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	<title>Arquivo de abelhas - Trapp</title>
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	<description>Cultivando o amor pela terra.</description>
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		<title>Abelhas e suas Plantas Preferidas</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 20:37:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há milhões de anos uma perfeita e humilde manifestação da Natureza mantém os ciclos vitais da Terra: as abelhas. Mesmo abaladas e esquecidas elas são incansáveis e podem seguir fazendo o melhor até o fim. Elas são nada menos que os principais insetos polinizadores, responsáveis pela existência das florestas e matas e de mais de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há milhões de anos uma perfeita e humilde manifestação da Natureza mantém os ciclos vitais da Terra: as abelhas.<br />
Mesmo abaladas e esquecidas elas são incansáveis e podem seguir fazendo o melhor até o fim.<br />
Elas são nada menos que os principais insetos polinizadores, responsáveis pela existência das florestas e matas e de mais de 70% do alimento que consumimos. Mas, parece que estão desaparecendo por tantos desmatamentos, pela falta de biodiversidade, por não encontrarem alimento adequado devido ao intenso uso de agrotóxicos e pela falta de acolhida de nossa parte. Estariam mudando de planeta? Quem sabe&#8230; as abelhas são especiais. Basta refletirmos um pouco sobre a sua incrível capacidade de construir colmeias, verdadeiros modelos matemáticos de perfeição onde vive um sistema de cooperação grupal admirável. Este modelo inspirador de pura ordem nos leva a imaginar que algo maior o rege, percepção confirmada por estudos que dizem que a essência das abelhas teria vindo de Vênus. É bem possível, já que a ciência oficial expõe o fato de que as primeiras abelhas surgiram na Terra há milhões de anos, vindas de “algum lugar”.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-131800" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Sobre sua conhecida e atual função na face do planeta, só deveríamos agradecer. As abelhas, além de serem as principais responsáveis pela polinização das flores e, consequentemente, pela existência das sementes produzem o terapêutico mel e outros produtos ligados à nutrição e à cura.</p>
<p>Se quisermos colaborar com a manutenção desse Projeto Vida, façamos a nossa parte disponibilizando para elas o alimento forte e duradouro que as <strong>árvores e plantas</strong> oferecem em abundância. Plantando-as construímos a ponte entre os Reinos da Natureza: uma das mais nobres e urgentes funções do homem.</p>
<p><strong>ÁRVORES DOCES COMO MEL &#8211;</strong> Você pode plantar uma ou várias!</p>
<p><strong>Aroeira vermelha ou aroeira-mansa &#8211; </strong><em>(Schinus terebinthifolius)<br />
</em>Floração: novembro a abril<br />
Ocorrência: Pernambuco até Mato Grosso do Sul e R.G.do Sul<br />
Altura: 5 a 10m</p>
<p><strong>Paineira &#8211; </strong><em>(Chorisia speciosa)<br />
</em>Floração: fevereiro a junho<br />
Ocorrência: RJ, MG, GO, SP, MT, MS e PR<br />
Altura: 15 a 30m</p>
<p><strong>Louro-pardo ou freijó &#8211; </strong><em>(Cordia trichotoma)<br />
</em>Floração: abril a julho<br />
Ocorrência: do Ceará ao Rio Grande do Sul<br />
Altura: 20 a 30m<strong>   </strong></p>
<p><strong>Assa-peixe (arbusto) &#8211; </strong><em>(Vernonia polyanthes)<br />
</em>Floração: julho a setembro<br />
Ocorrência: Centro-oeste e da Bahia até o sul do país.<br />
Altura: 3m</p>
<p><strong>Calabura &#8211; </strong><em>(Muntingia calabura L.)<br />
</em>Floração: floresce o ano todo<br />
Ocorrência: exótica nativa da América Central, ocorrendo também em países da América do Sul<br />
Altura: 7 a 10m<strong>          </strong></p>
<p><strong>Capixingui &#8211; </strong><em>(Cróton floribundus)<br />
</em>Floração: novembro a janeiro<br />
Ocorrência: RJ, MG, SP e PR<br />
Altura: 6 a 10m</p>
<p><strong>Guaçatonga &#8211; </strong><em>(Casearia obliqua)<br />
</em>Floração: novembro a fevereiro<br />
Ocorrência: da Bahia a Santa Catarina<br />
