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	<title>Arquivo de Rio - Trapp</title>
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		<title>Abelhas e suas Plantas Preferidas</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 20:37:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há milhões de anos uma perfeita e humilde manifestação da Natureza mantém os ciclos vitais da Terra: as abelhas. Mesmo abaladas e esquecidas elas são incansáveis e podem seguir fazendo o melhor até o fim. Elas são nada menos que os principais insetos polinizadores, responsáveis pela existência das florestas e matas e de mais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há milhões de anos uma perfeita e humilde manifestação da Natureza mantém os ciclos vitais da Terra: as abelhas.<br />
Mesmo abaladas e esquecidas elas são incansáveis e podem seguir fazendo o melhor até o fim.<br />
Elas são nada menos que os principais insetos polinizadores, responsáveis pela existência das florestas e matas e de mais de 70% do alimento que consumimos. Mas, parece que estão desaparecendo por tantos desmatamentos, pela falta de biodiversidade, por não encontrarem alimento adequado devido ao intenso uso de agrotóxicos e pela falta de acolhida de nossa parte. Estariam mudando de planeta? Quem sabe&#8230; as abelhas são especiais. Basta refletirmos um pouco sobre a sua incrível capacidade de construir colmeias, verdadeiros modelos matemáticos de perfeição onde vive um sistema de cooperação grupal admirável. Este modelo inspirador de pura ordem nos leva a imaginar que algo maior o rege, percepção confirmada por estudos que dizem que a essência das abelhas teria vindo de Vênus. É bem possível, já que a ciência oficial expõe o fato de que as primeiras abelhas surgiram na Terra há milhões de anos, vindas de “algum lugar”.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-131800" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Sobre sua conhecida e atual função na face do planeta, só deveríamos agradecer. As abelhas, além de serem as principais responsáveis pela polinização das flores e, consequentemente, pela existência das sementes produzem o terapêutico mel e outros produtos ligados à nutrição e à cura.</p>
<p>Se quisermos colaborar com a manutenção desse Projeto Vida, façamos a nossa parte disponibilizando para elas o alimento forte e duradouro que as <strong>árvores e plantas</strong> oferecem em abundância. Plantando-as construímos a ponte entre os Reinos da Natureza: uma das mais nobres e urgentes funções do homem.</p>
<p><strong>ÁRVORES DOCES COMO MEL &#8211;</strong> Você pode plantar uma ou várias!</p>
<p><strong>Aroeira vermelha ou aroeira-mansa &#8211; </strong><em>(Schinus terebinthifolius)<br />
</em>Floração: novembro a abril<br />
Ocorrência: Pernambuco até Mato Grosso do Sul e R.G.do Sul<br />
Altura: 5 a 10m</p>
<p><strong>Paineira &#8211; </strong><em>(Chorisia speciosa)<br />
</em>Floração: fevereiro a junho<br />
Ocorrência: RJ, MG, GO, SP, MT, MS e PR<br />
Altura: 15 a 30m</p>
<p><strong>Louro-pardo ou freijó &#8211; </strong><em>(Cordia trichotoma)<br />
</em>Floração: abril a julho<br />
Ocorrência: do Ceará ao Rio Grande do Sul<br />
Altura: 20 a 30m<strong>   </strong></p>
<p><strong>Assa-peixe (arbusto) &#8211; </strong><em>(Vernonia polyanthes)<br />
</em>Floração: julho a setembro<br />
Ocorrência: Centro-oeste e da Bahia até o sul do país.<br />
Altura: 3m</p>
<p><strong>Calabura &#8211; </strong><em>(Muntingia calabura L.)<br />
</em>Floração: floresce o ano todo<br />
Ocorrência: exótica nativa da América Central, ocorrendo também em países da América do Sul<br />
Altura: 7 a 10m<strong>          </strong></p>
<p><strong>Capixingui &#8211; </strong><em>(Cróton floribundus)<br />
</em>Floração: novembro a janeiro<br />
Ocorrência: RJ, MG, SP e PR<br />
Altura: 6 a 10m</p>
<p><strong>Guaçatonga &#8211; </strong><em>(Casearia obliqua)<br />
</em>Floração: novembro a fevereiro<br />
