar o pH, utilize calcário dolomítico em pó (contém cálcio e magnésio) de 200 a 300g por metro quadrado. Espalhe bem e misture-o com a terra revolvida em cerca de 10cm.<br />
O índice ideal do pH para gramas, em geral, é entre 6 e 7.</p>
<p><strong>Implantando um gramado: limpeza e adubação do terreno</strong></p>
<p>Comece revolvendo a terra eliminando cacos, tocos e torrões para deixar o solo bem aplainado. Se a terra for pesada e lamacenta (muito argilosa) seria bom melhorar sua estrutura agregando areia fina (uma parte de areia para cada três de terra).  Para terrenos muito leves e arenosos, adicione composto orgânico ou mesmo terra vegetal de boa qualidade<br />
na proporção de uma parte de terra boa para duas partes da que já existe no terreno.<br />
Em ambos os exemplos, logo em seguida acrescente esterco animal bem curtido para não fermentar e queimar as raízes da grama. Vinte litros para cada m2, serão suficientes. Incorpore o adubo e espalhe a terra, com a ajuda de um ancinho, de forma uniforme e harmoniosa. Aguarde de uma a duas semanas para plantar sua grama.</p>
<p><strong>Formas de plantio</strong></p>
<p>Existem 3 formas de implantar um gramado:</p>
<p>Para locais onde o transporte da grama é difícil, pode-se tentar plantar por sementes. Esse método, porém, não garante uniformidade e os brotos correm o risco de serem abafados por matinhos que crescem mais depressa.</p>
<p>Outro processo de plantio seria por mudas, apresenta bons resultados em áreas pequenas. Essas mudas devem ser plantadas simetricamente, de 8 em 8 cm, em sulcos (pequenas valinhas) com 1 a 3 cm de profundidade e regadas com abundância após o plantio.</p>
<p>Agora, vamos às placas&#8230;sem dúvida o método mais rápido, prático e eficiente. No caso de grandes extensões plante por tapetes ou rolos. Nos dois casos, arrume as placas sobre a terra, forrando todo o terreno e calque-as com uma tábua de forma a uniformizá-las.</p>
<p>Preencha todos os vãos entre as placas com terra ou composto orgânico, sem deixar falhas.</p>
<p>Fixe as raízes socando as placas com um socador ou com as costas de uma pá.</p>
<p>Peneire um pouco de terra sobre todo o gramado e regue bastante, sem encharcar.</p>
<p>Importante: as placas precisam ser plantadas rapidamente. Adquira-as apenas quando seu terreno já estiver preparado.</p>
<p><strong>O Corte</strong></p>
<p>Um gramado bonito depende essencialmente de um bom corte. O primeiro deve ser feito quando a grama estiver bem enraizada e espalhada na superfície do solo. Depois, apare quando ela ultrapassar cerca de 10 cm de altura. É fundamental que o aparador &#8211; mesmo uma tesoura de poda &#8211; esteja bem afiado para que as folhas não sejam “mastigadas” ou até arrancadas.<br />
O corte quando não é bem feito prejudica o tecido dessas folhas deixando a grama com as pontas amarronzadas.</p>
<p>Terminado o corte, retire as aparas do local com uma vassoura metálica e use esses resíduos como adubo ou cobertura vegetal para manter a umidade da terra dos canteiros. Limpe também o aparador para que sua lâmina possa estar sempre em ordem e pronta para novos cortes.</p>
<p><strong>Tirando matinhos&#8230;</strong></p>
<p>Em um gramado saudável, você não terá muitas surpresas&#8230; porém, se surgirem matinhos fora de lugar, o jeito é arrancá-los pela raiz, com a ajuda de uma faca ou com as próprias mãos. O controle químico não deve ser utilizado para não prejudicar a própria grama, o solo e as outras plantas que estão perto, pois todas convivem e trocam substâncias por meio da comunicação viva entre raízes. Herbicidas também prejudicam a água e os pássaros. Tudo na Natureza está interligado ainda que nossos olhos não vejam.</p>
<p><strong>Irrigação</strong></p>
<p>Um pé de grama é constituído por 85% de água . Portanto, água é indispensável para o vigor do seu gramado. Em épocas quentes, se a grama ainda não tiver pegado completamente, regue-a todos os dias. Em casos de um gramado já implantado, basta molhar 2 a 3 vezes por semana, nos meses quentes e no período mais frio, uma vez a cada 10 dias. Use irrigadores de aspersão que forneçam um borrifo lento e uniforme.<br />
Para que as folhinhas não fiquem amarelas, as regas devem ser feitas ao entardecer ou de manhã cedo.</p>
<p><strong>Manutenção ou adubação de restituição.</strong></p>
<p>Com aproximadamente 3 meses de idade a grama já é considerada adulta e você já pode anotar: duas a três vezes por ano, adubá-la com materiais ricos em nitrogênio (indispensável para o desenvolvimento das folhas) como composto orgânico peneirado ou esterco bem curtido.</p>
<p>No caso de utilizar as “bolinhas” de NPK (abreviatura de nitrogênio, fósforo e potássio), experimente a fórmula 20/10/10. Haveria suficiente nitrogênio para as folhas, fósforo para a produção de sementes e potássio ajudando na resistência contra pragas e doenças. Espalhe o fertilizante a lanço sobre a grama, de maneira homogênea, na proporção de 30 gramas por metro quadrado. Mas, cuidado! Esse tipo de adubação só pode ser feito em dias chuvosos para a adubação química não queimar o gramado.</p>
<p>Depois de adubar – seja qual for o fertilizante utilizado – regue a grama generosamente.</p>
<p>Qualquer tipo de adubação deve ser feita, preferencialmente, na primavera ou no verão. No inverno a grama “hiberna” e não assimilaria os bons tratos da nutrição.</p>
<p>Além da adubação, outro cuidado que devemos dispensar aos gramados é cobri-los superficialmente, todos os anos, com uma boa camada de terra vegetal ou de terra de profundidade (retirada com cerca de 50 cm abaixo do nível do solo). Esse procedimento básico corrige depressões, nivela a grama e favorece o surgimento de uma nova camada de raízes.</p>
<p><strong>Escolha agora a grama certa para a função<br />
que vai desempenhar:</strong></p>
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<p><strong>Com esses cuidados simples e de grande efeito você vai ver a resposta do seu gramado: beleza e harmonia<br />
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<p><strong>TRAPP</strong></p>
<p><strong>Cultivando o amor pela terra.</strong></p>
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		<title>A Dança das Culturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 19:07:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já colheu as hortaliças que foram plantadas. Agora, os canteiros estão vazios ou quase&#8230;É hora de plantar de novo. E, dessa vez, o que será? Vamos repetir a cenoura que deu lindamente? Vamos plantar alface naquele mesmo canteiro onde ela se deu tão bem? E os tomatinhos&#8230; vale a pena repeti-los naquela parte do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você já colheu as hortaliças que foram plantadas. Agora, os canteiros estão vazios ou quase&#8230;É hora de plantar de novo. E, dessa vez, o que será? Vamos repetir a cenoura que deu lindamente? Vamos plantar alface naquele mesmo canteiro onde ela se deu tão bem? E os tomatinhos&#8230; vale a pena repeti-los naquela parte do terreno?</strong></p>