Altura: 10 a 20m</p>
<p><strong>Sibipiruna &#8211; </strong><em>(Caesalpinia peltophoroides)<br />
</em>Floração: setembro a dezembro<br />
Ocorrência: RJ, SP e MG<br />
Altura: até 12 metros</p>
<p><strong>Canafístula &#8211; </strong><em>(Cássia leptophylla)<br />
</em>Floração: dezembro e janeiro<br />
Ocorrência: Sul e Sudeste do Brasil<br />
Altura: até 10 metros<strong> </strong></p>
<p><strong>Guapuruvu &#8211; </strong><em>(Schizolobium parahyba)<br />
</em>Floração: setembro a dezembro<br />
Ocorrência: do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul (se adapta também na América Central)<br />
Altura: 10 a 20 metros</p>
<p><strong>Leucena &#8211; </strong><em>(Leucaena leucocephala)<br />
</em>Floração: agosto a fevereiro (esporadicamente em outros meses do ano)<br />
Ocorrência: América tropical<br />
Altura: até 3,5 m</p>
<p><strong>Bracatinga &#8211; </strong><em>(Mimosa scrabella)<br />
</em>Floração: julho a setembro, podendo estender-se até janeiro<br />
Ocorrência: Sul do Brasil<br />
Altura: de 3 a 15m</p>
<p><strong>Pau-jacaré &#8211; </strong><em>(Piptadenia gonoacantha)<br />
</em>Floração: outubro a fevereiro<br />
Ocorrência: Nordeste e Sudeste do Brasil<br />
Altura: até 30m</p>
<p><strong>Angico &#8211; </strong><em>(Anadenanthera colubrina)<br />
</em>Floração: novembro a janeiro<br />
Ocorrência: Goiás e da Bahia até a Argentina<br />
Altura: até 20 metros</p>
<p><strong>Cabreúva &#8211; </strong><em>(Myroxylum balsamum)<br />
</em>Floração: junho a novembro<br />
Ocorrência: México, Argentina e Brasil<br />
Altura: 4 a 20m</p>
<p><strong>Tipuana &#8211; </strong><em>(Tipuana tipu)<br />
</em>Floração: setembro a dezembro<br />
Ocorrência: Argentina.<br />
No Brasil é muito utilizada na arborização urbana principalmente nos estados do Sudeste e do Sul.<br />
Altura: até 15m</p>
<p><strong>Quaresmeira &#8211; </strong><em>(Tibouchina granulosa)<br />
</em>Floração: praticamente o ano todo<br />
Ocorrência: da Bahia e Minas Gerais até o Paraná<br />
Altura: 2 a 12m</p>
<p><strong>Embaúba &#8211; </strong><em>(Cecropia pachystachya)<br />
</em>Floração: praticamente o ano todo<br />
Ocorrência: CE, BA, MG, GO, MS até SC<br />
Altura: 6 a 10m</p>
<p><strong>Amoreira-preta &#8211; </strong><em>(Morus nigra)<br />
</em>Floração: julho a setembro<br />
Ocorrência: Ásia<br />
Cultivada em diversos estados do Brasil<br />
Altura: de 3 a 5m</p>
<p><strong>Eucalipto &#8211; </strong><em>(Eucalyptus tereticornis)<br />
</em>Floração: agosto a outubro, (esporadicamente em outros meses do ano)<br />
Ocorrência: Austrália.<br />
Cultivado no sul, sudeste e centro do Brasil.<br />
O mel de eucalipto é muito utilizado por suas propriedades medicinais.<br />
Altura: 30 a 50m</p>
<p><strong>Palmeira-real &#8211; </strong><em>(Archontophoenix cunninghamiana)<br />
</em>Floração: praticamente o ano todo<br />
Ocorrência: Austrália.<br />
Amplamente utilizada como espécie ornamental.<br />
Altura: até 4 a 20m</p>
<p><strong>Palmeira-jerivá &#8211; </strong><em>(Syagrus romanzoffiana)<br />
</em>Floração: setembro a março<br />
Ocorrência: da Bahia até o Rio Grande do Sul, Uruguai, Paraguai e Argentina<br />
Altura: até 20m</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/3.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-131816" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/3.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Uva-japonesa &#8211; </strong><em>(Hovenia dulcis)<br />
</em>Floração: novembro a fevereiro<br />
Ocorrência: Coréia, e do norte da China ao Himalaia.<br />
Amplamente cultivada como espécie ornamental em vários estados do Brasil.<br />
Altura: até 9m</p>
<p><strong>Limão (de todos os tipos) &#8211; </strong><em>(Citrus limon)<br />
</em>Floração: concentra-se entre julho e outubro (esporadicamente ao longo do ano)<br />
Ocorrência: natural da Ásia, abundantemente cultivado em todas as regiões tropicais.<br />
Altura: de 3 a 5m</p>
<p><strong>Timbó, cipó-uva &#8211; </strong><em>(Paullinia corpopodea)<br />
</em>Floração: fevereiro a maio<br />
Ocorrência: Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo e Santa Catarina<br />