Ocorrência: da Bahia a Santa Catarina<br />
Altura: 10 a 20m</p>
<p><strong>Sibipiruna &#8211; </strong><em>(Caesalpinia peltophoroides)<br />
</em>Floração: setembro a dezembro<br />
Ocorrência: RJ, SP e MG<br />
Altura: até 12 metros</p>
<p><strong>Canafístula &#8211; </strong><em>(Cássia leptophylla)<br />
</em>Floração: dezembro e janeiro<br />
Ocorrência: Sul e Sudeste do Brasil<br />
Altura: até 10 metros<strong> </strong></p>
<p><strong>Guapuruvu &#8211; </strong><em>(Schizolobium parahyba)<br />
</em>Floração: setembro a dezembro<br />
Ocorrência: do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul (se adapta também na América Central)<br />
Altura: 10 a 20 metros</p>
<p><strong>Leucena &#8211; </strong><em>(Leucaena leucocephala)<br />
</em>Floração: agosto a fevereiro (esporadicamente em outros meses do ano)<br />
Ocorrência: América tropical<br />
Altura: até 3,5 m</p>
<p><strong>Bracatinga &#8211; </strong><em>(Mimosa scrabella)<br />
</em>Floração: julho a setembro, podendo estender-se até janeiro<br />
Ocorrência: Sul do Brasil<br />
Altura: de 3 a 15m</p>
<p><strong>Pau-jacaré &#8211; </strong><em>(Piptadenia gonoacantha)<br />
</em>Floração: outubro a fevereiro<br />
Ocorrência: Nordeste e Sudeste do Brasil<br />
Altura: até 30m</p>
<p><strong>Angico &#8211; </strong><em>(Anadenanthera colubrina)<br />
</em>Floração: novembro a janeiro<br />
Ocorrência: Goiás e da Bahia até a Argentina<br />
Altura: até 20 metros</p>
<p><strong>Cabreúva &#8211; </strong><em>(Myroxylum balsamum)<br />
</em>Floração: junho a novembro<br />
Ocorrência: México, Argentina e Brasil<br />
Altura: 4 a 20m</p>
<p><strong>Tipuana &#8211; </strong><em>(Tipuana tipu)<br />
</em>Floração: setembro a dezembro<br />
Ocorrência: Argentina.<br />
No Brasil é muito utilizada na arborização urbana principalmente nos estados do Sudeste e do Sul.<br />
Altura: até 15m</p>
<p><strong>Quaresmeira &#8211; </strong><em>(Tibouchina granulosa)<br />
</em>Floração: praticamente o ano todo<br />
Ocorrência: da Bahia e Minas Gerais até o Paraná<br />
Altura: 2 a 12m</p>
<p><strong>Embaúba &#8211; </strong><em>(Cecropia pachystachya)<br />
</em>Floração: praticamente o ano todo<br />
Ocorrência: CE, BA, MG, GO, MS até SC<br />
Altura: 6 a 10m</p>
<p><strong>Amoreira-preta &#8211; </strong><em>(Morus nigra)<br />
</em>Floração: julho a setembro<br />
Ocorrência: Ásia<br />
Cultivada em diversos estados do Brasil<br />
Altura: de 3 a 5m</p>
<p><strong>Eucalipto &#8211; </strong><em>(Eucalyptus tereticornis)<br />
</em>Floração: agosto a outubro, (esporadicamente em outros meses do ano)<br />
Ocorrência: Austrália.<br />
Cultivado no sul, sudeste e centro do Brasil.<br />
O mel de eucalipto é muito utilizado por suas propriedades medicinais.<br />
Altura: 30 a 50m</p>
<p><strong>Palmeira-real &#8211; </strong><em>(Archontophoenix cunninghamiana)<br />
</em>Floração: praticamente o ano todo<br />
Ocorrência: Austrália.<br />
Amplamente utilizada como espécie ornamental.<br />
Altura: até 4 a 20m</p>
<p><strong>Palmeira-jerivá &#8211; </strong><em>(Syagrus romanzoffiana)<br />
</em>Floração: setembro a março<br />
Ocorrência: da Bahia até o Rio Grande do Sul, Uruguai, Paraguai e Argentina<br />
Altura: até 20m</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/3.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-131816" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/3.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Uva-japonesa &#8211; </strong><em>(Hovenia dulcis)<br />
</em>Floração: novembro a fevereiro<br />
Ocorrência: Coréia, e do norte da China ao Himalaia.<br />
Amplamente cultivada como espécie ornamental em vários estados do Brasil.<br />
Altura: até 9m</p>
<p><strong>Limão (de todos os tipos) &#8211; </strong><em>(Citrus limon)<br />
</em>Floração: concentra-se entre julho e outubro (esporadicamente ao longo do ano)<br />
Ocorrência: natural da Ásia, abundantemente cultivado em todas as regiões tropicais.<br />
