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	<title>Arquivo de poda - Trapp</title>
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		<title>O Poder das Plantas &#8211; Homeopatia</title>
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		<pubDate>Mon, 29 May 2023 16:57:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homeopatia: respeito à vitalidade de todos os seres vivos. Uma forma surpreendente de tratar a Natureza é utilizar a homeopatia. E as plantas se dão muito bem com essa prática terapêutica que leva em conta, todo o tempo, a saúde inata que existe em cada vida. Como disse um dedicado médico homeopata: “nosso corpo é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Homeopatia: respeito à vitalidade de todos os seres vivos.<br />
</strong>Uma forma surpreendente de tratar a Natureza é utilizar a homeopatia. E as plantas se dão muito bem com essa prática terapêutica que leva em conta, todo o tempo, a saúde inata que existe em cada vida.<br />
Como disse um dedicado médico homeopata: “nosso corpo é como um barco que se dirige a um destino único de paz, amor e bem, um porto seguro. As doenças e desequilíbrios são as turbulências, as tempestades, os ventos fortes. Tudo o que faz esse barco sair de sua rota, ou se perder. O que precisamos é colocar de novo o barco em seu caminho e isso <strong>se aplica a todas as formas de vida</strong>, pois a homeopatia trabalha com a Energia. É ela que reconduz as coisas”.</p>
<p><strong>E como funciona esse princípio? </strong><strong>Simples assim&#8230;<br />
</strong>A atuação da homeopatia incentiva os processos de cura nos vegetais, animais, seres humanos e sistemas vivos, como o solo, a água e o ar. Se uma determinada forma de vida está enfraquecida e sem resistência poderá apresentar problemas. Como se contraísse uma doença porque está doente e nesse caso é preciso “colocar o barco em seu caminho”. Assim, a homeopatia, por meio de suas dinamizações, restaura ou recupera o equilíbrio da totalidade daquele organismo. Por isso, essa terapêutica secular cuida de acionar a vitalidade inerente ao ser ou ao sistema, trazendo de volta sua saúde sem extinguir qualquer tipo de agente (como insetos, por exemplo), mas, antes, criando condições para que o próprio organismo possa se defender e conviver com as intempéries e com qualquer adversidade.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/1-1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-131255" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/1-1-1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS </strong><strong>PARA PLANTAS</strong></p>
<p>Utilize um de cada vez, de acordo com a necessidade. &#8211; <em>Baseado no Caderno de Homeopatia da Universidade Federal de Viçosa- MG</em></p>
<p><strong><em>Achillea millefolium<br />
</em></strong>A homeopatia dessa planta, conhecida como mil-folhas, coloca elementos como o carbono, o nitrogênio e o enxofre no lugar correto e na proporção adequada para compor a molécula proteica, um processo natural e orgânico. Sem falar que ela aumenta o teor de nitrogênio e auxilia a planta a gerar uma fortaleza e estabilidade que a defende dos ataques externos.<em> </em></p>
<p><strong><em>Apis mellifica<br />
</em></strong>Este medicamento vem das abelhas e trabalha a fraqueza da planta causada pela alta produção. Aplica-se também em espécies pouco tolerantes ao calor, cujo pólen apresenta baixa fertilidade, e para casos de queda prematura de flores e frutinhos. Também pode ser utilizada em animais que apresentem alergia a picadas de insetos.</p>
<p><strong><em>Arnica montana<br />
</em></strong>É o preparado homeopático mais indicado em casos de traumas energéticos e físicos que causem estresse (podas, transplantes, desbastes, colheitas que danificam os galhos, deficiência hídrica, clima frio em época de calor ou vice-versa, danos repentinos por ataque de insetos, geadas e traumas causados por incêndios). Também atua em traumas causados aos animais (parto, vacinas, sustos, choques, transtornos).</p>
<p><strong><em>Calcarea carbonica<br />
</em></strong>Uma homeopatia que pode ser dada para todas as plantas, especialmente para aquelas que não respondem à fertilidade do solo ou demoram na emissão de novas raízes. Também para as que estão com desenvolvimento lento (crescimento e florescimento) e/ou apresentam amarelamento das folhas. É indicada nos casos de compostagem lenta, com resíduos de difícil decomposição.</p>
<p><em><strong>Carbo vegetabilis</strong><br />
</em>Quando há fraqueza geral. Após ataque de insetos, desfolhamentos, em condições de deficiência hídrica, fases de alta/baixa temperatura, espaçamento adensado, aborto de flores, morte de gemas e para plantios em solos compactados. Este medicamento funciona como uma espécie de “levante” em qualquer ocasião. Também é recomendado aos animais prostrados e fracos. Tem origem no carvão vegetal obtido do carvalho, que contém potássio e o poder curativo do enxofre.</p>
<p><strong><em>Chamomilla officinalis<br />
</em></strong>Capta o cálcio e o elabora para a saúde das plantas. Aumenta o teor de nitrogênio. É a nossa querida camomila.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/3.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-131269" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/3.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong><em>Cuprum metallicum<br />
</em></strong>Quando as plantas estão intoxicadas com produtos à base de cobre ou ficam sem crescimento, sem desenvolvimento. Essa homeopatia é recomendada na dinamização 30CH.</p>
<p><strong><em>Ferrum<br />
</em></strong>Para folhas amarelando, estresse por mudança de lugar ou em caso de plantio em solos compactados.</p>
<p><strong><em>Magnesia carbonica<br />
</em></strong>Quando uma planta apresenta deficiência na floração ou desprende as flores recém-nascidas, experimente a <em>Magnésia carbonica</em>. Também em casos de sensibilidade a baixas temperaturas, excesso ou deficiência de magnésio ou cálcio e nos cultivos com falta de vigor nas plantas.</p>
<p><strong><em>Melinis minutiflora<br />
</em></strong>Uma homeopatia feita a partir do capim gordura. É um protetor das plantas. Age equilibrando fungos, ácaros, ferrugens. Auxilia no tratamento da sarna e nas erupções cutâneas nos animais.</p>
<p><strong><em>Phosphorus<br />
</em></strong>É recomendado nos casos de excesso de transpiração por intolerância ao calor. Estimula o crescimento das plantas sendo indicada para espécies exigentes quanto à adubação.</p>
<p><strong><em>Pulsatilla<br />
</em></strong>Indicada principalmente para hortaliças que apresentam intolerância ao local de cultivo, ou que estão em áreas onde falta ventilação. Estimula a frutificação.</p>
<p><strong><em>Silicea<br />
</em></strong>Utilizada em plantas raquíticas ou com crescimento estiolado. Beneficia as espécies com ataque de míldio ou de outros fungos. Interrupções no crescimento e atraso na produção também são motivos para o uso deste medicamento.</p>
<p><strong><em>Staphysagria<br />
</em></strong>Quando uma planta recebe agressões e traumas por enxertos ou cruzamentos com outras variedades ou espécies, a homeopatia é <em>Staphysagria</em>. Nos casos de ataques de pulgões, nematoides ou ácaros, esta homeopatia também é indicada, bem como em situações de sombreamento, de frio e após danos por perda de ramos/folhas. Para os animais, podemos utilizá-la nas infestações de pulgas.</p>
<p><strong><em>Taraxacum officinalis<br />
</em></strong>Equilibra o ácido silícico para a estabilidade da planta, reequilibra a capacidade natural de absorver a água sem gerar deficiência hídrica. É o conhecido dente-de-leão.</p>