Altura: 4 a 6m</p>
<p><strong>Astrapéia (arvoreta) &#8211; </strong><em>(Dombeya wallichii)<br />
</em>Floração: abril a agosto<br />
Ocorrência: Sul da África.<br />
Cultivada como espécie ornamental e altamente melífera em muitas regiões do Brasil e do mundo.<br />
Altura: 2,5 a 6m</p>
<p><strong>Açoita-cavalo &#8211; </strong><em>(Luehea grandiflora)<br />
</em>Floração: dezembro a fevereiro<br />
Ocorrência: Brasil (centro, sudeste e sul), Paraguai, Uruguai e Argentina.<br />
Altura: 5 a 16m</p>
<p><strong>OUTRAS PLANTAS QUE AS ABELHAS GOSTAM MUITO<br />
</strong>As abelhas perpetuam milhares de espécies!<br />
Ofereça um bom alimento para elas para que fiquem fortes e sadias e saiam por aí em seu voo, polinizando e fazendo com que as mais diversas plantas possam se reproduzir e sobreviver.</p>
<p><strong>Lavanda &#8211; </strong><em>(Lavandula sp.)<br />
</em>Floresce quase o ano todo, com flores arroxeadas.<br />
Altura de 60cm a 1m É de sol pleno.</p>
<p><strong>Manjericão &#8211; </strong><em>(Ocimum basilicum)<br />
</em>Flores brancas quase o ano todo.<br />
Seu porte varia de 40cm a 1m<br />
É de sol pleno ou de meia sombra<br />
Obs: existem muitos tipos de manjericão, inclusive os que têm flores avermelhadas ou lilases.<em> </em></p>
<p><strong><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/flores_girasol-3.png"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-131815" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/flores_girasol-3-1.png" alt="" width="241" height="300" /></a></strong></p>
<p><strong>Girassol &#8211; </strong><em>(Helianthus annuus)<br />
</em>Flores amarelas e grandes durante o verão.<br />
Porte de 90cm a 4m<br />
É de sol pleno<br />
Obs: existem variedades de porte mais baixo que são muito ornamentais, dando flores avermelhadas, alaranjadas e até marrons.</p>
<p><strong>Hortelã &#8211; </strong><em>(Mentha sp.)<br />
</em>Florezinha roxas dão em forma de pequenas espigas<br />
É de porte baixo. Até 40cm.<br />
Prefere meia sombra</p>
<p><strong> </strong><strong>Zinia &#8211; </strong><em>(Zinnia elegans)<br />
</em>Flores multicoloridas no verão.<br />
As flores são anuais. Quando secam, é momento de se retirar as sementes para o próximo ciclo.<br />
Altura: cerca de 1m<br />
Gosta de sol pleno</p>
<p><strong>Solidago,tango, vara-dourada &#8211; </strong><em>(Solidago canadensis)<br />
</em>Flores amarelas e perenes<br />
Altura de 60cm a 1,5m<br />
É de sol</p>
<p><strong>Prímula &#8211; </strong><em>(Primula obconica)<br />
</em>Existem vários tipos de prímula. No entanto, essa espécie é a mais comum.<br />
Suas flores de cores variadas dão no final do inverno e na primavera.<br />
Seu porte é de cerca de 30cm<br />
É de meia sombra.</p>
<p><strong>Calêndula &#8211; </strong>(<em>Calendula officinalis</em>)<br />
Flores ornamentais e medicinais de cor amarela e laranja.<br />
As flores são anuais, ou seja dão uma vez ao ano.<br />
Porte de 40 a 60cm<br />
Sol pleno</p>
<p><strong>Campânula &#8211; </strong><em>(Campanula persicifolia)<br />
</em>Essa planta perene floresce no final da primavera e no verão.<br />
Suas flores podem ser azuis, brancas, lilases e róseas, a depender da variedade.<br />
Porte de 40 a 90cm<br />
Gosta de sol e de meia sombra</p>
<p><strong>Orégano &#8211; </strong><em>(Origanum vulgare)<br />
</em>Suas flores pequenas e tubulares surgem no verão nas cores arroxeada e rósea. Tem de 10 a 40cm de altura.<br />
É de sol pleno</p>
<p><strong>Tomilho &#8211; </strong><em>(Thymus vulgaris)<br />
</em>Dá florezinhas arroxeadas no verão<br />
Seu porte varia de 15 a 30cm<br />
É de meia sombra ou de sol</p>
<p><strong>Dente-de-leão &#8211; </strong><em>(Taraxacum officinale)<br />
</em>Essa planta que nasce espontânea é considerada uma PANC.<br />
Tem inúmeras funções medicinais.<br />
Suas flores são amarelas e anuais.<br />
Tem de 10 a 40cm de altura<br />
É de sol</p>
<p><strong>Margarida ou bem-me-quer &#8211; </strong><em>(Chrysanthemum coronarium)<br />
</em>Essa conhecida florzinha floresce na primavera e no verão.<br />