<p><strong>A resposta é uma só: as hortaliças gostam de variar de lugar. Gostam de se revezar e de “dançar” umas com as outras dentro da saudável técnica da rotação de culturas, tema que você acompanha a seguir.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Primeiro passo:</strong></p>
<p>Após as colheitas deve-se revolver o solo dos canteiros novamente, fazer a adubação e escolher uma nova cultura. Isso porque o plantio contínuo de uma mesma hortaliça, da mesma família, no mesmo lugar, acaba esgotando o solo em relação aos nutrientes específicos que aquela planta exige. Por si, esse ponto já vai tornar o desenvolvimento da planta sucessora, muito mais fraco.</p>
<p><strong>Outra vantagem da rotação:</strong> quando repetimos as famílias de plantas sempre no mesmo lugar, estamos, sem querer, atraindo predadores e doenças também específicas de tais plantas. Como se os insetos já conhecessem aquela “praia” e soubessem qual o “prato do dia” que ali está servido, no caso, aquela planta ou plantas da mesma família botânica de sempre.</p>
<p><strong>E, como planejar essa rotação de forma equilibrada?</strong></p>
<p><strong>Segundo passo:</strong></p>
<p>O melhor é fazer a rotação de cultura com famílias diferentes. <strong>Por exemplo: pimentão e tomate são da família solanácea, então podem se revezar com a família brássica, que tem como membros a couve, o rabanete, a rúcula, etc.</strong></p>
<p>Outro ponto para determinar de forma eficiente essa rotatividade é alternar hortaliças de folhas <strong>(alface, couve, almeirão, etc.), de raízes (beterraba, cenoura, nabo, rabanete, etc.)</strong>  e de frutos ou flores <b>(tomate, ervilha torta, brócolis, couve-flor, etc.) ,</b> tendo sempre presente a qual família pertencem.</p>
<p><strong>Terceiro passo:</strong> <strong>Amigos vem para ajudar.</strong></p>
<p>Os membros da família <strong><a href="https://www.google.com/search?q=fam%C3%ADlia+fab%C3%A1cea&amp;sca_esv=598771579&amp;rlz=1C1GCEU_pt-BRBR1018BR1018&amp;sxsrf=ACQVn0-nmauujH3EuYD05VmNg2mJKn955Q%3A1705403644523&amp;ei=_GSmZZLGH6TC5OUPtaCK2AQ&amp;udm=&amp;ved=0ahUKEwiStLjT4-GDAxUkIbkGHTWQAksQ4dUDCBA&amp;uact=5&amp;oq=fam%C3%ADlia+fab%C3%A1cea&amp;gs_lp=Egxnd3Mtd2l6LXNlcnAiEWZhbcOtbGlhIGZhYsOhY2VhSKYBUABYAHAAeAGQAQCYAQCgAQCqAQC4AQPIAQD4AQL4AQHiAwQYACBB&amp;sclient=gws-wiz-serp">fabácea</a> (feijão, feijão-de-vagem, ervilha, grão-de-bico, lentilha, etc.) </strong>devem ser incluídos pelo meio dos canteiros, nas bordas ou em algum lugar perto das hortaliças. Além de melhorar a estrutura do solo, eles incorporam nitrogênio.</p>
<p>Também é importante a presença de flores na horta para atrair insetos e proteger as hortaliças. Ou mesmo, para atrair certos insetos que se alimentem das “pragas” dos legumes e verduras plantados. Por exemplo, todo mundo conhece a joaninha e sabe que ela é atraída pelas flores e que sua presença entre as plantas faz os pulgões estremecerem&#8230; já que eles são o prato predileto da graciosa joaninha.</p>
<p><strong>Quarto passo:</strong><strong> quando as colheitas terminarem, a vida continua e seus restos podem e devem ser incorporados ao solo para melhorar suas condições físicas.  </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Resumindo&#8230;</strong></p>
<p>A rotação de culturas faz com que a terra seja permanentemente regenerada e restaurada, inclusive por meio das plantas espontâneas, aquelas que nascem sem que ninguém tenha plantado (e que em muitos casos chamamos de <strong>PANCs</strong>). A simples prática de movimentar e trocar as culturas auxilia que os vegetais sejam mantidos com vigor pela renovação natural que as próprias plantas vão trazendo aos canteiros e aos locais onde vão sendo plantadas de forma ordenada, organizada e alternada.</p>
<p><strong>O quadro das Principais Famílias:</strong></p>
<p><strong>ASTERACEAE (antiga Compositae)</strong>: alface, girassol, margarida, etc.</p>
<p><strong>FABACEAE (antiga Leguminosae)</strong>: feijões, ervilha, grão-de-bico, lentilha, jatobás, etc.</p>
<p><strong>APIACEAE (antiga Umbeliferae)</strong>: cenoura, aipo, salsa, erva-doce, etc.</p>
<p><strong>MALVACEAE</strong>: quiabos, hibiscos, etc.</p>
<p><strong>POACEAE (antiga Gramineae)</strong>: milhos, cevada, trigo, etc.</p>
<p><strong>AMARANTHACEAE (antiga Chenopodiaceae)</strong>: beterraba, acelga, espinafre, amaranto, etc.</p>
<p><strong>BRASSICACEAE</strong>: rabanete, nabo, agrião, mostarda, brócolis, couve, couve-flor, rúcula, etc.</p>
<p><strong>SOLANACEAE</strong>: tomate, berinjela, jiló, batata, pimentão, etc.</p>
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		<title>Amazônia. Maior reserva de água doce do Mundo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 20:18:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Cynthia de Oliveira Frank Alí, sob a maior floresta do mundo, podemos encontrar o maior reservatório de água doce do mundo. Prova irrefutável da união das águas com as árvores, é a presença do aquífero Alter do Chão na região amazônica. Conhecido pelos cientistas há muitos anos, só recentemente comprovou-se o potencial desse grande lago [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por: Cynthia de Oliveira Frank</em></strong></p>
<p>Alí, sob a maior floresta do mundo, podemos encontrar o maior reservatório de água doce do mundo.</p>
<p>Prova irrefutável da união das águas com as árvores, é a presença do aquífero Alter do Chão na região amazônica. Conhecido pelos cientistas há muitos anos, só recentemente comprovou-se o potencial desse grande lago subterrâneo de água potável que representa um quinto da água doce existente no planeta. São 86.000 km3 que percorrem os estados do Amazonas, Pará e Amapá, totalizando uma área de mais de 400.000 km2.</p>
<p>Segundo os estudiosos, a água do Alter do Chão está sob terreno arenoso o que permite sua filtragem natural e maior acessibilidade.<br />
Todo esse manancial divinamente projetado daria para abastecer a população mundial por cerca de 250 anos, desde que suas árvores protetoras sigam paralelamente seu curso de vida.</p>
<div id="attachment_128177" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-128177" class="size-medium wp-image-128177" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p id="caption-attachment-128177" class="wp-caption-text"><strong>Ela está tão perto&#8230;</strong></p></div>
<p><strong>Massa úmida ou rio voador nasce na floresta e gera água para vários estados brasileiros.<br />
</strong>Você que está andando por uma rua do Sudeste ou mesmo do Sul do país em um dia de intenso calor, clamando por uma chuva, sabia que grande parte da água que cai nessa região do Brasil é gerada pela floresta amazônica? Mais de dois mil quilômetros de distância nada significam para o projeto da Criação onde tudo é simples e perfeito.</p>