<p><strong><em>Thuya occidentalis<br />
</em></strong>Nos casos de ocorrência de “calosidades”, “verrugas” (muitas árvores apresentam estas anomalias), em casos de ventos frios/quentes que prejudiquem as plantas. Para os animais, em casos de tumores e após vacinação.</p>
<p><strong><em>Valeriana officinalis<br />
</em></strong>Atua no desempenho do fósforo que na maioria das vezes se encontra preso no solo ajudando a disponibilizá-lo uma vez que ativa as substâncias fosfóricas até mesmo nas ponteiras de brotos novos. Oferece resistência às plantas contra geadas. Vitaliza os micro-organismos e as minhocas.</p>
<p><strong>RESULTADOS PRÁTICOS</strong></p>
<p><strong>ADEUS TRAUMA<br />
</strong>Era uma vez, uma amoreira que reiteradamente tinha que ser podada, pois seus galhos incomodavam o vizinho da casa de uma amiga. Para não estressar a árvore, essa amiga optou pelas aplicações homeopáticas com a Arnica CH6. Assim, a cada poda, a bela amoreira recebia pelo menos sete dias de pulverizações com a medicação. O resultado é que a árvore sempre se recuperou rapidamente, como se as podas não alterassem seu vigor.</p>
<p><strong>CURAR É SIMPLES<br />
</strong>Um amigo comprou um vasinho de manjericão em um supermercado. Logo percebeu que a bela plantinha havia sido criada com adubo químico. Ao transplantá-la para o canteiro, a planta tinha dificuldades para crescer e se adaptar ao ambiente natural. Isso acontece quando desde muito pequena a planta é acostumada a altas doses de químicos para poder crescer rápido. Nesse caso, a prioridade foi desintoxicá-la com o Nux Vomica CH6 por sete dias. Após um descanso de mais três dias, a planta recebeu o Carbo Vegetabilis CH6, por duas semanas. Hoje o pé de manjericão vive tranquilo e sem cobranças. E seu cuidador pode servir-se de suas folhinhas sem prejuízos à saúde.</p>
<p><strong><br />
</strong><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS NO SOLO<br />
</strong></p>
<p><em><strong>Silicea</strong> &#8211; </em>Auxilia a recuperar a fertilidade do solo.</p>
<p><em><strong>Ferrum</strong> &#8211; </em>Ajuda no processo de estruturação do solo. Elementos como ferro, alumínio, mercúrio, arsênio, chumbo, podem estar naturalmente presentes na terra em grandes concentrações ou como resíduos de agroquímicos. A homeopatia destes elementos é útil na desintoxicação da contaminação.</p>
<p><em><strong>Alumina</strong> &#8211; </em> Equilibra o alumínio e reduz a necessidade de calagem.</p>
<p><em><strong>Magnesia carbonica e Calcarea carbônica</strong> &#8211; </em>Atuam na conservação da matéria orgânica e ciclagem de nutrientes.</p>
<p><em><strong>Sulphur</strong> &#8211; </em>Desintoxica o solo, jogando fora seus desequilíbrios.</p>
<p><em><strong>Natrum muriaticum</strong>&#8211; </em>Equilibra os sais minerais no solo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS PARA ÁGUA</strong><strong> </strong></p>
<p><em><strong>Carbo vegetabilis</strong> &#8211; </em>É o remédio da despoluição de resíduos físicos, biológicos e químicos nas águas. No caso dos resíduos biológicos e químicos é preciso associá-la com <em>Nux vomica</em>.  O <em>Carbo vegetabilis</em> (carvão vegetal) também retira os odores fétidos de algumas águas.</p>
<p><em><strong>Nux vômica </strong>&#8211; </em>Principalmente para poluição química.</p>
<p><em><strong>Pyrogenium </strong>&#8211; </em>Eliminação de odores desagradáveis (assim como o <em>Carbo vegetabilis)</em>.</p>
<p><em><strong>Ferrum metallicum e Silicea</strong> &#8211; </em>No caso de excesso de ferro na água.</p>
<p><em><strong>Escherichia colli </strong>&#8211; </em>Equilíbrio dos micro-organismos na água.</p>
<p><strong><u>Como utilizar:</u></strong></p>
<ul>
<li><strong>Nos Rios. </strong>O processo de homeopatia dos rios é extremamente simples e de baixo custo. Basta observar a parte do rio onde existam remansos. Ali, estrategicamente, colocamos as homeopatias gotejando – como descrito no quadro abaixo. Caso o remanso esteja muito estacionado, as virtudes homeopáticas podem gotejar em outros pontos do curso fluvial. Por exemplo, em quedas d´água, vertentes ou cachoeiras de fácil acesso. Ao se adicionar aí as homeopatias, cada gota fará com que todo o volume de água se torne homeopático por meio da sucção gerada pelos movimentos circulares naturais. Além disso, a água corrente desse rio irá percorrendo trajetos até atingir novos afluentes.</li>
<li><strong>Nas Correntes marítimas. </strong>Parece um pouco ousado, mas é possível. Os mares e oceanos podem ser homeopatizados diretamente. Além de terem o continuo movimento das ondas, têm o contínuo movimento das correntezas. Ao identificá-las cartograficamente pode-se manter grupos de pessoas para homeopatizá-las. Com o movimento natural essas correntes irão gradativamente fazendo novas dinamizações, aumentando ainda mais os benefícios para a vida marinha.</li>
<li><strong>Nos Lagos. </strong>Proceder do mesmo modo que se faz com os rios. A diferença é que em lagos ou represas, pode ser mais fácil escolher um ponto para deixar o garrafão.<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong>Preparo da homeopatia no garrafão</strong><strong> </strong></p>
<p>Lave bem um garrafão de vidro ou de plástico (de 5 ou 10 litros) que tenha sido de água mineral. Preencha ¾ do volume com água natural destilada ou mineral e coloque 20 gotas por litro da homeopatia escolhida. Faça de 20 a 100 sacudidas – se possível na horizontal – de um lado para outro, para a água absorver a virtude curativa da homeopatia. Em seguida prepare uma rolha ou a própria tampa de plástico de forma que goteje de meio em meio minuto ou de um em um minuto. Coloque o garrafão de boca para baixo no local desejado, sempre à sombra<strong>.</strong> Dia e noite gotejando, uma despoluição significativa poderá ocorrer.</p>
<p><strong><u><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-131268" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></u></strong></p>
<p><strong><u>HOMEOPATIAS NA PRÁTICA</u></strong></p>
<p><strong>Posologia para todos os casos</strong><strong>: </strong></p>
<p>20 Gotas por litro de água pura e limpa. Você pode adaptar esse número de gotas de acordo com o tamanho do pulverizador, e quantidades de plantas que vão receber a medicação.<br />
A utilização deve ser feita pela manhã, nas primeiras horas do dia, ou ao final da tarde. Utilizar pulverizador ou recipiente novo, nunca utilizado antes com qualquer produto. O ideal é identificá-lo, deixando-o reservado para esse fim. Ao mudar de homeopatia, lave-o cuidadosamente somente com água. Na última lavagem pode-se utilizar álcool.</p>
<p><strong><em>Um ciclo de tratamento leva, em geral, de 7 a 14 dias.</em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>Cuidados especiais para guardar homeopatias:</strong></p>
<p>Deixe-as em locais ventilados, sem umidade e sem calor, sempre longe de aparelhos elétricos ou eletrônicos como TV, geladeira, celular, computador, micro-ondas, etc.<br />
Exija frascos de cor âmbar para maior proteção da luz. Não colocá-las em locais com cheiros fortes (perfumes, inseticidas, incensos, etc.) Nem usar naftalina em casa.</p>
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		<title>Podar sem ferir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 20:11:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Critérios e atitudes para cuidar bem das árvores Antes de acionar o serrote pare e pense: Como vou tratar dessa árvore? Com indiferença ou com a decisão de protegê-la? A poda é um momento difícil para a planta e delicado para quem vai executá-la. Durante o manejo podemos reparar e curar ou reprimir e trazer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/FJ-1131-externa-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-111721" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/fj-1131-externa-scaled.jpg" alt="" width="600" height="401" /></a></strong></p>