Sua altura varia de 20 a 80cm<br />
Gosta de sol pleno</p>
<p><strong>Funcho &#8211; </strong><em>(Foeniculum vulgare)<br />
</em>Também chamado de erva-doce nacional, o funcho tem flores amarelas e pequenas.<br />
Porte entre 70cm e 1,70m<br />
Sol pleno</p>
<p><strong>Lírios &#8211; </strong><em>(Lilium sp.)<br />
</em>São muitas as variedades de lírios que podem apresentar flores solitárias ou em grupo, em geral perfumadas. As cores também variam entre branco, amarelo, vermelho, laranja, rósea.<br />
Altura de 60cm a 1,5m<br />
Gosta de sol</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-131814" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/06/2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>As abelhas são atraídas pelas plantas aromáticas, especialmente as que dão flores brancas, amarelas e lilases, e elas adoram quando o canteiro de flores se enche todo de uma vez. As plantas espontâneas que nascem sem terem sido plantadas, também são grandes atrativos para os insetos polinizadores.</p>
<p><strong>Cuide de preservá-las.</strong><br />
O uso intenso de agrotóxicos, os efeitos da poluição, etc. fazem com que as abelhas fiquem desorientadas e se percam de sua casa e de sua “família”.<br />
E uma abelhinha que se perde de casa não sobrevive. Sem abelhas não há flores, não há sementes, não há alimento.<br />
Em suas patinhas cheias de pólen está a vida dos vegetais e do planeta.</p>
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		<title>O Poder das Plantas &#8211; Homeopatia</title>
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		<pubDate>Mon, 29 May 2023 16:57:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Homeopatia: respeito à vitalidade de todos os seres vivos. Uma forma surpreendente de tratar a Natureza é utilizar a homeopatia. E as plantas se dão muito bem com essa prática terapêutica que leva em conta, todo o tempo, a saúde inata que existe em cada vida. Como disse um dedicado médico homeopata: “nosso corpo é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Homeopatia: respeito à vitalidade de todos os seres vivos.<br />
</strong>Uma forma surpreendente de tratar a Natureza é utilizar a homeopatia. E as plantas se dão muito bem com essa prática terapêutica que leva em conta, todo o tempo, a saúde inata que existe em cada vida.<br />
Como disse um dedicado médico homeopata: “nosso corpo é como um barco que se dirige a um destino único de paz, amor e bem, um porto seguro. As doenças e desequilíbrios são as turbulências, as tempestades, os ventos fortes. Tudo o que faz esse barco sair de sua rota, ou se perder. O que precisamos é colocar de novo o barco em seu caminho e isso <strong>se aplica a todas as formas de vida</strong>, pois a homeopatia trabalha com a Energia. É ela que reconduz as coisas”.</p>
<p><strong>E como funciona esse princípio? </strong><strong>Simples assim&#8230;<br />
</strong>A atuação da homeopatia incentiva os processos de cura nos vegetais, animais, seres humanos e sistemas vivos, como o solo, a água e o ar. Se uma determinada forma de vida está enfraquecida e sem resistência poderá apresentar problemas. Como se contraísse uma doença porque está doente e nesse caso é preciso “colocar o barco em seu caminho”. Assim, a homeopatia, por meio de suas dinamizações, restaura ou recupera o equilíbrio da totalidade daquele organismo. Por isso, essa terapêutica secular cuida de acionar a vitalidade inerente ao ser ou ao sistema, trazendo de volta sua saúde sem extinguir qualquer tipo de agente (como insetos, por exemplo), mas, antes, criando condições para que o próprio organismo possa se defender e conviver com as intempéries e com qualquer adversidade.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-131255" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/1-1-1.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS </strong><strong>PARA PLANTAS</strong></p>
<p>Utilize um de cada vez, de acordo com a necessidade. &#8211; <em>Baseado no Caderno de Homeopatia da Universidade Federal de Viçosa- MG</em></p>
<p><strong><em>Achillea millefolium<br />