<p>Para se ter uma ideia, cada árvore adulta da floresta &#8211; ou de qualquer parte do planeta &#8211; tem a função e capacidade de borrifar em seu entorno cerca de 500 litros de água por dia. Agora, imagine esse volume multiplicado por todos os exemplares de uma floresta do tamanho da amazônica&#8230; São nuvens ou núcleos de umidade inimaginavelmente gigantescos que viajam pelo ar. E sabe por que não se perdem nos oceanos? Porque existe um paredão também gigantesco que detém essa massa úmida. Esse paredão chama-se cordilheira dos Andes e tem 7.000m de altitude impedindo que o rio voador formado pela floresta desague no Oceano Pacífico.</p>
<p>A perfeição do projeto prossegue. Essa massa de ar úmido que bateu nos Andes é, como em um jogo, atirada para o nosso lado, o sudeste. Porém, parece que algo está mudando ou já mudou esse fluxo naturalmente adequado.</p>
<p>Os desmatamentos maciços na Amazônia, (que hoje deixam um rastro de  aridez do tamanho da França e da Alemanha juntas), impedem que esses rios voadores sejam tão volumosos e potentes. Eles estão enfraquecendo e diminuindo e, ao chegarem ao paredão andino, não tem a mesma força propulsora para chegar ao sudeste e deságuam por ali mesmo, no Noroeste.</p>
<p>E a situação se desdobra, pois, os desmatamentos não são apenas madeireiros.</p>
<p><strong>Pequena ilha de vegetação resta em meio à devastação da floresta amazônica.</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>E como ajudar essa situação?</strong></p>
<p><strong>Cada um de nós pode fazer alguma coisa, mesmo de longe. Por exemplo, a Ciência Espiritual diz que o que fazemos por uma árvore repercute em todas. Assim como o que fazemos com a água em nossas casas, repercute em toda a água do planeta. Parece incrível, mas por que não tentar?</strong></p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/2.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-128178" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Siga algumas orientações básicas que podemos praticar hoje mesmo:</strong></p>
<ul>
<li>Ser grato pela água! Deveria ser tarefa de todo ser humano. Dizem que a gratidão tem o poder de transformar a vida. Especialmente nos países ocidentais onde a água muitas vezes é tida como certa precisamos aprender a ser mais humildes e gratos a ela.</li>
<li>Como vimos, as árvores são a proteção das águas e suas maiores mobilizadoras. As raízes, com 20 ou 30m, puxam a água das profundezas da terra. Os troncos funcionam como tubos e pela transpiração, as folhas se encarregam de espalhar a umidade na atmosfera confortando homens, terras, animais e outras plantas.</li>
<li>Ao abrir a torneira para escovar os dentes, pergunte-se: quantas árvores plantei este ano e de quantas cuidei? Não se trata de exagero: se quisermos continuar a ter água, precisamos plantar árvores e cuidar das que existem.</li>
<li>As árvores ajudam o homem a manter equilíbrio mental. Com certeza nos sentimos melhor em meio ao verde do que na aridez. Plantemos!</li>
<li>As árvores transmitem estabilidade e paz. Convivendo com uma árvore, fraternalmente, podemos passar por curas. Imagine quão importante é lembrar disso em nosso cotidiano e nos momentos de grandes necessidades. Vamos olhar as árvores como nossas amigas. As que estão perto e as que estão longe. Um pensamento de amor ajuda muito&#8230;</li>
<li>As árvores representam também a regeneração da terra. Não pode haver regeneração da terra sem árvores. Portanto, plantar e cuidar de árvores é também pensar no Reino Mineral que está perto ou mais distante.</li>
<li>Os antigos indígenas diziam que a consciência das árvores e a consciência humana estão entrelaçadas, temos um único destino. Essa afirmação nos une à uma sabedoria milenar vinda de seres humanos que foram e são mestres em conservação da Natureza. Portanto, tudo é uma questão de consciência e nem sempre só de proximidade física.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O post <a href="https://www.trapp.com.br/en/reserva-ambiental-como-preservar/">Amazônia. Maior reserva de água doce do Mundo.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.trapp.com.br/en">Trapp</a>.</p>
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		<title>Como começar a preservar as Árvores</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 16:38:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“O desperdício da criação começa onde já não reconhecemos qualquer instância acima de nós, mas vemo-nos unicamente a nós mesmos”.                                                     Imagine: se um milhão de pessoas reaproveitarem o verso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“O desperdício da criação começa onde já não reconhecemos qualquer instância acima de nós, mas vemo-nos unicamente a nós mesmos”.</em></strong><em><strong>         </strong>                                           </em></p>
<p><strong>Imagine:</strong> se um milhão de pessoas reaproveitarem o verso de uma folha de papel que vai para as lixeiras muitas vezes com uma ou duas palavras escritas, a cada mês poderá ser preservada uma área de floresta equivalente a muitos campos de futebol.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1-1.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-127142" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1-1-1.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a></p>
<p>Um milhão de pessoas? &#8211; você poderá pensar<strong> &#8211;</strong> <strong>e só eu fazendo isso?</strong><br />
Esse <strong>“pensamento”</strong> nos leva a uma <strong>história</strong>: <em>certa vez ao presenciar um grande incêndio florestal, um pequeno beija-flor que estava por perto correu a um riacho para pegar uma gotinha de água que prontamente levou no bico para apagar o fogo. Ao ver tamanha presteza e rapidez, uma ave que o observava perguntou: &#8211; Para que você está fazendo isso? Não percebe que nunca conseguirá apagar o incêndio? Convicto de seu trabalho o beija-flor respondeu: &#8211; Eu estou fazendo a minha parte. E você?  </em></p>
<p>Pequenos gestos, grandes resultados. Para o mundo das árvores, uma única pessoa que pense nelas ao economizar papel pode ter uma repercussão inesperada, pois não é o tamanho da ação o que vale. Trata-se da nossa consciência se ampliar sem ficar cobrando do outro o que ele não faz, mas fazermos nós o que nos cabe.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-127143" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/2-1-1.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Quando desperdiçamos papel, as árvores que foram sacrificadas para sua fabricação acabam virando 25%* do lixo das casas brasileiras que é composto de papel; material que, além da derrubada de árvores exige muita água para ficar branco e desperdiçado. **</p>