<p><strong>Critérios e atitudes para cuidar bem das árvores</strong></p>
<p>Antes de acionar o serrote pare e pense: Como vou tratar dessa árvore? Com indiferença ou com a decisão de protegê-la? A poda é um momento difícil para a planta e delicado para quem vai executá-la. Durante o manejo podemos reparar e curar ou reprimir e trazer sofrimento. Tudo depende de nossa atitude e de algum conhecimento prático.</p>
<p><strong>Critérios objetivos</strong></p>
<ol>
<li><strong>Uma poda realmente útil:</strong> a que libera as plantas do peso desnecessário de galhos mortos, quebrados ou doentes que dificultam o crescimento prejudicando a aeração da copa, iluminação e circulação da seiva, favorecendo a proliferação de pragas e moléstias. Praticamente só nesses casos o procedimento da poda pode realmente valer a pena. Podar por podar estressa e reprime a expressão do vegetal que sente dor assim como prazer.</li>
<li><strong>Nunca corte ou encurte o ponteiro ou galho central: </strong>a planta pode ficar “desorientada” em termos de crescimento e sustentação. Se não houver outro jeito e o galho precisar ser mesmo cortado, eleja imediatamente um substituto como mostra a ilustração abaixo. Durante os primeiros meses, o novo guia deverá ser estaqueado para não pender. Após se firmar, retire a estaca.</li>
</ol>
<p><strong>Na falta do galho central original, a eleição de um novo ponteiro é fundamental.<br />
</strong><strong>Ele garante a guia e proteção da árvore.</strong></p>
<ol start="3">
<li><strong>Remova galhos enviesados, cruzados e malformados</strong> que danifiquem o equilíbrio do formato original. Exemplo: quando dois galhos se tocam, o atrito pode ferir a casca de ambos, deixando a árvore exposta a doenças. Corte um dos dois.</li>
<li><strong>Os galhos não sobem à medida que a árvore cresce.</strong> A única maneira de eliminar os galhos muito baixos é cortando-os. Porém esse ponto é bastante pessoal. Conheci uma árvore que tinha ramos belíssimos que quase encostavam no chão dando-lhe um aspecto harmonioso e muito peculiar. Já em outros casos, como, por exemplo, o dos eucaliptos, a história é outra: eles não gostam de galhos muito baixos. Podemos cortá-los para dar mais elegância à árvore.</li>
<li><strong>Sobre os “ladrões”: </strong>uma poda pode dar à árvore uma sensação de renovação e estimular o surgimento de brotos vigorosos e super-eretos, os chamados brotos ladrões que desvitalizam os ramos desviando para si reservas de nutrientes. Remova-os pela base, se possível durante o inverno – período de dormência vegetal.</li>
<li>Galhos doentes podem ser cortados como medida de caráter sanitário. Porém, antes devemos ver se aquela doença ou praga não pode ser tratada. É como entre as pessoas, não é porque um membro do corpo está doente que devemos extirpá-lo sem antes buscar outra saída. Observe, peça ajuda para identificar o problema e cuide da planta! Caso ela não possa ser tratada por questões de dimensão da própria praga ou doença, então, sim, vamos recorrer à poda para evitar que o problema se alastre ainda mais.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cientistas registraram vegetais liberando etileno no momento do corte.<br />
</strong><strong>No ser humano o etileno funciona como anestésico.<br />
</strong><strong>Para a Natureza criar esse recurso, imagine a dor que as plantas sentem, embora, ao contrário dos animais, não possamos ouvi-las gritar ou chorar.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Critérios subjetivos</strong></p>
<ol>
<li><strong>Atenção e sensibilidade. </strong>Quando percebem que estamos procurando fazer o melhor, as plantas começam a se comunicar. Avise-as, por meio da fala ou do pensamento, que serão podadas. Por exemplo: se vou podar para dar mais saúde e vigor, avisar a planta sobre isso e pedir-lhe ajuda para que nos oriente. Se for cortar um galho porque ele está atrapalhando, comece pedindo desculpa para a árvore por ela ter sido colocada em um local não conveniente ou por um engano ter sido cometido ao se construir próximo a ela, alguma coisa com que não possa conviver.</li>
<li><strong>Cuidado com podas muito entusiásticas,</strong> as podas malfeitas deixam danos irreversíveis. Antes de podar, aquiete-se. Respire fundo e entre em sintonia com a planta. Assim as chances de erro diminuirão.</li>
<li><strong>Na hora do corte,</strong> é importante manter a clara intenção de aliviar o vegetal para que possa cumprir melhor seu papel dentro da Natureza.</li>
<li><strong>Tenha fé e passe isso para a planta:</strong> a poda resultará em mais beleza, reforçará a estrutura e o bom aspecto.</li>
<li><strong>Realize as podas só quando tiver tempo disponível. </strong>A pressa nessa tarefa, desvia a atenção em um momento em que devemos estar inteiros. Afinal uma poda é uma cirurgia. Imagine “médicos” desatentos e apressados.</li>
</ol>
<p><strong><br />
<a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/CJP.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-111729 alignleft" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cjp.png" alt="" width="210" height="150" /></a>TOQUE VERDE</strong></p>
<p>O mais importante: o coração da gente estar presente nesses cuidados. É o amor que cura, aumentando a imunidade de todos os seres vivos.</p>
<p>Durante atencioso trabalho de poda em uma mata, este cipó foi cortado ao meio.  Olhe o que apareceu!  Sinais de marcas formando lindos sorrisos. Alegria em retribuição ao amor recebido?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Linha PODA da TRAPP</strong></p>
<p>Para tratar árvores e outras plantas com carinho e precisão no manejo.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/FJ-30886-externa-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-111730" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/fj-30886-externa-scaled.jpg" alt="" width="236" height="157" />  </a><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/SR-11275-externa-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-111731" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/sr-11275-externa-scaled.jpg" alt="" width="238" height="158" />  </a><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/SR-20810-externa.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-111732" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/05/sr-20810-externa.jpg" alt="" width="234" height="157" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><b>Autora: </b></i><i><b>Cynthia de Oliveira</b></i></p>
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		<title>4 dicas essenciais para cuidar de uma cerca viva</title>
		<link>https://www.trapp.com.br/en/4-dicas-essenciais-para-cuidar-de-uma-cerca-viva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 02:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[arbustos]]></category>
		<category><![CDATA[cerca-viva]]></category>
		<category><![CDATA[ht-700]]></category>
		<category><![CDATA[ht700]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
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		<category><![CDATA[podador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter uma cerca viva é uma ótima opção para delimitar espaços</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ter uma cerca viva é uma ótima opção para delimitar espaços, valorizando a natureza. Elas trazem privacidade para os ambientes, mas também ornamentam e embelezam.</p>