</em></strong>A homeopatia dessa planta, conhecida como mil-folhas, coloca elementos como o carbono, o nitrogênio e o enxofre no lugar correto e na proporção adequada para compor a molécula proteica, um processo natural e orgânico. Sem falar que ela aumenta o teor de nitrogênio e auxilia a planta a gerar uma fortaleza e estabilidade que a defende dos ataques externos.<em> </em></p>
<p><strong><em>Apis mellifica<br />
</em></strong>Este medicamento vem das abelhas e trabalha a fraqueza da planta causada pela alta produção. Aplica-se também em espécies pouco tolerantes ao calor, cujo pólen apresenta baixa fertilidade, e para casos de queda prematura de flores e frutinhos. Também pode ser utilizada em animais que apresentem alergia a picadas de insetos.</p>
<p><strong><em>Arnica montana<br />
</em></strong>É o preparado homeopático mais indicado em casos de traumas energéticos e físicos que causem estresse (podas, transplantes, desbastes, colheitas que danificam os galhos, deficiência hídrica, clima frio em época de calor ou vice-versa, danos repentinos por ataque de insetos, geadas e traumas causados por incêndios). Também atua em traumas causados aos animais (parto, vacinas, sustos, choques, transtornos).</p>
<p><strong><em>Calcarea carbonica<br />
</em></strong>Uma homeopatia que pode ser dada para todas as plantas, especialmente para aquelas que não respondem à fertilidade do solo ou demoram na emissão de novas raízes. Também para as que estão com desenvolvimento lento (crescimento e florescimento) e/ou apresentam amarelamento das folhas. É indicada nos casos de compostagem lenta, com resíduos de difícil decomposição.</p>
<p><em><strong>Carbo vegetabilis</strong><br />
</em>Quando há fraqueza geral. Após ataque de insetos, desfolhamentos, em condições de deficiência hídrica, fases de alta/baixa temperatura, espaçamento adensado, aborto de flores, morte de gemas e para plantios em solos compactados. Este medicamento funciona como uma espécie de “levante” em qualquer ocasião. Também é recomendado aos animais prostrados e fracos. Tem origem no carvão vegetal obtido do carvalho, que contém potássio e o poder curativo do enxofre.</p>
<p><strong><em>Chamomilla officinalis<br />
</em></strong>Capta o cálcio e o elabora para a saúde das plantas. Aumenta o teor de nitrogênio. É a nossa querida camomila.</p>
<p><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-131269" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/3.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong><em>Cuprum metallicum<br />
</em></strong>Quando as plantas estão intoxicadas com produtos à base de cobre ou ficam sem crescimento, sem desenvolvimento. Essa homeopatia é recomendada na dinamização 30CH.</p>
<p><strong><em>Ferrum<br />
</em></strong>Para folhas amarelando, estresse por mudança de lugar ou em caso de plantio em solos compactados.</p>
<p><strong><em>Magnesia carbonica<br />
</em></strong>Quando uma planta apresenta deficiência na floração ou desprende as flores recém-nascidas, experimente a <em>Magnésia carbonica</em>. Também em casos de sensibilidade a baixas temperaturas, excesso ou deficiência de magnésio ou cálcio e nos cultivos com falta de vigor nas plantas.</p>
<p><strong><em>Melinis minutiflora<br />
</em></strong>Uma homeopatia feita a partir do capim gordura. É um protetor das plantas. Age equilibrando fungos, ácaros, ferrugens. Auxilia no tratamento da sarna e nas erupções cutâneas nos animais.</p>
<p><strong><em>Phosphorus<br />
</em></strong>É recomendado nos casos de excesso de transpiração por intolerância ao calor. Estimula o crescimento das plantas sendo indicada para espécies exigentes quanto à adubação.</p>
<p><strong><em>Pulsatilla<br />
</em></strong>Indicada principalmente para hortaliças que apresentam intolerância ao local de cultivo, ou que estão em áreas onde falta ventilação. Estimula a frutificação.</p>
<p><strong><em>Silicea<br />
</em></strong>Utilizada em plantas raquíticas ou com crescimento estiolado. Beneficia as espécies com ataque de míldio ou de outros fungos. Interrupções no crescimento e atraso na produção também são motivos para o uso deste medicamento.</p>