<p><strong>Nesse caso, existem dois passos a dar:</strong> economizar papel e, sempre que possível, optar pelo reciclado. A fabricação de uma única folha que passa pelo processo da reciclagem traz repercussões significativas quanto à economia de água e energia elétrica, sem falar que uma tonelada de suas aparas, nas gráficas, chega a poupar a vida de 15 a 30 árvores.<br />
Os rios também agradeceriam pela opção reciclável. O processo de branqueamento do papel comum produz um resíduo líquido que é descartado nos rios gerando a morte de peixes e da vida que habita as águas, pois eleva muito a sua temperatura.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/3-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-127144" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/02/3-1-1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>E toda essa conscientização e reciclagem começa na seleção do lixo, em casa, junto com as crianças, com os vizinhos. O importante é esquecer um pouco as necessidades pessoais e pensar mais no planeta, como um ser vivo que sofre as consequências de nossas indiferenças.</p>
<p>Se estivermos pacientes, tudo acaba sendo motivo para ajudar a Terra a respirar melhor e ter um pouco mais de água disponível.</p>
<p>* dado do CNB – Colégio Notarial do Brasil / SP</p>
<p>** na fabricação de uma tonelada de papel comum, são gastos cerca de 100.000 litros de água para apenas 2.000 litros do reciclado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRAPP</strong></p>
<p><strong>Cultivando o amor pela terra.</strong></p>
<p>Por: Cynthia de Oliveira Frank</p>
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		<title>Plantando Usinas de Vida por Toda Parte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 15:48:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Porque, como e para que plantar árvores&#8230; Você já reparou? Plantar árvores sempre traz algo bom e algo a ser descoberto. Por exemplo, essa experiência que nos incentiva a colocar no chão futuras centenárias: recentemente um grupo de cientistas ambientalistas detectou a presença de cerca de 10.000 tipos diferentes de vida em um único galho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/12/baixa-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-123996" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/12/baixa-4-1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Porque, como e para que plantar árvores&#8230;</strong></p>
<p>Você já reparou? Plantar árvores sempre traz algo bom e algo a ser descoberto. Por exemplo, essa experiência que nos incentiva a colocar no chão futuras centenárias: recentemente um grupo de cientistas ambientalistas detectou a presença de cerca de 10.000 tipos diferentes de vida em um único galho de árvore. Liquens, musgos, micro-organismos, minúsculos insetos vivem dessa simbiose. Quando plantamos uma árvore estamos implantando uma usina de vida, uma verdadeira “cidade” que abriga uma infinidade de pequenos seres que são vitais para o ecossistema.<br />
Então, o que estamos esperando para recompor, reflorestar, restaurar e reconstruir a vida do planeta por meio dessa qualidade única que uma só árvore proporciona?</p>
<p><strong>Veja os modos de plantar:</strong></p>
<p><strong>      1) POR SEMENTES:     </strong></p>
<p>Compre-as ou colete-as do maior número possível de exemplares da mesma espécie para preservar as características genéticas (anote a data de coleta e a localização das matrizes para facilitar o recolhimento nos próximos anos).</p>
<p>Em seguida, plante-as logo, pois, em geral, sementes de árvores têm vida curta. No entanto, antes de colocá-las na terra é preciso despertá-las, quebrando a chamada “dormência”, uma espécie de defesa natural que as sementes apresentam para não germinarem em locais ou períodos inadequados. Para acordá-las, siga os passos:</p>
<ul>
<li>Despolpe as carnosas, como manga, abacate, etc.</li>
<li>Escarifique com lixa grossa as de revestimento duro, como as do guapuruvú, jatobá, etc.</li>
<li>Para todos os casos, mesmo no das sementinhas leves e aladas, como as do ipê, deixe-as de molho em água por uma noite. No dia seguinte retire-as da imersão e lave para retirar o resto das substâncias inibidoras de germinação. Plante-as imediatamente, pois quando molhadas e não semeadas, mofam e morrem.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/08/120475743_l-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-120269" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/08/120475743_l-1-scaled.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></strong></p>
<p><strong>Duas maneiras de semear:</strong></p>
<ol>
<li><strong>Direto no solo</strong><br />
Somente na época de chuvas o plantio por sementes pode ser feito direto na terra. Utilize a medida de 100 sementes nativas da região para cada m2, ou utilize o método de “bolota” que consiste em misturar 1 porção de sementes; 3 porções de húmus ou adubo orgânico bem curtido; 5 porções de terra peneirada; 2 porções de água. Agregar os ingredientes e fazer as bolotas deixando-as secar ligeiramente e à sombra antes de plantar no terreno já roçado. Nem todas as sementes irão germinar &#8211; o que é considerado normal &#8211; mas vai acontecer.</li>
<li><strong>Por meio de saquinhos:</strong></li>
</ol>
<p>O jeito clássico de plantar árvores: coloque as sementes em recipientes individuais que tenham furos de drenagem e aproximadamente 40 cm de altura, com o seguinte substrato: uma parte de terra, uma parte de areia fina ou vermiculita para dar leveza e arejamento e duas partes de adubo orgânico. Enterre-as com uma profundidade equivalente ao seu tamanho e regue suavemente todos os dias. É lindo pensar que uma sementinha contém em seu interior uma grande árvore e é ainda mais belo vê-la nascer&#8230;, mas precisamos nos munir de paciência, pois nem sempre a emergência ou brotação é rápida, mas vale a pena esperar.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/09/baixa_3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-121086" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/09/baixa_3-3.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><strong>2) PLANTANDO MUDAS JÁ PRONTAS</strong></p>
<ul>
<li>Caso a opção seja comprar mudas de árvores já estabelecidas, procure saber antes se elas se adaptam a região onde serão plantadas.</li>
<li>Para áreas urbanas, principalmente para o plantio de árvores em calçadas, escolha espécies de pequeno ou médio porte. Se o plantio for para perto das casas, cuidado com galhos longos. Árvores de grande porte precisam de mais espaço e devem ser plantadas longe das construções.</li>
<li>Em muitas capitais, a prefeitura disponibiliza campanhas de incentivo à arborização. Procure se informar.</li>
</ul>