<p>Mas, assim como qualquer outro projeto de jardinagem, as cercas precisam de cuidados especiais e frequentes, de acordo com a planta escolhida e a função desejada.</p>
<p>Você sabe como cuidar da sua? Confira as principais dicas para manter a sua cerca viva bonita, saudável e funcional. Continue Aqui!</p>
<p><b>1 &#8211; Escolha as plantas corretas</b></p>
<p>Antes de pensar nos cuidados de uma cerca viva, precisamos entender o que é necessário para ter uma! Nem todos os tipos de plantas são indicados ou tem as características necessárias para a estrutura da cerca. Algumas das mais comuns para uso são: murta, sansão do campo e buxinho. Se a preferência é por plantas que dão flores, pode-se utilizar espécies como azaleia, hibisco e tumbérgia.</p>
<p>Outra questão importante neste momento é selecionar espécies de acordo com a região, para que as condições climáticas e do solo não prejudiquem o espaço.</p>
<p><b>2 &#8211; Não se esqueça das podas </b></p>
<p>Um dos cuidados essenciais é a poda. Além de servir para manter o formato, ter atenção às datas das podas ajuda a analisar o crescimento e a saúde das plantas. Fazer isso de forma frequente é essencial.</p>
<p>Cada espécie tem seu período de poda ideal, baseado na época em que cresce mais, então, é importante planejar o processo com esse aspecto em mente.</p>
<p><b>3 &#8211; Fique atento ao formato da cerca viva</b></p>
<p>Além de um elemento decorativo, a sua cerca viva também tem uma utilidade, portanto, seu formato deve ser planejado e mantido com cuidado. Para não comprometer sua função, ela não deve ser mais alta ou mais baixa do que o desejado, nem cobrir entradas, saídas e passagens.</p>
<p>Isso é definido no primeiro corte, também chamada de poda de formação, sendo realizado logo após o plantio. Manter a frequência das podas também é importante para que a cerca não perca seu formato.</p>
<p><b>4 &#8211; Utilize um podador </b></p>
<p>É muito mais fácil cuidar de uma cerca viva com ferramentas adequadas e específicas. Usar um podador próprio ajuda a mantê-las bonitas e saudáveis com mais praticidade, além de tornar essa tarefa mais rápida e simples.</p>
<p><b>Conheça o Aparador de Cerca Viva Elétrico da Trapp</b></p>
<p>O Aparador de Cerca Viva Elétrico da Trapp é a ferramenta ideal para te ajudar nos cuidados com cercas vivas! Simples, fácil e rápido de usar, é recomendado para aparar todo tipo de cerca viva, sebes e arbustos.</p>
<p>Pensando também na sua segurança, ele possuí um sistema de proteção ao usuário, podendo ser acionado apenas com as duas mãos, além de trava para extensão elétrica e lâminas afiáveis.</p>
<p>Texto e imagens disponíveis em: <a href="https://blog.agrimar.com.br/2021/09/16/4-dicas-essenciais-para-cuidar-de-uma-cerca-viva/">Agrimar</a></p>
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		<title>Tipos de Poda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 23:56:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[galhos]]></category>
		<category><![CDATA[jardim]]></category>
		<category><![CDATA[jardinagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>quinta, 22 de abril de 2021 Um jardim não fica bonito e saudável sozinho. Cuidar do solo e sua nutrição, das regas e da luminosidade são condições essenciais para a manutenção perfeita do espaço verde. Contudo, muitos esquecem de um elemento que é de vital importância para que algumas espécies possam florescer, vicejar e mesmo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="head-interna"><span class="date">quinta, 22 de abril de 2021</span></div>
<div class="texto full-text">
<p>Um jardim não fica bonito e saudável sozinho. Cuidar do solo e sua nutrição, das regas e da luminosidade são condições essenciais para a manutenção perfeita do espaço verde. Contudo, muitos esquecem de um elemento que é de vital importância para que algumas espécies possam florescer, vicejar e mesmo viver com maior plenitude: a poda.</p>
<p>Algumas espécies de flores, arbustos e árvores necessitam de podas regulares por diversos fatores, e todos eles podem prejudicar a planta em algum momento. Alguns arbustos podem criar áreas sombreadas que podem danificar suas próprias folhas e flores por crescerem de forma descontrolada; há galhos que precisam ser podados por ficar ressecados ou mesmo doentes, que podem contaminar a planta toda; o tamanho de determinadas árvores pode causar transtornos físicos. A poda tornou-se a solução para diversos empecilhos que podem destruir a estética do jardim, a correta floração das espécies e a própria planta, que pode vir a fenecer. Saber como, quando e com o que podar é uma obrigação de todos que prezam seu jardim. Não é necessário ter um enorme compêndio de tipos de poda; basta saber quais dessas podas são necessárias às plantas que você tem ou virá a ter. Veja os tipos de poda mais utilizados:</p>
<p><strong>Poda de limpeza ou renovação: </strong>elimina galhos doentes e secos, que podem se espalhar pela planta e deixá-la doente. Muito usado em arbustos e floríferas.</p>
<p><strong>Poda de formação: </strong>usada na topiaria com objetivo ornamental e para modelar arbustivas para que elas não cresçam de forma desproporcional, principalmente as plantadas em calçadas.</p>
<p><strong>Poda de floração e frutificação: </strong>são podas para melhorar o desempenho do crescimento de brotos, frutos e flores. O principal propósito é manter a produção de flores e frutos sempre em alto nível, por isso essa poda possui certas regras que precisam ser seguidas para que sejam efetivas em seu objetivo.</p>
<p><strong>Poda de raízes: </strong>quem cultiva bonsais e tem árvores cujo crescimento radicular tende a quebrar calçamentos usa deste tipo de poda para que a amplitude da planta seja limitada ao cortar as fontes de nutrientes.</p>
<p>A poda é geralmente feita após a floração ou frutificação, quando a planta entra no período de dormência entre o outono e o inverno. Assim, a cicatrização da poda torna-se mais rápida, já que a planta não precisa dividir suas energias nutrindo flores e frutos e curando-se do talho. Somente plantas saudáveis devem ser podadas; caso haja suspeita de outro mal que esteja acometendo a planta, prefira outro método de renovação, como o transplante ou o reforço na adubação. Tome muito cuidado com a qualidade dos instrumentos de poda que serão utilizados. Tesouras e demais ferramentas de corte devem ser de primeira linha e muito bem afiadas para que não firam a planta. A desinfecção das ferramentas é importante; antes de usar, além de bem afiada, o instrumento de corte precisa estar bem limpo e livre de agentes patógenos. Lave com água e sabão e use álcool para eliminar focos de infecção.</p>
<p><img decoding="async" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/dc1e5c048ea1de115e944a9f6baf5390.jpg" /></p>
<p>Texto disponível em: <a href="https://jardinagemepaisagismo.com/"><strong>Jardinagem e Paisagismo</strong></a><strong> </strong></p>
<p><span id="pastemarkerend3128"></span></div>
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		<title>Poda correta de galhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2019 20:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aproveite Melhor o Seu Jardim]]></category>
		<category><![CDATA[aproveite-melhor]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://dev.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/02/9_Jul_2019-poda-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-106536" src="https://dev.trapp.com.br/wp-content/uploads/2022/02/9_Jul_2019-poda-2.jpg" alt="" width="895" height="1200" /></a></p>