Altura: de 3 a 5m</p>
<p><strong>Timbó, cipó-uva &#8211; </strong><em>(Paullinia corpopodea)<br />
</em>Floração: fevereiro a maio<br />
Ocorrência: Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Santa Catarina<br />
Altura: 4 a 6m</p>
<p><strong>Astrapéia (arvoreta) &#8211; </strong><em>(Dombeya wallichii)<br />
</em>Floração: abril a agosto<br />
Ocorrência: Sul da África.<br />
Cultivada como espécie ornamental e altamente melífera em muitas regiões do Brasil e do mundo.<br />
Altura: 2,5 a 6m</p>
<p><strong>Açoita-cavalo &#8211; </strong><em>(Luehea grandiflora)<br />
</em>Floração: dezembro a fevereiro<br />
Ocorrência: Brasil (centro, sudeste e sul), Paraguai, Uruguai e Argentina.<br />
Altura: 5 a 16m</p>
<p><strong>OUTRAS PLANTAS QUE AS ABELHAS GOSTAM MUITO<br />
</strong>As abelhas perpetuam milhares de espécies!<br />
Ofereça um bom alimento para elas para que fiquem fortes e sadias e saiam por aí em seu voo, polinizando e fazendo com que as mais diversas plantas possam se reproduzir e sobreviver.</p>
<p><strong>Lavanda &#8211; </strong><em>(Lavandula sp.)<br />
</em>Floresce quase o ano todo, com flores arroxeadas.<br />
Altura de 60cm a 1m É de sol pleno.</p>
<p><strong>Manjericão &#8211; </strong><em>(Ocimum basilicum)<br />
</em>Flores brancas quase o ano todo.<br />
Seu porte varia de 40cm a 1m<br />
É de sol pleno ou de meia sombra<br />
Obs: existem muitos tipos de manjericão, inclusive os que têm flores avermelhadas ou lilases.<em> </em></p>
<p><strong><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/flores_girasol-3.png"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-131815" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/flores_girasol-3-1.png" alt="" width="241" height="300" /></a></strong></p>
<p><strong>Girassol &#8211; </strong><em>(Helianthus annuus)<br />
</em>Flores amarelas e grandes durante o verão.<br />
Porte de 90cm a 4m<br />
É de sol pleno<br />
Obs: existem variedades de porte mais baixo que são muito ornamentais, dando flores avermelhadas, alaranjadas e até marrons.</p>
<p><strong>Hortelã &#8211; </strong><em>(Mentha sp.)<br />
</em>Florezinha roxas dão em forma de pequenas espigas<br />
É de porte baixo. Até 40cm.<br />
Prefere meia sombra</p>
<p><strong> </strong><strong>Zinia &#8211; </strong><em>(Zinnia elegans)<br />
</em>Flores multicoloridas no verão.<br />
As flores são anuais. Quando secam, é momento de se retirar as sementes para o próximo ciclo.<br />
Altura: cerca de 1m<br />
Gosta de sol pleno</p>
<p><strong>Solidago,tango, vara-dourada &#8211; </strong><em>(Solidago canadensis)<br />
</em>Flores amarelas e perenes<br />
Altura de 60cm a 1,5m<br />
É de sol</p>
<p><strong>Prímula &#8211; </strong><em>(Primula obconica)<br />
</em>Existem vários tipos de prímula. No entanto, essa espécie é a mais comum.<br />
Suas flores de cores variadas dão no final do inverno e na primavera.<br />
Seu porte é de cerca de 30cm<br />
É de meia sombra.</p>
<p><strong>Calêndula &#8211; </strong>(<em>Calendula officinalis</em>)<br />
Flores ornamentais e medicinais de cor amarela e laranja.<br />
As flores são anuais, ou seja dão uma vez ao ano.<br />
Porte de 40 a 60cm<br />
Sol pleno</p>
<p><strong>Campânula &#8211; </strong><em>(Campanula persicifolia)<br />
</em>Essa planta perene floresce no final da primavera e no verão.<br />
Suas flores podem ser azuis, brancas, lilases e róseas, a depender da variedade.<br />
Porte de 40 a 90cm<br />
Gosta de sol e de meia sombra</p>
<p><strong>Orégano &#8211; </strong><em>(Origanum vulgare)<br />
</em>Suas flores pequenas e tubulares surgem no verão nas cores arroxeada e rósea. Tem de 10 a 40cm de altura.<br />
É de sol pleno</p>
<p><strong>Tomilho &#8211; </strong><em>(Thymus vulgaris)<br />
</em>Dá florezinhas arroxeadas no verão<br />
Seu porte varia de 15 a 30cm<br />
É de meia sombra ou de sol</p>
<p><strong>Dente-de-leão &#8211; </strong><em>(Taraxacum officinale)<br />
</em>Essa planta que nasce espontânea é considerada uma PANC.<br />