<p><strong>O que fazer com as mudinhas que brotaram das sementes ou com as que você adquiriu:</strong></p>
<p>Quando a pequena árvore alcançar cerca de 80 cm de altura, deverá ser transplantada para a sua morada definitiva. Contudo, se qualquer circunstância obrigar a permanência no saquinho transplante-a para um recipiente maior. Esse cuidado evita que as raízes enrolem ou comecem a sair pelos furos de drenagem, o que prejudica o crescimento e a estabilidade da muda. Se isso ocorrer, uma parte dessas raízes terá de ser cortada para facilitar o desenvolvimento dentro dos berços, caso contrário o “enrolamento” permanecerá e a árvore poderá ter seu crescimento atrofiado.</p>
<p><strong>Colocando a árvore no chão com a benção dos dias nublados:</strong></p>
<p>A mudança para a nova e definitiva morada deve ser feita, de preferência em dias chuvosos ou encobertos. Abra o berço com a medida de 60 cm de largura X 60 cm de comprimento X 60 cm de altura. Agregue à terra que saiu primeiro, ou seja, à mais superficial e rica, de 4 a 5 pás grandes de esterco, húmus de minhoca, composto orgânico ou um pouco de cada. Coloque também uma pá de pó de brita que trará elementos minerais nutritivos e/ou vermiculita ou areia fina para dar porosidade à terra. Misture os ingredientes e devolva para o berço.  Retire a muda do recipiente e plante-a observando que seu “colo” (a junção entre o tronco e o torrão) fique ligeiramente abaixo do nível do solo e comprima a terra em sua volta (é indicado revolver a terra ao redor do berço em um raio de 30 cm e nesta “argola” fazer proporcionalmente a mesma adubação).</p>
<p><strong>Detalhe</strong> <strong>que pode fazer a diferença</strong>: ao sair do recipiente, o torrão poderá ser envolvido em capim que servirá de adubo já nos primeiros dias do plantio. Aliás, capim ou qualquer outro tipo de cobertura vegetal (até mesmo galhos finos ou grossos) será imprescindível para proteger a terra e a muda do ressecamento dos raios solares. Os especialistas dizem que<strong> o sol não pode ver o solo, </strong>principalmente o solo de uma pequena árvore que precisa estar úmido para que os micro-organismos tenham saúde para processar os elementos minerais e vitais. E só a cobertura vegetal retém essa umidade. Coloque-a fartamente como um anel protetor em volta da futura árvore.</p>
<p><strong><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/08/126813901_s.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-119843" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/08/126813901_s-3.jpg" alt="" width="300" height="177" /></a></strong></p>
<p><strong>Uma coisa é plantar, outra é fazer crescer!</strong></p>
<p><strong>Ar e água poluídos, pouco caso, alterações climáticas&#8230;as condições não estão sendo nada favoráveis para as árvores, por isso é preciso redobrar os cuidados. </strong></p>
<ul>
<li>Colocada no solo é hora da rega que precisa ser constante até que a planta atinja uns 2m de altura. A quantidade de água também é importante (cerca de dois regadores de 10L pelo menos 3X por semana, se não chover).</li>
<li>Quando regamos com pouca água as raízes não aprofundam, pois não encontram umidade, assim sobem à superfície para se alimentar prejudicando a sustentação da planta.</li>
<li>Durante os primeiros três anos, faça uma adubação complementar de seis em seis meses e mantenha a cobertura vegetal. Essa cobertura também é válida para as árvores adultas e para qualquer planta já que o princípio do solo sadio é o mesmo para todas (exemplo de material para cobertura: folhas secas, mato seco, grama roçada, pequenos galhos cortados, etc.).</li>
</ul>
<p><strong>Plantar árvores traz alegria, renova o ânimo, traz frescor em dias quentes, traz mais pássaros para perto, traz esperança, traz beleza, traz saúde, diminui ruídos, traz paz, traz vigor, cuida do futuro.</strong></p>
<p><strong>E SE EU NÃO TIVER LUGAR PARA PLANTAR?</strong> Sem problema. Você pode semear as árvores e promover seu plantio doando as mudas. Esse é um ato de generosidade para com o próximo e para com a Mãe Natureza.</p>
<p><em>Por: Cynthia de Oliveira Frank</em></p>
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		<title>Árvores e Água, união absoluta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 19:40:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Cynthia de Oliveira Frank Ciclo Hidrológico &#8211; o ciclo da água, o qual depende totalmente de cada espécie de árvore. Todo o princípio da vida está contido nesse mecanismo sagrado que se divide em quatro etapas: Condensação Ao evaporar pela ação do calor, as águas de oceanos, rios e lagos condensam-se na atmosfera formando nuvens. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Cynthia de Oliveira Frank</p>
<p><strong>Ciclo Hidrológico &#8211; o ciclo da água, o qual depende totalmente de cada espécie de árvore.</strong></p>
<p>Todo o princípio da vida está contido nesse mecanismo sagrado que se divide em quatro etapas:</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/12/baixa2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-123577" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/12/baixa2-3.jpg" alt="" width="356" height="345" /></a></p>
<ol>
<li><strong>Condensação</strong></li>
</ol>
<p>Ao evaporar pela ação do calor, as águas de oceanos, rios e lagos condensam-se na atmosfera formando nuvens.</p>
<p><strong>E para continuar a existir rio, lago e oceano alimentado por rios é preciso vegetação ciliar que os proteja.</strong></p>
<ol start="2">
<li><strong>Precipitação e escoamento</strong></li>
</ol>
<p>Essas águas que se condensaram formando nuvens retornam por precipitação (chuvas, neves) à superfície terrestre. Uma parte vai alimentar o volume das águas superficiais, escoando pelos leitos dos rios até atingir os oceanos. Outra parte vai infiltrar na terra dando origem aos reservatórios subterrâneos.</p>
<p><strong>Se essa água encontra uma terra compactada por um processo de desertificação, sua infiltração torna-se muito mais difícil. São as árvores, as facilitadoras da penetração da água por meio de raízes que descompactam o solo, e de copas e folhas que diminuem o impacto das fortes chuvas (em um solo duro as preciosas gotas apenas batem e saltam sem penetrar).</strong></p>
<p>Agora, pense que para se transformar em lençol subterrâneo essa água que cai dos céus, leva na realidade, muito tempo, às vezes séculos. A água que hoje aflora do solo caiu das nuvens há mais de 50 anos <strong>(quando o mundo era mais abundante em vegetação).</strong></p>
<p>Então, as chuvas que hoje caem estão preparando as águas que poderão emergir do solo daqui a décadas. <strong>E se não houver matas?</strong></p>
<ol start="3">
<li><strong>Infiltração </strong></li>
</ol>