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		<title>Poda do Pessegueiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 23:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hortas e Pomares]]></category>
		<category><![CDATA[pessegueiro]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>segunda, 23 de julho de 2018 Por Eduardo Stahl A poda na cultura do pessegueiro é de fundamental importância, pois é ela que vai garantir uma boa safra com frutos de boa qualidade. O pessegueiro exige uma poda pesada, pois apenas as flores só nascem em brindilas e ramos formados no ultimo verão com isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="head-interna"><span class="date">segunda, 23 de julho de 2018</span></div>
<div class="texto full-text">
<p>Por Eduardo Stahl</p>
<p>A poda na cultura do pessegueiro é de fundamental importância, pois é ela que vai garantir uma boa safra com frutos de boa qualidade. O pessegueiro exige uma poda pesada, pois apenas as flores só nascem em brindilas e ramos formados no ultimo verão com isso a poda anual de renovação dos ramos se torna fundamental para se garantir um bom arranjo estrutural dos pessegueiros do pomar. Uma condução sem poda resulta em crescimento anual reduzido, com ramos fracos de baixa produção, ate a quase completa esterilidade do pessegueiro.</p>
<p>Cada ramo produz fruto apenas uma vez, e depois só darão origem a outros ramos que por sua vez irão produzir gemas floríferas, esses ramos produzidos se localizam no ápice dos ramos velhos, com isso um pessegueiro sem poda tem seu crescimento em comprimento dos ramos velhos, produzindo assim longos ramos.</p>
<p>As épocas indicadas são as que a planta esta em repouso com o fim de evitar o estimulo para a brotação precoce quando realizada muito cedo e para evitar a perda de reservas quando realizada muito tarde. Sendo que o período ideal para a poda começa 15 dias antes da floração, ate quando 25% das flores estão abertas.</p>
<p>A poda se divide em poda de formação, poda verde, poda de frutificação e poda de renovação. A poda de formação tem como finalidade definir uma altura de tronco e estrutura de ramos adequada a finalidade desejada para aquela planta, as duas conduções mais usadas são em vaso e em V ou Y. A condução em vaso as ramificações primarias podem se desenvolver em numero de 4 a 6 distribuídas em diversas alturas, é usada em espaçamentos de 6x3m e 6x4m. a condução em V é como se fosse uma condução em vaso mas pela metade, ele basicamente consiste em dois galhos que se encontram a uma altura de 25 a 30 cm, sendo que estas crescem e se separam num ângulo de 45o a 60o, e conforme crescem eles tendem a ficar paralelos. Sendo usado em espaçamentos entre plantas de 1,5 a 2m.</p>
<p>A poda verde se faz durante o período de vegetação, florescimento, frutificação e maturação dos frutos, e tem como principal função eliminar os ramos ladrões, e, além disso, para moldar a planta à forma desejada, isto em plantas novas. Em plantas em plena produção a poda verde é realizada para se eliminar ramos que tem seu crescimento voltado para o interior da copa, proporcionando assim maior aeração e luminosidade, com isso aumentar a frutificação nas camadas inferiores dos ramos e melhorar a coloração dos frutos.</p>
<p>A poda de frutificação tem por finalidade equilibrar a quantia de ramos vegetativos e frutíferos, além de moldar a copa do pessegueiro. Sua intensidade depende da cultivar, do vigor da planta, do estado nutricional e a distancia entre gemas. A poda inicia se retirando os ramos quebrados, ramos doentes e secos, e ramos mal localizados, após se faz um raleio de ramos que estão muitos próximos, retirasse os ramos ladroes e os que apresentam forquilha muito fechada. Após isso se faz o desponte de aproximadamente um terço do ramo e o desponte dos ramos de frutificação.</p>
<p>A poda de renovação se faz em plantas mal conduzidas ou que foram atacadas por pragas, ela é feita após a colheita com a eliminação de toda a copa, deixando somente os ramos principais com um comprimento de 30 a 50 cm. Após a brotação se escolhe os melhores ramos e estes são conduzidos para formar a copa, e todos os ramos que se dirigem para dentro devem ser eliminados, após isso é só conduzir a copa para que fique de acordo com o desejado.</p>
<p>Recomendas se que a poda anual em nossa região seja feita após a ultima geada de primavera Se forem podados muito cedo e ocorrer uma geada, os cortes abertos podem causar danos à árvore. Com isso deve se conferir as datas de geadas para a região e seguir as previsões do tempo locais durante essa época para planejar o melhor momento para a poda.</p>
<p>Se não forem podados, diversos problemas podem ocorrer com seu pessegueiro. Árvores que não são podadas muitas vezes produzem mais do que o esperado, mas a fruta não é de alta qualidade. Sem a poda, as árvores estão mais sujeitas a doenças e um ciclo de vida mais curto. Outro motivo para podá-las tem a ver com conseguir alcançar os pêssegos. A árvore irá gerar galhos mais altos para alcançar a luz solar e o fluxo de ar, deixando o fruto mais difícil de alcançar.</p>
<p>Em suma os principais objetivos da poda é promover a boa saúde da planta, limpar o espaço entre os galhos para promover fluxo de ar, que por sua vez ajuda a prevenir doenças e torna mais fácil a aplicação de inseticidas, além disso, é bom podar os brotos de raiz que são ramos que nascem de botões abaixo da terra, no talo da raiz. Eles basicamente se desenvolverão em outro tronco, se permitir que cresçam, roubando os nutrientes e a água da árvore original.</p>
<p>Outro ponto importante é a remoção de todos os brotos acima de 2 m de altura. Remova qualquer galho acinzentado (que são os galhos mais velhos) da área frutífera entre 1m e 2m de altura. Em suma seu objetivo é podar 40% do pessegueiro anualmente.</p>
<p>Disponível em <a href="http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfxtYAH/poda-pessegueiro">ebah</a><br />
<img decoding="async" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/7300509bm1632.jpg" alt="" /></p>
</div>
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		<title>Saiba como podar árvores frutíferas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 21:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hortas e Pomares]]></category>
		<category><![CDATA[frutiferas]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>segunda, 14 de novembro de 2016 Há quatro tipos principais de poda: poda de formação, poda de limpeza, poda verde e poda de frutificação. As três primeiras são indicadas para todas as frutíferas; a poda de frutificação é indicada para algumas frutíferas, como o pessegueiro, figueira, kiwi e videira. MATERIAL NECESSÁRIO: Em qualquer das podas utiliza-se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="head-interna"><span class="date">segunda, 14 de novembro de 2016</span></div>
<div class="texto full-text">
<p>Há quatro tipos principais de poda: poda de formação, poda de limpeza, poda verde e poda de frutificação. As três primeiras são indicadas para todas as frutíferas; a poda de frutificação é indicada para algumas frutíferas, como o pessegueiro, figueira, kiwi e videira.</p>
<p><strong>MATERIAL NECESSÁRIO:</strong> Em qualquer das podas utiliza-se serrote, tesoura de poda pequena e tesourão para cortar galhos mais grossos, todas as ferramentas devem estar bem afiadas para facilitar o trabalho. Devemos ter cuidado com os galhos podados, estes devem ser retirados para fora do pomar e queimados logo em seguida para evitar o surgimento de doenças ou pragas.</p>