Tem inúmeras funções medicinais.<br />
Suas flores são amarelas e anuais.<br />
Tem de 10 a 40cm de altura<br />
É de sol</p>
<p><strong>Margarida ou bem-me-quer &#8211; </strong><em>(Chrysanthemum coronarium)<br />
</em>Essa conhecida florzinha floresce na primavera e no verão.<br />
Sua altura varia de 20 a 80cm<br />
Gosta de sol pleno</p>
<p><strong>Funcho &#8211; </strong><em>(Foeniculum vulgare)<br />
</em>Também chamado de erva-doce nacional, o funcho tem flores amarelas e pequenas.<br />
Porte entre 70cm e 1,70m<br />
Sol pleno</p>
<p><strong>Lírios &#8211; </strong><em>(Lilium sp.)<br />
</em>São muitas as variedades de lírios que podem apresentar flores solitárias ou em grupo, em geral perfumadas. As cores também variam entre branco, amarelo, vermelho, laranja, rósea.<br />
Altura de 60cm a 1,5m<br />
Gosta de sol</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-131814" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>As abelhas são atraídas pelas plantas aromáticas, especialmente as que dão flores brancas, amarelas e lilases, e elas adoram quando o canteiro de flores se enche todo de uma vez. As plantas espontâneas que nascem sem terem sido plantadas, também são grandes atrativos para os insetos polinizadores.</p>
<p><strong>Cuide de preservá-las.</strong><br />
O uso intenso de agrotóxicos, os efeitos da poluição, etc. fazem com que as abelhas fiquem desorientadas e se percam de sua casa e de sua “família”.<br />
E uma abelhinha que se perde de casa não sobrevive. Sem abelhas não há flores, não há sementes, não há alimento.<br />
Em suas patinhas cheias de pólen está a vida dos vegetais e do planeta.</p>
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		<title>Amazônia. Maior reserva de água doce do Mundo.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mktgeral_trapp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 20:18:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Cynthia de Oliveira Frank Alí, sob a maior floresta do mundo, podemos encontrar o maior reservatório de água doce do mundo. Prova irrefutável da união das águas com as árvores, é a presença do aquífero Alter do Chão na região amazônica. Conhecido pelos cientistas há muitos anos, só recentemente comprovou-se o potencial desse grande lago [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por: Cynthia de Oliveira Frank</em></strong></p>
<p>Alí, sob a maior floresta do mundo, podemos encontrar o maior reservatório de água doce do mundo.</p>
<p>Prova irrefutável da união das águas com as árvores, é a presença do aquífero Alter do Chão na região amazônica. Conhecido pelos cientistas há muitos anos, só recentemente comprovou-se o potencial desse grande lago subterrâneo de água potável que representa um quinto da água doce existente no planeta. São 86.000 km3 que percorrem os estados do Amazonas, Pará e Amapá, totalizando uma área de mais de 400.000 km2.</p>
<p>Segundo os estudiosos, a água do Alter do Chão está sob terreno arenoso o que permite sua filtragem natural e maior acessibilidade.<br />
Todo esse manancial divinamente projetado daria para abastecer a população mundial por cerca de 250 anos, desde que suas árvores protetoras sigam paralelamente seu curso de vida.</p>
<div id="attachment_128177" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-128177" class="size-medium wp-image-128177" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p id="caption-attachment-128177" class="wp-caption-text"><strong>Ela está tão perto&#8230;</strong></p></div>
<p><strong>Massa úmida ou rio voador nasce na floresta e gera água para vários estados brasileiros.<br />
</strong>Você que está andando por uma rua do Sudeste ou mesmo do Sul do país em um dia de intenso calor, clamando por uma chuva, sabia que grande parte da água que cai nessa região do Brasil é gerada pela floresta amazônica? Mais de dois mil quilômetros de distância nada significam para o projeto da Criação onde tudo é simples e perfeito.</p>