<p>A água de chuva que conseguiu infiltrar no solo e abastecer o lençol freático se acumulou em função desse lençol estar sobre uma camada impermeável. Quando a camada impermeável encontra com a superfície do solo surge a nascente de encosta. Esse tipo de nascente ocorre principalmente nas encostas, serras e grotas de regiões montanhosas. Hoje muitas nascentes estão desaparecendo não só pela falta das chuvas, mas pelos desmatamentos que tornam o solo impermeável e, principalmente, pelos soterramentos frequentes, visto que não há árvores para conter o solo e impedir deslizamentos de terra.</p>
<p><strong>Concluímos que para preservar as nascentes temos que preservar a vegetação ao seu redor e manter bem abundantes em vegetação as áreas de recarga dessas nascentes, que começam nos topos de morros mais próximos.</strong></p>
<ol start="4">
<li><strong>Evapotranspiração</strong></li>
</ol>
<p>Na última etapa do Ciclo Hidrológico, a parcela de água que penetrou o solo participa da manutenção da vegetação e retorna à atmosfera por meio da evapotranspiração, que nada mais é do que a transpiração das folhas que umedecerá o ar permitindo a continuidade permanente do ciclo das águas!<strong> </strong>Uma parceria que nos diz ainda mais&#8230;<br />
Todas as árvores do planeta não só asseguram a presença das chuvas como transformam suas gotas em alimento para a vida. A água de chuva (água destilada) vira a água que conhecemos como água mineral, quando em seu trajeto até o lençol freático interage com os minerais da terra disponibilizados por meio das raízes arbóreas. Aí ela se torna água alimentícia ou ‘sábia’ – aquela que obteve informações de vários elementos durante o caminho.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/12/baixa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-123576" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/12/baixa.jpg" alt="" width="374" height="249" /></a></p>
<p><strong>Você sabia que o seu celular depende das árvores para funcionar?<br />
</strong>Em geral, todo celular precisa de energia elétrica para ser recarregado. A energia elétrica depende da usina hidrelétrica que depende das águas para gerar energia. As águas dependem das árvores para proteger seu curso e as nascentes vivas. Não existe nada no mundo que sobreviva sozinho. Nem mesmo as mais avançadas tecnologias.</p>
<p><strong>Sobre a recomposição florestal em torno das nascentes:</strong></p>
<ol>
<li>Observe se existe uma regeneração natural da vegetação com plantas como carrapicho, lobeira, assa-peixe, jaborandi, guamirim, alecrim do campo, maria-mole, etc. Se esta for a situação, você só precisa cercar o olho d`água, mantendo uma distância ideal de 50 metros ao redor dele e deixar que a mata prossiga seu desenvolvimento.</li>
</ol>
<ol start="2">
<li>Se houverem poucos arbustos, além de cercar a nascente será preciso plantar algumas árvores, seguindo os mesmos critérios das matas ciliares, isto é: escolher bem as espécies, observar a distribuição correta e a quantidade. Dentro da área cercada recomenda-se plantar de 30 a 80 árvores, a depender do tamanho do terreno, do potencial de regeneração natural e do ecossistema local. Nessa quantidade as árvores irão atrair pássaros e outros animais que trarão novas sementes para recompor a vegetação.<strong> </strong></li>
</ol>
<ol start="3">
<li>Além de plantar e não desmatar, outro mandamento para a conservação dos olhos d´água é nunca implantar pastagens, culturas de alimentos ou descartar lixo e mineração nas áreas que vão das nascentes até os topos de morro próximos, pois são áreas de recarga das águas consideradas de Preservação Permanente.</li>
</ol>
<ol start="4">
<li>O plantio de árvores próximo às nascentes tem os mesmos objetivos da recomposição ciliar: aumentar a infiltração da água das chuvas no solo e segurar a terra arrastada pelas enxurradas, impedindo o soterramento da preciosa e abençoada água.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sementes dormem? Veja como despertá-las.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 21:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja porque algumas sementes ótimas não germinam e o que fazer para despertá-las. As condições de solo, de umidade e de luminosidade são favoráveis. A semente é nova, bonita, sadia&#8230;tudo pronto para se obter um belo resultado de plantio. E aí, nada acontece, suas sementinhas simplesmente não brotam. O que está acontecendo? Um processo super [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Veja porque algumas sementes ótimas não germinam e o que fazer para despertá-las.</p>
<p>As condições de solo, de umidade e de luminosidade são favoráveis. A semente é nova, bonita, sadia&#8230;tudo pronto para se obter um belo resultado de plantio.<br />
E aí, nada acontece, suas sementinhas simplesmente não brotam.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/11/baixa_2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-123089 aligncenter" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/11/baixa_2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>O que está acontecendo?</strong><br />
Um processo super natural chamado<strong> “dormência”</strong> que pode ocorrer por motivos genéticos ou surgir como forma de auto-proteção em decorrência de adversidades. Por exemplo, a semente secou repentinamente após a colheita, passou por temperaturas muito elevadas durante a maturação, colheita ou secagem, ou ainda faltou chuva no decorrer do seu desenvolvimento. Tudo isso pode induzir as sementes a um estado de recolhimento e acentuar a impermeabilidade do tegumento, ou seja, a parte externa da semente torna-se “fechada” às influências externas, deixando de absorver água e de propiciar a germinação. Nessa condição é preciso reativá-la aplicando alguns métodos da chamada<strong> quebra de dormência.</strong></p>
<p><strong>5 métodos que despertam as sementes:</strong></p>
<p>Você vai ver como uma mesma semente pode ser reabilitada por diferentes tipos de quebra de dormência.<br />
Escolha um deles ou teste-a por meio dos vários métodos disponíveis e observe com qual ela se adapta melhor.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/11/baixa_1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-123090 aligncenter" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/11/baixa_1-1.jpg" alt="" width="300" height="219" /></a></p>
<ol>
<li><strong>FRIO</strong> – Colocar as sementes na geladeira, dentro de um recipiente bem fechado, por 3 a 7 dias. Plantá-las em seguida. APLICAR EM: abóbora, abobrinha, alface, alfafa, almeirão, agrião, acelga, arroz, aveia, beterraba, bardana, brócoli, cenoura, caruru, chicória, couve, couve-flor, ervilha, espinafre, fava, girassol, lentilha, linhaça, milheto, mostarda, nabo, rabanete, repolho, rosélia (vinagreira), soja, sorgo, tomate, trigo.</li>
<li><strong>LUZ FRIA</strong> – Expor as sementes diretamente sob luz fria, por 8 a 16h. Plantá-las em seguida.<br />