<p><strong>PODA DE FORMAÇÃO:</strong> É chamada de formação porque é feita quando a muda está ganhando corpo, serve para orientar o crescimento da planta e também estaremos desde cedo, fazendo com que os ramos sejam bem distribuídos de forma a garantir que mais tarde a planta receba toda a luz e ventilação de que vai precisar para o seu pleno desenvolvimento.</p>
<p>Quase sempre as mudas compradas nos viveiros já vêm bem-formadas, com 3 ou 4 ramos saindo de posições diferentes do tronco, constituindo o que é chamado de copa ou copada.</p>
<p>As frutíferas de clima temperado são geralmente podadas nos três primeiros anos e conduzidas para crescer em forma de vaso ou taça. No primeiro inverno de sua vida a árvore se limita aos ramos básicos; do  primeiro para o segundo ano deixa-se brotar apenas mais três ramos novos sempre de posições diferentes e para fora, assim no  segundo ano a árvore apresentará seis ramos; no terceiro ano, deveremos ter doze ramos, são os que darão a forma definitiva da árvore. Devemos ficar atentos para o surgimento de brotos ladrões e do excesso de brotos novos que ocorrem logo após a poda e que devem ser eliminados.</p>
<p>Os doze ramos da copa podem ser tutorados para que sejam conduzidos de forma mais aberta, com isso será facilitado os tratos culturais e as futuras colheitas, porque as árvores ficarão mais baixas.</p>
<p><strong>PODA DE LIMPEZA:</strong> Este tipo de poda serve para todas as frutíferas e deve ser feita durante toda a vida destas. O objetivo é revigorar a árvore antes de cada safra. Recém plantada a árvore, devemos eliminar os brotos que surgem logo abaixo da copa e do ponto de enxertia, esses brotos são ladrões e se alimentam da seiva da planta enfraquecendo-a. Quando temos uma planta mais velha, com três, quatro ou mais anos, devemos também eliminar todo e qualquer galho seco, mal-formado ou doente que a planta apresentar. Também no interior da copa  surgem ramos ladrões que crescem verticalmente e devem ser eliminados.</p>
<p>Outro problema é com ramos que se aproximam demais do solo sendo uma porta de entrada para pragas e doenças sendo os mesmos erradicados da mesma forma ( o ideal é manter distância de 30-40 cm entre o solo e os ramos da planta).</p>
<p><strong>PODA VERDE:</strong>  Deve ser realizada após o terceiro ano de vida, quando a planta está bem viçosa, no auge do crescimento. Se a folhagem for muito densa a ponto de comprometer a ventilação e a penetração de luz na árvore a safra será prejudicada. A poda verde é um raleio de folhas, excesso de ramos e brotações com poucos ou nenhum fruto.<br />
<strong><br />
PODA DE FRUTIFICAÇÃO:</strong> é utilizada somente nas fruteiras de clima temperado, é realizada quando as plantas estão em repouso, serve para eliminar ramos antigos, que deram frutos no ano anterior, permitindo que os ramos novos carreguem a safra com mais força e vigor. A seguir vamos falar de algumas plantas que necessitam de podas mais elaboradas para obter boas produções:</p>
<p>PESSEGUEIRO: Os pessegueiros somente frutificam nos ramos novos, formados na última estação de crescimento ou nas pontas de ramos que já frutificaram. A poda de frutificação fazemos quando a planta está em repouso vegetativo, eliminando os ramos que já produziram, os ramos vegetativos (que não irão produzir) e desbastando o excesso de ramos floríferos. Um sistema que dá bons resultados é o de eliminar, no inverno, os ramos que já produziram e floresceram, podando-os bem rente ao tronco. Esse mesmo sistema se aplica às nectarineiras.</p>
<p>FIGUEIRA: É uma árvore muito sensível a doenças como a ferrugem das folhas e a broca da figueira. Devido a esse fator  aliado ao figo só frutificar em ramos novos, adota-se uma poda drástica depois da colheita de cada safra. De julho a agosto todos os ramos velhos devem ser podados até o tronco. Devemos deixar apenas duas ou no máximo três gemas de onde brotarão os ramos novos.</p>
<p>KIWI: O kiwi apresenta uma vegetação muito densa e vigorosa, devendo ser feita no inverno a eliminação dos brotos ladrões e a limitação dos braços frutíferos. Mantenha em cada braço de seis a oito borbulhas. recomenda-se um desbaste no período vegetativo para reduzir um pouco a folhagem. Cuidar para que os ramos não cheguem muito próximos do chão.</p>
<p>VIDEIRA: Para as videiras são indispensáveis dois tipos de poda: a poda de inverno e a poda verde. A poda de inverno é feita durante o período vegetativo da videira, para decidir sobre o momento mais adequado, exige-se um olho bem tarimbado. É quando as gemas dos ramos que serão podados se mostrarem inchadas ou quando através do corte da ponta do ramo a videira começa a “chorar”. Usa-se como prática, podar as videiras durante a fase da lua minguante de agosto, porque neste período a seiva da planta se concentra nas raízes, não ocorrendo o perigo de a planta “chorar” demais, enfraquecendo-se.</p>
<p>Quem não fizer a poda de inverno se arrisca a ver brotarem todas as gemas da planta, formando um número excessivo de ramos que vão carregar até três cachos, como resultado teremos ramos e frutos de mau aspecto. A poda de inverno disciplina o  crescimento, criando um equilíbrio na planta, com produção de qualidade.</p>
<p>A poda de inverno pode ser curta, longa ou mista. A poda curta é indicada para as variedades Niágara ( de mesa) é uma poda que preserva apenas uma ou duas gemas, cada ramo brotado da gema produzirá de um a três cachos. A poda longa é praticada nas culturas de uva Itália e Rubi. Ela preserva um ramo mais longo com um limite de doze gemas conforme o vigor da planta, faz-se isso porque a Itália só produz cachos a partir da terceira gema. A poda mista mantém alguns ramos curtos e outros longos. Pode ser utilizada com sucesso em todas as variedades de mesa. O critério da poda é do produtor que irá estabelecer quais os ramos que devem permanecer curtos ou longos para uma produção equilibrada.</p>
<p>Em qualquer caso deve-se pincelar as gemas um ou dois dias após a poda com calciocianamida ou cianamida nitrogenada para estimular uma brotação mais uniforme das gemas.</p>
<p>A poda verde inclui todas as operações realizadas durante o período vegetativo da videira, desde a brotação até a colheita, para que a planta produza melhor. Na desbrota deixe apenas dois brotos onde houver aglomerados deles, também elimina-se os brotos do tronco da videira até a altura do arame da espaldeira.</p>
<p>Após, eliminar os ramos que nascem nas axilas das folhas conhecidos por ramos netos. Devemos cortar a extremidade dos ramos herbáceos do ano, que devem ficar, no máximo, com seis folhas após o último cacho, isso favorecerá e estimulará o desenvolvimento dos frutos. Os cachos não podem ficar encobertos por folhas que impeçam a passagem do ar e da luz ou que dificultem a nossa visão sobre o cacho. Finalmente promova o desbaste, quando as bagas estiverem ainda pequenas eliminando os grãos que se apresentem defeituosos permitindo cachos de muito mais qualidade.</p>
<p><img decoding="async" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/jabuticabeira.jpg" alt="" /></p>
<p>Disponível em:<a href="http://www.jtplantas.com.br/noticia_ler.php?not_id=64"> JT Garden Center</a></p>
</div>
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		<title>Proteja suas plantas com receitas caseiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2016 23:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[adubo]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