<p><strong><em>Staphysagria<br />
</em></strong>Quando uma planta recebe agressões e traumas por enxertos ou cruzamentos com outras variedades ou espécies, a homeopatia é <em>Staphysagria</em>. Nos casos de ataques de pulgões, nematoides ou ácaros, esta homeopatia também é indicada, bem como em situações de sombreamento, de frio e após danos por perda de ramos/folhas. Para os animais, podemos utilizá-la nas infestações de pulgas.</p>
<p><strong><em>Taraxacum officinalis<br />
</em></strong>Equilibra o ácido silícico para a estabilidade da planta, reequilibra a capacidade natural de absorver a água sem gerar deficiência hídrica. É o conhecido dente-de-leão.</p>
<p><strong><em>Thuya occidentalis<br />
</em></strong>Nos casos de ocorrência de “calosidades”, “verrugas” (muitas árvores apresentam estas anomalias), em casos de ventos frios/quentes que prejudiquem as plantas. Para os animais, em casos de tumores e após vacinação.</p>
<p><strong><em>Valeriana officinalis<br />
</em></strong>Atua no desempenho do fósforo que na maioria das vezes se encontra preso no solo ajudando a disponibilizá-lo uma vez que ativa as substâncias fosfóricas até mesmo nas ponteiras de brotos novos. Oferece resistência às plantas contra geadas. Vitaliza os micro-organismos e as minhocas.</p>
<p><strong>RESULTADOS PRÁTICOS</strong></p>
<p><strong>ADEUS TRAUMA<br />
</strong>Era uma vez, uma amoreira que reiteradamente tinha que ser podada, pois seus galhos incomodavam o vizinho da casa de uma amiga. Para não estressar a árvore, essa amiga optou pelas aplicações homeopáticas com a Arnica CH6. Assim, a cada poda, a bela amoreira recebia pelo menos sete dias de pulverizações com a medicação. O resultado é que a árvore sempre se recuperou rapidamente, como se as podas não alterassem seu vigor.</p>
<p><strong>CURAR É SIMPLES<br />
</strong>Um amigo comprou um vasinho de manjericão em um supermercado. Logo percebeu que a bela plantinha havia sido criada com adubo químico. Ao transplantá-la para o canteiro, a planta tinha dificuldades para crescer e se adaptar ao ambiente natural. Isso acontece quando desde muito pequena a planta é acostumada a altas doses de químicos para poder crescer rápido. Nesse caso, a prioridade foi desintoxicá-la com o Nux Vomica CH6 por sete dias. Após um descanso de mais três dias, a planta recebeu o Carbo Vegetabilis CH6, por duas semanas. Hoje o pé de manjericão vive tranquilo e sem cobranças. E seu cuidador pode servir-se de suas folhinhas sem prejuízos à saúde.</p>
<p><strong><br />
</strong><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS NO SOLO<br />
</strong></p>
<p><em><strong>Silicea</strong> &#8211; </em>Auxilia a recuperar a fertilidade do solo.</p>
<p><em><strong>Ferrum</strong> &#8211; </em>Ajuda no processo de estruturação do solo. Elementos como ferro, alumínio, mercúrio, arsênio, chumbo, podem estar naturalmente presentes na terra em grandes concentrações ou como resíduos de agroquímicos. A homeopatia destes elementos é útil na desintoxicação da contaminação.</p>
<p><em><strong>Alumina</strong> &#8211; </em> Equilibra o alumínio e reduz a necessidade de calagem.</p>
<p><em><strong>Magnesia carbonica e Calcarea carbônica</strong> &#8211; </em>Atuam na conservação da matéria orgânica e ciclagem de nutrientes.</p>
<p><em><strong>Sulphur</strong> &#8211; </em>Desintoxica o solo, jogando fora seus desequilíbrios.</p>
<p><em><strong>Natrum muriaticum</strong>&#8211; </em>Equilibra os sais minerais no solo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>INDICAÇÕES HOMEOPÁTICOS PARA ÁGUA</strong><strong> </strong></p>
<p><em><strong>Carbo vegetabilis</strong> &#8211; </em>É o remédio da despoluição de resíduos físicos, biológicos e químicos nas águas. No caso dos resíduos biológicos e químicos é preciso associá-la com <em>Nux vomica</em>.  O <em>Carbo vegetabilis</em> (carvão vegetal) também retira os odores fétidos de algumas águas.</p>
<p><em><strong>Nux vômica </strong>&#8211; </em>Principalmente para poluição química.</p>
<p><em><strong>Pyrogenium </strong>&#8211; </em>Eliminação de odores desagradáveis (assim como o <em>Carbo vegetabilis)</em>.</p>