APLICAR EM: abóbora, abobrinha, alface, alfafa, almeirão, agrião, berinjela, brócoli, bardana, cenoura, chicória (escarola), couve, couve-flor, ervilha, fava, feijão, jiló, maxixe, melão, mostarda, milheto, mucuna-preta, pepino, pimentão, quiabo, repolho, rosélia, soja, tomate.</li>
<li><strong>MOLHO OU MACERAÇÃO</strong> – Deixar as sementes de molho em água à temperatura ambiente, de 8 a 24h. Lavá-las em seguida para retirar as substâncias inibidoras de germinação e plantá-las assim que secarem um pouco. APLICAR EM: acelga, bardana, beterraba, berinjela, chicória (escarola), espinafre, jiló, mamona, melancia, pimentão, quiabo, rosélia e quase todas as sementes de árvores. Desde as que têm o tegumento (revestimento externo) duro até aquelas mais macias e aladas como as dos ipês.  OBS: para facilitar, este método pode ser utilizado durante a noite anterior ao plantio. Ou seja, você vai dormir e a semente vai acordar&#8230;</li>
<li><strong>ÁGUA CORRENTE</strong> – Esse método é bastante original. Coloque as sementes em saquinhos de tecido bem fechados e lave-as em água corrente, na correnteza de um riacho, em quedas d´água (não debaixo de uma torneira), por 2h seguidas. Deixar que sequem um pouco e plantá-las em seguida.<br />
APLICAR EM: acelga, beterraba, e em quase todas as sementes citadas no método “molho”.</li>
<li><strong>ESCARIFICAÇÃO</strong> – Lixar o tegumento das sementes antes de semeá-las. APLICAR EM: sementes duras de árvores. Vale ressaltar que após lixá-las, podemos colocá-las de molho em água para complementar o método.</li>
</ol>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/11/baixa_3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-123091 aligncenter" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/11/baixa_3.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Feijão sob Luz Fria</strong>: um dos métodos para despertar certas espécies de grãos e hortaliças.</p>
<p><strong>Sementes de molho em água</strong>: eficaz quebra de dormência por meio da hidratação.</p>
<p>Para tornar a parte externa mais receptiva à água que as faz germinar, sementes duras de árvores pedem lixamento e/ou molho por um dia, trocando a água.</p>
<p>Trapp</p>
<p>Cultivando o amor pela terra.</p>
<p><strong>Por: Cyntia de Oliveira Frank</strong></p>
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		<title>Plantando e Criando</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2022 20:21:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ideias para praticar junto às crianças. Espiral de ervas Não tem muito espaço em casa e gostaria de plantar ervas aromáticas e medicinais? Então, mãos à obra! Tudo o que você vai precisar para começar são algumas pedras ou blocos, tijolos ou telhas, terra, um local ensolarado e as plantas. A forma da espiral cria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ideias para praticar junto às crianças.</strong></p>
<ol>
<li>Espiral de ervas</li>
</ol>
<p>Não tem muito espaço em casa e gostaria de plantar ervas aromáticas e medicinais? <strong>Então, mãos à obra!</strong> Tudo o que você vai precisar para começar são algumas pedras ou blocos, tijolos ou telhas, terra, um local ensolarado e as plantas.</p>
<p>A forma da espiral cria vários habitats para uma grande variedade de ervas a serem plantadas. Por exemplo, ervas que gostam de sol pleno e boa drenagem podem ser colocadas na parte central e mais elevada, enquanto outras podem ficar na parte mais fresca e mais abaixo.</p>
<p>A boa notícia, além da oportunidade de encher a casa de  temperos e plantinhas que ajudam na <strong>saúde</strong>, é que você pode convidar as crianças a participar de todas as etapas dessa quase lúdica construção. Elas vão aprender muito sobre as ervas  e colocar sua energia em um projeto útil para todos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://www.hypeness.com.br/2017/06/saiba-como-fazer-sua-espiral-de-ervas-um-otimo-primeiro-passo-para-entender-a-permacultura/" target="_blank" rel="https://www.hypeness.com.br/2017/06/saiba-como-fazer-sua-espiral-de-ervas-um-otimo-primeiro-passo-para-entender-a-permacultura/ noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-122183 size-medium" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/10/espiral4-1.jpg" alt="" width="300" height="277" /></a></strong>Fonte da Imagem site: Hypeness</p>
<p><strong>Construção</strong></p>
<ol>
<li>A espiral pode ter qualquer dimensão, mas para a primeira tentativa comece com um círculo de mais ou menos 1,5 m de diâmetro. Marque a base circular no chão.</li>
<li>Utilize uma fileira de blocos ou pedras e vá empilhando e espiralando para dentro e para cima em direção ao centro.</li>
<li>Para ganhar altura amontoe mais pedras na parede da espiral enquanto seu interior é preenchido com uma leve camada de brita para oferecer melhor drenagem. A maioria das espirais termina no terceiro círculo concêntrico, atingindo uma altura em torno de 60cm a 1,20m.</li>
<li>Conclua o preenchimento com solo de boa qualidade, bem <strong>adubado organicamente</strong> e comece o plantio.</li>
</ol>
<p><strong> Cada erva em seu lugar</strong></p>
<ul>
<li>Procure se informar sobre a necessidade de cada espécie antes de plantá-la.</li>
<li>Por exemplo, algumas precisam de mais sol outras preferem a meia sombra.</li>
<li>A questão da umidade do solo também é fundamental. Algumas ervas preferem solos mais secos e outras se dão melhor em solos mais úmidos. Nesse ponto é bom lembrar que o topo da espiral tende a ter o solo mais seco.</li>
<li>O que todas as plantas têm em comum é a necessidade de solo bem nutrido. Composto orgânico, húmus de minhoca, esterco curtido, são boas<strong> fontes de nutrição</strong> e podem ser misturados com um pouco de areia fina para dar porosidade e arejamento ao substrato.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://meuquintaltemvida.wordpress.com/2015/07/08/espiral-de-ervas/" target="_blank" rel="https://meuquintaltemvida.wordpress.com/2015/07/08/espiral-de-ervas/ noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-122185 size-medium" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/10/espiral-1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></strong>Fonte da imagem site: Meu quintal tem vida</p>
<p><strong>Exemplos do que plantar:</strong></p>
<p><em>Alecrim, orégano, sálvia, tomilho, coentro, estragão, salsa, cebolinha, manjericão, erva-doce, funcho, hortelã, menta, melissa ou erva-cidreira, capuchinha ou chagas, capim-santo, lavanda.</em></p>
<p>Você pode convidar as crianças e escolher junto com elas qual seria o mais adequado e até mesmo reaproveitar algum tipo de material que esteja sem uso em casa, na escola ou em locais que as crianças observaram.</p>
<p>Por: <em>Cynthia de Oliveira Frank</em></p>