		<category><![CDATA[pragas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>segunda, 05 de setembro de 2016 Por Mariana Viktor Nada de usar veneno contra lesmas, pulgões e cochonilhas &#8211; com nossos segredinhos, as plantas ficam livres de pragas naturalmente 1. Livre-se de lesmas e caramujos Eles aparecem à noite e fazem um estrago. Para combatê-los, espalhe na terra armadilhas: corte rodelas grossas de chuchu, ponha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="head-interna"><span class="date">segunda, 05 de setembro de 2016</span></div>
<div class="texto full-text">
<p><em>Por Mariana Viktor</em></p>
<p>Nada de usar veneno contra lesmas, pulgões e cochonilhas &#8211; com nossos segredinhos, as plantas ficam livres de pragas naturalmente</p>
<p><strong>1. Livre-se de lesmas e caramujos</strong><br />
Eles aparecem à noite e fazem um estrago. Para combatê-los, espalhe na terra armadilhas: corte rodelas grossas de chuchu, ponha perto dos vasos à noite e retire uma hora depois&#8230; cheio de lesmas e caramujos! Outra forma de catar os danados é pôr o vaso em cima de um saco de estopa embebido em cerveja preta. Os bichos serão atraídos e ficará fácil retirá-los.</p>
<p><strong>2. Cultive ervas que repelem insetos</strong><br />
Cultive manjericão, orégano, salsinha e estragão entre as plantas que você quer proteger. Essas ervas têm ação repelente.</p>
<p><strong>3. Proteja a horta das pragas voadoras</strong><br />
No comércio de produtos agrícolas existem bandeirinhas azuis e amarelas com adesivo, próprias para capturar insetos voadores.</p>
<p><strong>4. Mantenha as formigas bem longe</strong><br />
Primeiro, proteja as mãos com luvas descartáveis. Depois, misture 10 g de sabão de coco em pó, 5 cm de fumo de corda picado e 1 litro de água. Deixe a receita repousar durante um dia inteiro, coe para tirar os restos de fumo e pulverize a solução nas plantas para afastar formigas. Também trata folhas e flores infestadas por pulgões, lagartas e cochonilhas.</p>
<p><strong>5. Plante cravo-de-defunto por perto</strong><br />
Misture 100 g de folhas e talos da flor Tagetes minuta (também conhecida como cravo-de-defunto) com 50 ml de álcool. Macere bem ou bata no liquidificador e deixe em repouso por 12 horas. Coe e misture em 2 litros de água. Pulverize semanalmente enquanto for necessário. Você também pode cultivar Tagetes minuta ao lado da horta &#8211; essa flor afasta os insetos naturalmente.</p>
<p><strong>6. Acabe com pulgões e cochonilhas</strong><br />
Se a infestação for pequena e localizada, retire as pragas com a ajuda de um pincel ou uma escova de dentes. Em seguida, pulverize óleo de Neem (encontrado em lojas de jardinagem). Se puder, compre o Neem que já vem misturado com extrato de pimenta-malagueta, artemísia, óleo de alho e óleo de karanja. Dilua em água conforme a indicação na embalagem. Não se esqueça de usar luvas e máscara ao pulverizá-lo sobre as plantas &#8211; é que, apesar de ser um produto natural, o Neem pode causar alergia ou irritação na pele.</p>
<p><strong>7. Invista nas plantas carnívoras</strong><br />
Plantas carnívoras se alimentam de&#8230; insetos! As da espécie nepentes são vigias ideais: papam todos os bichinhos voadores que chegarem perto.</p>
<p><strong><u>DICA QUENTE!</u></strong><br />
Suas mãos também podem contaminar as plantas, ainda mais se você mexe num vaso e vai para outro sem lavá-las. Use luvas descartáveis e lave-as com a misturinha higiênica: junte 700 ml de água e 300 ml de água sanitária e mantenha num frasco com spray. Quando mudar de planta, borrife as luvas com a misturinha e espere secar. Fácil!</p>
<p><strong>APRENDA A FAZER O ADUBO ESPECIAL</strong><br />
Veja como preparar uma &#8220;comidinha&#8221; que vai deixar suas plantas lindas e saudáveis por muito mais tempo!</p>
<p><u>Ingredientes</u><br />
(Os dois extratos citados abaixo podem ser encontrados em qualquer loja de produtos naturais)<br />
• 2 ml de extrato de algas<br />
• 2 ml de extrato de peixes marinhos<br />
• 1 litro de água</p>
<p><u>Modo de fazer</u><br />
Misture bem os dois extratos (use uma seringa sem agulha para medir a dosagem) e coloque num pulverizador com 1 litro de água. Borrife o adubo em folhas e raízes, uma vez por mês. Pode ser usado até em hortaliças!</p>
<p><strong>FAÇA UMA PODA SEGURA</strong><br />
O corte de folhas e galhos é a principal porta de entrada de fungos, vírus e bactérias nas plantas</p>
<p><u>Esterilize os instrumentos</u><br />
Para não contaminar as plantas com vírus, fungos e bactérias, antes de podá-las passe a lâmina da tesoura na chama do fogão.</p>
<p><u>&#8220;Band-aid&#8221; de plantas</u><br />
Depois da poda, aplique na &#8220;ferida&#8221; uma mistura de 10 g de vaselina em pasta, 1 ml de óleo de Neem e 1 pitada de canela. Essa espécie de band-aid ajuda a fechar o machucado e facilita a cicatrização.</p>
<p>Disponível em <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/proteja-suas-plantas-receitas-caseiras-anamaria-618790.shtml">Planeta Sustentável</a></p>
</div>
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		<title>Dicas e Crônicas do Raul Cânovas &#8211; Agosto 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2016 01:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas e Crônicas do Raul Cânovas]]></category>
		<category><![CDATA[flores]]></category>
		<category><![CDATA[jardinagem]]></category>
		<category><![CDATA[paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
		<category><![CDATA[raul-canovas]]></category>
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		<title>Quando chega o inverno nos lembramos da poda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2016 23:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>segunda, 18 de julho de 2016 A poda é a supressão de partes da planta (galhos, folhas, flores, frutos, raízes) com uma finalidade definida . A época indicada para realização da poda é durante o descanso vegetativo das plantas e isso costuma ocorrer no inverno, de modo geral. Além disso devemos observar a fase da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="head-interna"><span class="date">segunda, 18 de julho de 2016</span></div>
<div class="texto full-text">
<p>A poda é a supressão de partes da planta (galhos, folhas, flores, frutos, raízes) com uma finalidade definida . A época indicada para realização da poda é durante o descanso vegetativo das plantas e isso costuma ocorrer no inverno, de modo geral.</p>
<p>Além disso devemos observar a fase da lua mais adequada, que é a minguante.</p>
<p>(&#8230;) Para uma poda bem sucedida devemos ter boas ferramentas e conhecer bem a planta a ser podada.</p>
<p>O corte deve ser limpo e sem rebarbas para facilitar a cicatrização.</p>
<p><img decoding="async" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2016-06-poda-inverno1.jpg" alt="" /></p>
<p>As tesouras e serrotes devem estar bem afiados e limpos e devem ser adequados ao trabalho.</p>
<p>Sempre que precisar podar uma planta doente lembre-se de eliminar o material retirado e queimá-lo, limpar bem a tesoura antes de podar outra planta.</p>
<p>Após a operação da poda devemos afofar e adubar os canteiros ou covas das plantas.</p>
<p>A adubação deve ser preferencialmente orgânica e deve ser feita nos 2/3 externos da projeção da copa.</p>
<p>PODA DAS FRUTÍFERAS</p>
<p>As frutíferas podem ser árvores (caqui, maçã, pera, pêssego, figo), arbustos (mirtilo, framboesa), trepadeiras (videira, kiwi, maracujá), herbáceas (bananeira, abacaxi) e mesmo forrações (morango).</p>
<p>As principais podas realizadas nas frutíferas são:</p>
<p>&#8211; <u>Poda de Formação</u>: inicia-se no viveiro e continua por um ou dois anos após o plantio. Esta poda definirá o formato da copa da planta.</p>