<p><em><strong>Ferrum metallicum e Silicea</strong> &#8211; </em>No caso de excesso de ferro na água.</p>
<p><em><strong>Escherichia colli </strong>&#8211; </em>Equilíbrio dos micro-organismos na água.</p>
<p><strong><u>Como utilizar:</u></strong></p>
<ul>
<li><strong>Nos Rios. </strong>O processo de homeopatia dos rios é extremamente simples e de baixo custo. Basta observar a parte do rio onde existam remansos. Ali, estrategicamente, colocamos as homeopatias gotejando – como descrito no quadro abaixo. Caso o remanso esteja muito estacionado, as virtudes homeopáticas podem gotejar em outros pontos do curso fluvial. Por exemplo, em quedas d´água, vertentes ou cachoeiras de fácil acesso. Ao se adicionar aí as homeopatias, cada gota fará com que todo o volume de água se torne homeopático por meio da sucção gerada pelos movimentos circulares naturais. Além disso, a água corrente desse rio irá percorrendo trajetos até atingir novos afluentes.</li>
<li><strong>Nas Correntes marítimas. </strong>Parece um pouco ousado, mas é possível. Os mares e oceanos podem ser homeopatizados diretamente. Além de terem o continuo movimento das ondas, têm o contínuo movimento das correntezas. Ao identificá-las cartograficamente pode-se manter grupos de pessoas para homeopatizá-las. Com o movimento natural essas correntes irão gradativamente fazendo novas dinamizações, aumentando ainda mais os benefícios para a vida marinha.</li>
<li><strong>Nos Lagos. </strong>Proceder do mesmo modo que se faz com os rios. A diferença é que em lagos ou represas, pode ser mais fácil escolher um ponto para deixar o garrafão.<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong>Preparo da homeopatia no garrafão</strong><strong> </strong></p>
<p>Lave bem um garrafão de vidro ou de plástico (de 5 ou 10 litros) que tenha sido de água mineral. Preencha ¾ do volume com água natural destilada ou mineral e coloque 20 gotas por litro da homeopatia escolhida. Faça de 20 a 100 sacudidas – se possível na horizontal – de um lado para outro, para a água absorver a virtude curativa da homeopatia. Em seguida prepare uma rolha ou a própria tampa de plástico de forma que goteje de meio em meio minuto ou de um em um minuto. Coloque o garrafão de boca para baixo no local desejado, sempre à sombra<strong>.</strong> Dia e noite gotejando, uma despoluição significativa poderá ocorrer.</p>
<p><strong><u><a href="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-131268" src="https://www.trapp.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></u></strong></p>
<p><strong><u>HOMEOPATIAS NA PRÁTICA</u></strong></p>
<p><strong>Posologia para todos os casos</strong><strong>: </strong></p>
<p>20 Gotas por litro de água pura e limpa. Você pode adaptar esse número de gotas de acordo com o tamanho do pulverizador, e quantidades de plantas que vão receber a medicação.<br />
A utilização deve ser feita pela manhã, nas primeiras horas do dia, ou ao final da tarde. Utilizar pulverizador ou recipiente novo, nunca utilizado antes com qualquer produto. O ideal é identificá-lo, deixando-o reservado para esse fim. Ao mudar de homeopatia, lave-o cuidadosamente somente com água. Na última lavagem pode-se utilizar álcool.</p>
<p><strong><em>Um ciclo de tratamento leva, em geral, de 7 a 14 dias.</em></strong><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>Cuidados especiais para guardar homeopatias:</strong></p>
<p>Deixe-as em locais ventilados, sem umidade e sem calor, sempre longe de aparelhos elétricos ou eletrônicos como TV, geladeira, celular, computador, micro-ondas, etc.<br />
Exija frascos de cor âmbar para maior proteção da luz. Não colocá-las em locais com cheiros fortes (perfumes, inseticidas, incensos, etc.) Nem usar naftalina em casa.</p>
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		<title>6 formas de ter mais abelhas polinizadoras em sua horta ou jardim</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 15:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[abelhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>quarta, 06 de outubro de 2021 Dia 3 de outubro é comemorado nacionalmente o Dia da Abelha. Ela está entre os 6 insetos amigos da horta. Mas muitas vezes são esquecidas ou até exterminadas devido às picadas que podem dar quando se sentem ameaçadas em seu habitat. Entretanto, ter abelhas por perto é extremamente benéfico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">quarta, 06 de outubro de 2021</p>