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		<title>Ideias e pensamentos de um dos maiores paisagistas da nossa história &#8211; BURLE MARX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2022 23:29:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Burle Marx era um versátil artista: pintava, fazia joias, tapeçaria, murais e azulejos. Mas, ficou famoso e respeitado especialmente pelo seu trabalho como paisagista. Não por acaso, recebeu do Instituto dos Arquitetos dos EUA o título de “Real Criador do Jardim Moderno”. Esse extraordinário jardineiro criou nada menos do que os Jardins do Itamaraty, em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Burle Marx</strong> era um versátil artista: pintava, fazia joias, tapeçaria, murais e azulejos. Mas, ficou famoso e respeitado especialmente pelo seu trabalho como <strong>paisagista.</strong> Não por acaso, recebeu do Instituto dos Arquitetos dos EUA o título de<strong> “Real Criador do Jardim Moderno”</strong>. Esse extraordinário<em> jardineiro </em>criou nada menos do que os Jardins do<strong> Itamaraty</strong>, em Brasília<em>, </em>os Jardins da <strong>Unesco</strong>, em Paris, os<strong> Jardins das Nações,</strong> em Viena, o <strong>Jardim do Parque Municipal de Hamburgo</strong>, na Alemanha, o<strong> Jardim do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro</strong> entre inúmeras obras mundialmente reconhecidas.</p>
<p>Conheça um pouco como ele pensava e como alimentava a esperança de viver e colaborar com um mundo melhor e mais verde.</p>
<p><a href="https://www.saopauloinfoco.com.br/pintor-paisagista-burle-marx/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-121894 size-medium" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/10/burle-marx-2.jpg" alt="" width="248" height="300" /></a></p>
<p>“Um jardim é criado com sensibilidade, inteligência e compreensão da natureza. Em um jardim inglês é possível ver grandes espaços com apenas 8 árvores, por exemplo. Em um japonês, um pedaço mínimo torna-se um universo fascinante. É importante que um jardim também tenha algo a dizer”.</p>
<p>“Os hortos, chácaras e arborização urbana têm sempre as mesmas espécies. Todos padronizam, plantam sempre as mesmas coisas. É preciso acabar com essa monotonia, difundindo novas plantas, tão belas quanto as já conhecidas”.</p>
<p>“Os jardins devem ser projetados com a<strong> intenção de educar</strong>. Devem ensinar a conviver, fazer amigos e a despertar para o <strong>prazer da vida</strong>”.</p>
<p>“O primeiro cuidado do brasileiro quando vai construir uma casa é derrubar as árvores do terreno. É o medo ancestral das florestas, herança dos colonizadores portugueses”.</p>
<p>“ Os jardins não começaram comigo e nem vão terminar depois de mim. Espero que hajam outras pessoas  interessadas na<strong> perpetuação das plantas.”</strong><a href="https://www.vivadecora.com.br/pro/roberto-burle-marx/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-121895 size-medium" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/10/captura-de-tela-2022-10-14-120154-1.jpg" alt="" width="251" height="300" /></a>“Um jardim em São Paulo deve ser tecnicamente diferente de um jardim no Rio pois o princípio inicial de qualquer trabalho paisagístico é conhecer as plantas e seu habitat”.</p>
<p>“Com o tempo eu passei a imaginar a <strong>beleza natural organizada</strong>. Queria uma coisa que tivesse ritmo, cor, surpresas e<strong> emoção estética.</strong> Um jardim é isso”.</p>
<p>“A natureza por si só é bela. Então, eu não preciso fazer mais do que organizá-la, eliminando o supérfluo”.</p>
<p>“No Brasil existem as caatingas, o cerrado, a flora das florestas costeiras, a Amazônia, a restinga. Cada grupo botânico com suas plantas características. E é importantíssimo mantê-las. Jardins feitos numa região de caatinga devem ter espécies da região”.</p>
<p>“Não existem plantas feias. Existem plantas bem ou mal agrupadas. É necessária uma capacidade analítica que permita escolher as plantas segundo as qualidades que melhor se <strong>adaptem</strong> aos nossos <strong>propósitos”.</strong></p>
<p>“É preciso ter critério na escolha das condições de solo, umidade e exposição ao sol apropriadas para a <strong>sobrevivência da planta”.</strong></p>
<p>“É também preciso saber dispor os pequenos, médios e grandes volumes, sem deturpar a fisionomia da paisagem e mantendo sempre a qualidade estilística no que se faz”.</p>
<p>“ É possível plantar um jardim para cegos. Eu ainda não projetei nenhum, mas é possível. Ele terá que ter, antes de tudo, cheiro, plantas aromáticas, acidentes caprichosos e plantas táteis”.</p>
<p><strong> “O que é preciso? Plantar!”</strong></p>
<p>“ Que se façam reflorestamentos com <em>Pinus elliottii</em> e <em>Eucalyptus</em> em terras já devastadas , compreende-se. Mas, botar abaixo uma floresta natural para plantar essas espécies não tem sentido. Nas matas de eucalipto não há alimento para pássaros nem para os animais. São matas silenciosas onde só se ouve o ruído do vento. Quer dizer, estão trocando matas cheias de vida por florestas sepulcrais”.</p>
<p>“ O convencionalismo na resolução dos espaços urbanos a serem utilizados como praças em nosso país, levou a uma alarmante uniformização de soluções. O que se observa é uma monótona repetição de erros que acontece, talvez, pela facilidade de imitação”.</p>
<p>“A arte é importante pela curiosidade nela contida. Aquilo que o homem deve sempre buscar. Viver sem buscas, mecanicamente, deve ser uma espécie de morte, muito pior que a natural. Aceitar tudo como se fosse fato consumado é uma forma ´burra´ de viver”.</p>
<p>“Aprendi a viver através das plantas, vendo-as nascer, crescer, morrer.<strong> Amo as plantas</strong> como se fossem seres humanos”.<br />
<a href="https://billbarr.wordpress.com/2010/09/18/roberto-burle-marx/" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-121896 size-medium" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/10/gardens002-1.jpg" alt="" width="300" height="279" /></a><strong><br />
</strong></p>
<p>A partir de um simples olhar&#8230;<br />
Foi olhando para as roseiras do jardim da casa de sua mãe, aos 3 anos de idade, que o paisagista sentiu despertar seu amor pelas plantas.<br />
Com uma coleção de mais de 3.500 espécies de plantas, o sítio <strong>Roberto Burle Marx</strong>, localizado em Barra da Guaratiba, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, é hoje patrimônio mundial da <strong>UNESCO</strong> – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Alí, Burle Marx fez um “laboratório” ao ar livre para conhecer o comportamento da flora brasileira, até então pouco valorizada nos projetos paisagísticos. A partir dessa experiência, ele criou o jardim tropical moderno que representa uma mudança de paradigma no paisagismo: <strong>valiosa contribuição para a humanidade e para a natureza.</strong></p>
<p>Por: <em>Cynthia de Oliveira Frank</em></p>
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