<p>Para se ter uma ideia, cada árvore adulta da floresta &#8211; ou de qualquer parte do planeta &#8211; tem a função e capacidade de borrifar em seu entorno cerca de 500 litros de água por dia. Agora, imagine esse volume multiplicado por todos os exemplares de uma floresta do tamanho da amazônica&#8230; São nuvens ou núcleos de umidade inimaginavelmente gigantescos que viajam pelo ar. E sabe por que não se perdem nos oceanos? Porque existe um paredão também gigantesco que detém essa massa úmida. Esse paredão chama-se cordilheira dos Andes e tem 7.000m de altitude impedindo que o rio voador formado pela floresta desague no Oceano Pacífico.</p>
<p>A perfeição do projeto prossegue. Essa massa de ar úmido que bateu nos Andes é, como em um jogo, atirada para o nosso lado, o sudeste. Porém, parece que algo está mudando ou já mudou esse fluxo naturalmente adequado.</p>
<p>Os desmatamentos maciços na Amazônia, (que hoje deixam um rastro de  aridez do tamanho da França e da Alemanha juntas), impedem que esses rios voadores sejam tão volumosos e potentes. Eles estão enfraquecendo e diminuindo e, ao chegarem ao paredão andino, não tem a mesma força propulsora para chegar ao sudeste e deságuam por ali mesmo, no Noroeste.</p>
<p>E a situação se desdobra, pois, os desmatamentos não são apenas madeireiros.</p>
<p><strong>Pequena ilha de vegetação resta em meio à devastação da floresta amazônica.</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>E como ajudar essa situação?</strong></p>
<p><strong>Cada um de nós pode fazer alguma coisa, mesmo de longe. Por exemplo, a Ciência Espiritual diz que o que fazemos por uma árvore repercute em todas. Assim como o que fazemos com a água em nossas casas, repercute em toda a água do planeta. Parece incrível, mas por que não tentar?</strong></p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-128178" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/03/2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Siga algumas orientações básicas que podemos praticar hoje mesmo:</strong></p>
<ul>
<li>Ser grato pela água! Deveria ser tarefa de todo ser humano. Dizem que a gratidão tem o poder de transformar a vida. Especialmente nos países ocidentais onde a água muitas vezes é tida como certa precisamos aprender a ser mais humildes e gratos a ela.</li>
<li>Como vimos, as árvores são a proteção das águas e suas maiores mobilizadoras. As raízes, com 20 ou 30m, puxam a água das profundezas da terra. Os troncos funcionam como tubos e pela transpiração, as folhas se encarregam de espalhar a umidade na atmosfera confortando homens, terras, animais e outras plantas.</li>
<li>Ao abrir a torneira para escovar os dentes, pergunte-se: quantas árvores plantei este ano e de quantas cuidei? Não se trata de exagero: se quisermos continuar a ter água, precisamos plantar árvores e cuidar das que existem.</li>
<li>As árvores ajudam o homem a manter equilíbrio mental. Com certeza nos sentimos melhor em meio ao verde do que na aridez. Plantemos!</li>
<li>As árvores transmitem estabilidade e paz. Convivendo com uma árvore, fraternalmente, podemos passar por curas. Imagine quão importante é lembrar disso em nosso cotidiano e nos momentos de grandes necessidades. Vamos olhar as árvores como nossas amigas. As que estão perto e as que estão longe. Um pensamento de amor ajuda muito&#8230;</li>
<li>As árvores representam também a regeneração da terra. Não pode haver regeneração da terra sem árvores. Portanto, plantar e cuidar de árvores é também pensar no Reino Mineral que está perto ou mais distante.</li>
<li>Os antigos indígenas diziam que a consciência das árvores e a consciência humana estão entrelaçadas, temos um único destino. Essa afirmação nos une à uma sabedoria milenar vinda de seres humanos que foram e são mestres em conservação da Natureza. Portanto, tudo é uma questão de consciência e nem sempre só de proximidade física.</li>
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