<p>Dia 3 de outubro é comemorado nacionalmente o Dia da Abelha. Ela está entre os 6 insetos amigos da horta. Mas muitas vezes são esquecidas ou até exterminadas devido às picadas que podem dar quando se sentem ameaçadas em seu habitat. Entretanto, ter abelhas por perto é extremamente benéfico para a agricultura, pois elas são responsáveis pela polinização de plantas e, com isso, podem aumentar a produtividade, como no caso do açaí, melhorar a formação de frutos, como no caso do morango, e deixar os jardins mais floridos.</p>
<p>Em alguns lugares do planeta, as abelhas têm sumido e gerado um colapso na produção de alguns frutos. De forma direta ou indireta, mais de 70% da alimentação humana dependem diretamente da polinização e, logo, das abelhinhas. Por isso, respeitá-las e preservá-las é dever de todos. Caso contrário, a população mundial morrerá de fome ou perderá a grande diversidade de alimentos.</p>
<p>Especialistas da fundação A.B.E.L.H.A. listaram seis formas fáceis de trazer as abelhas para perto da sua horta ou jardim.</p>
<p><b><strong> </strong></b></p>
<p><b><strong>1- Flores coloridas e plantas aromáticas</strong></b></p>
<p>As abelhas são atraídas pelas flores e plantas aromáticas, especialmente as pequenas, de cores mais claras (branca e amarela – as flores vermelhas como a rosa, são mais atrativas para pássaros) e com floração em massa, ou seja, que floresce tudo de uma só vez e não gradativamente.</p>
<p>Ter opções coloridas atraem os insetos, além de deixar o jardim bem mais bonito. As favoritas delas são manjericão, funcho, malva, manjerona, orégano, alecrim, dente de leão, tomilho, hortelã, margaridas, girassóis, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><strong>2- Plantas apícolas</strong></b></p>
<p>Invista em espécies que atraem as abelhas. Malícia, sapateira e urucu são alguns exemplos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><strong>3- Plantas nativas</strong></b></p>
<p>Complemente o seu jardim com plantas nativas, pois as abelhas se sentem atraídas pelas espécies entre as quais sempre viveu cercada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><strong>4- Água e abrigo</strong></b></p>
<p>Além de plantar flores silvestres, frutas e vegetais, é necessário lhes fornecer água e abrigo, e também, permitir que os jardins locais detenham uma pequena fauna. Galhos caídos, árvores, etc, podem ajudar as abelhas a fazerem as colmeias.</p>
<p>As abelhas preferem árvores de pequeno porte, como as da famíliaMyrtaceae: goiabeira, jabuticabeira, pitangueira. Já das árvores de porte grande são preferíveis as de abacate e lichia, por exemplo.</p>
<p>Palmeiras em geral também são bem atrativas para as polinizadoras, o que é uma vantagem para os que gostam de jardinagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><strong>5- Gentileza gera gentileza</strong></b></p>
<p>Se você respeitar o espaço das abelhas, mesmo as com ferrão (como a espécie mais comum no Brasil, a apis mellifera, ou africanizada, como é conhecida) não trarão problemas. Se algum morador da casa ou apartamento for alérgico, há diversas espécies sem ferrão que são gentis e procuram os jardim apenas para água e alimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><strong>6- Não use fumo na horta</strong></b></p>
<p>As abelhas fogem de produtos à base de neonicotinóides, ou seja, com fumo na composição. Elas podem morrer ou deixar o espaço por causa desse químico.</p>
<p>Agora é só compartilhar essas informações com seus vizinhos para que eles também permitam que as abelhas polinizem plantas e flores! A vida agradece!</p>
<p>Texto disponível em: <a href="https://www.iagro.ms.gov.br/6-formas-de-ter-mais-abelhas-polinizadoras-em-sua-horta-ou-jardim/">Iagro</a></p>
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