<p>&#8211; <u>Poda de Frutificação:</u> realizada anualmente, normalmente no inverno, visa manter o equilíbrio da produção. A intensidade dessa poda varia de espécie para espécie e das condições de cada planta (vigor, idade, sistema de condução). O que se verifica é que normalmente as frutíferas da folha caduca (pessegueiro, videira, macieira, &#8230;) dependem mais da poda de frutificação para que tenham uma produção adequada.</p>
<p>&#8211; <u>Poda de Limpeza:</u> é a poda realizada para retirar os ramos doentes, danificados, voltados para o interior da copa e principalmente os ramos ladrões (brotações do porta-enxerto ou os muito vigorosos e verticais da copa),  sendo realizada durante todo o ano, sempre que necessário. Em algumas espécies, como os citros, manga, abacate é a principal poda realizada, pois não há necessidade da poda da frutificação propriamente dita. Nesse caso eliminam-se os ramos internos mais sombreados e encurtam-se alguns outros, favorecendo o arejamento e iluminação do interior da copa, promovendo uma melhor brotação das gemas floríferas e uma melhor qualidade dos frutos.</p>
<p>&#8211; <u>Poda de Rejuvenescimento:</u> utilizada para renovar completamente a copa de plantas velhas ou que tenham sofrido ataque intenso de pragas ou doenças, e também para alterar a forma de condução da copa.</p>
<p>O sistema de condução, ou seja, a forma que daremos às nossas plantas frutíferas, será basicamente livre ou apoiada.</p>
<p>Os exemplos da forma apoiada são latada e espaldeira. Na latada temos o crescimento de um ramo vertical que depois se “espalha” sobre fios de arame horizontais, formando um teto com a vegetação.</p>
<p>Na espaldeira as plantas são conduzidas ao longo de uma “cerca”, o que facilita os tratos culturais, inclusive a poda.</p>
<p>As formas de condução apoiadas são utilizadas em videira, maracujá, kiwi e também em macieiras, pereiras, ameixeiras e pessegueiros.</p>
<p>Quanto ao sistema de condução em forma livre encontramos as seguintes conformações de copa: taça, vaso, líder central e guia modificado.</p>
<p>A intensidade da poda varia de espécie para espécie e das condições da própria planta, assim sendo precisamos conhecer muito bem os hábitos das plantas a serem podadas, e sempre que houver dúvidas recomenda-se não podar ou fazer uma poda exclusivamente de limpeza.</p>
<p>Existem plantas que frutificam em ramos que se formaram durante o ano (videira, figueira, caquizeiro), outras que frutificam em ramos com um ano (pessegueiro, nectarineira), dois anos (ameixeira), três anos (macieira e pereira), quatro anos (algumas macieiras e pereiras)ou mesmo cinco anos (cerejeiras), por isso, para cada uma teremos intensidade de poda diferente. Como regra geral podemos dizer quanto mais jovem for o ramo que frutificará mais intensa será a poda, com exceção do caquizeiro, que devido ao seu lento crescimento deve receber podas leves.</p>
<p>As frutíferas apresentam dois tipos de ramos onde pode ocorrer a frutificação, os mistos (crescem e frutificam) e os especializados (só frutificam). Algumas espécies apresentam os dois tipos e outras apenas os ramos mistos.</p>
<p>&#8211; Os <u>Ramos Especializados</u> são os esporões, os dardos e os brindilos. Todos estes ramos praticamente só florescem, e consequentemente frutificam. Quase não apresentam folhas, por isso mesmo devem sempre estar acompanhados de ramos vegetativos que lhes garantirão o alimento para que frutifiquem adequadamente.</p>
<p>&#8211; Os <u>Ramos Mistos</u> são aqueles que produzem gemas floríferas e gemas vegetativas. Eles são os responsáveis pelo bom crescimento da planta bem como pela quantidade adequada de folhas.</p>
<p>Este é o ramo mais importante na hora da poda, pois uma poda mal feita nesses ramos pode induzir um excesso de vegetação prejudicando a frutificação ou então promover uma frutificação muito grande diminuindo a qualidade da produção e o crescimento da planta.</p>
<p><strong><em>Raleio de Frutos</em></strong></p>
<p>Para garantir uma boa produção sem alternância devemos realizar o raleio dos frutos, que também é uma poda, e vale praticamente para todas as frutíferas. Este raleio deve ser realizado de cima para baixo, deixando-se os frutos mais bem formados e mais sadios, eliminando-se preferencialmente os frutos do interior da copa. Para os pessegueiros deve-se deixar os frutos voltados para baixo e mais próximos de ramos maiores. Para o raleiro, de qualquer espécie, os frutos devem ter cerca de 1 a 2 cm de diâmetro. A quantidade de frutos que permanecem é variável, sendo regra geral não deixar nenhum fruto em plantas com menos de dois anos. Recomenda-se o raleio para todas as plantas muitos jovens, pois a manutenção de muitos frutos pode ocasionar a quebra de galhos, baixo rendimento médio ao longo dos anos, diminuição do vigor da planta, e até a morte prematura da planta. Com o raleio correto garante-se uma boa produção, com qualidade e principalmente durante muito tempo.</p>
<p>PODAS DAS PLANTAS ORNAMENTAIS EM GERAL</p>
<p>As plantas ornamentais de modo geral obedecem aos mesmos princípios descritos para a poda das frutíferas. A diferença é que aqui a poda visa à produção de flores e não frutos.</p>
<p>As podas de formação, limpeza e de rejuvenescimento seguem as indicações previstas para as plantas frutíferas.</p>
<p>A poda de frutificação é substituída pela Poda de Floração. Segue os mesmos princípios, mas a finalidade é a produção de flores e não de frutos.</p>
<p>Uma vez que não queremos frutos, devemos retirar todas as flores murchas ao longo do período de floração.</p>
<p>Sempre que retiramos as flores, induzimos a formação de novos ramos com flores.</p>
<p>Dicas:</p>
<ul>
<li>Se quisermos maior quantidade de flores devemos deixar mais brotações. Isso faz com que as flores fiquem menores.</li>
<li>Se quisermos flores maiores devemos deixar poucas brotações.</li>
</ul>
<p>PODA DE ÁRVORES</p>
<p>A poda de árvores deve ser evitada sempre que possível. No entanto, nos meios urbanos, para a formação de árvores de bom aspecto sadias e seguras, é indispensável a sua prática com técnica e no tempo adequado. As árvores devem ser podados ainda jovens, pois é quando apresentam melhores condições de reagir e se recuperar. Nesta fase, é também mais fácil conduzir a formação da futura árvore. Quando adultas, devem ser podadas se apresentarem situações de risco e também para corrigir problemas surgidos em função da não realização de podas na fase jovem, ou quando estas foram mal conduzidas.</p>
<p>A poda de galhos é mais comum e, conforme seu objetivo, pode ser chamada de poda de formação, poda de manutenção e poda de segurança.</p>
<p>A <strong>poda de formação</strong> é realizada durante a formação da muda e nos primeiros anos após o plantio. Tem por objetivo bem formar a futura copa e adequá-la ao espaço onde irá crescer, respeitando a forma da espécie.</p>
<p>A <strong>poda de manutenção</strong> é realizada quando a árvore está em pleno vigor e objetiva retirar galhos secos, galhos velhos que perderam sua função na árvore, eventuais galhos mal formados pela deficiência da poda de formação, e galhos que possam estar parcialmente comprometidos por ataque de doenças e pragas.</p>
<p>A <strong>poda de segurança</strong> é feita para retirada de galhos quebrados, danificados e galhos que possam vir a quebrar, além de galhos em conflito com a fiação elétrica, muito comum em cidades.</p>
<p>Fonte: Revista &#8211; O Regador. Ano 6 – Nº 22. Ano 2015. Pgs 24-30.</p>
</div>
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